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Malas: nunca são demais! Será mesmo assim?

26.02.17 | Vera Dias Pinheiro
Eu confesso que, até ter tido a oportunidade de ter uma mala de qualidade superior às que habitualmente comprava, era essa a minha opinião. Daí que tivesse várias malas, de várias cores, de vários tamanhos e formatos e praticamente nenhuma delas durava mais do que um ou dois anos e, se durasse, não mantinha o aspecto "como novo".

Foi, então, que decidi fazer uma limpeza geral no meu armário - prática aliás que tem sido cada vez mais recorrente por aqui - para me livrar dos excessos e passar a ter apenas no armário o essencial. Porém, para isso era preciso dar mais valor à qualidade das coisas para que, ano após ano, não desse por mim com a necessidade de repor todo o guarda-roupa. E há realmente coisas em que vale a pena investir: casacos, sobretudos de inverno, sapatos e, obviamente, as malas. Claro que isto veio obrigar-me a compras cada vez mais conscientes e cada vez menos por impulso, pois é preciso pensar na versatilidade das peças e naquilo que realmente me faz falta. 

Em relação às malas, em particular, eu costumo dizer que sou uma mulher de grandes clássicos, pois o meu investimento acaba sempre por recair nos modelos e nas cores que darão com praticamente todo o meu guarda-roupa, que não têm estação para serem usadas - e que a minha filha irá certamente ficar toda contente por vir a herdar um dia. Ora, a minha última aquisição foi a mala que me faltava: uma boa mala preta (e uma boa mala camel) - não, não foi engano, eu já explico.

Redescobri a marca GUESS quando, no verão passado, entrei, por acaso e motivada pelos saldos, e sai de lá com uma mini CATE BAG que eu adoro - e que já tantas vezes apareceu por aqui - e ainda com uma carteira. Para além de ter sido extremamente bem atendida, percebi que há muito mais a descobrir do que apenas os brilhantes e os modelos mais "extravagantes" que tão bem conhecemos e que me alimentaram uma ideia errada em relação à marca... até ao ano passado. Mas foi preciso ter tido o impulso de entrar e, algures nesse processo, ter ficado com essa mala debaixo de olho, tendo sido mais ou menos do género "deixa lá ver se se por acaso estará em saldos". 




Desta vez, não foram os saldos mas a necessidade uma mala preta versátil. Sabem que eu adoro malas pequenas, mas, como é natural, são malas que uso muito pontualmente, em situações muito específicas. No dia-a-dia, e com tudo o que entra nela (as minhas coisas, as dos miúdos e, ainda, as do marido), o tamanho não pode ser assim tão pequeno, também prefiro as malas amplas, sem muitos compartimentos, em que basta enfiar a mão lá dentro. Pode parecer confuso, mas acreditem que eu entendo-me melhor no meio da confusão - porque, na verdade, a mala acaba por nunca andar arrumada e as coisas estão amontoadas lá dentro.

Assim sendo, a minha eleita foi esta Bobbi Bag da GUESS, que existe em três modelos distintos, com muitas cores e combinações, porque é uma mala reversível, ou seja, acabam por ter duas malas numa.


Todas as Bobbi Bags vêm com mais uma bolsa igual a esta lá dentro que também pode ser usada como uma mala mais pequena - como podem ver, elas perseguem-me.

Eu escolhi o modelo bucket, porque já andava à procura de uma mala deste género há algum tempo, na combinação preto/camel (castanho) e, assim, acabei por trazer uma única mala nas duas cores que me faziam falta.



Achei que o meu aniversário, era a ocasião ideal para um presente e, agora, se bem me conheço, vai ser usar até à exaustão, pois é o modelo ideal para o dia-a-dia, para além de ser LINDA.

Com um fim-de-semana tão murcho como este que passámos, até as fotografias foram em casa ?


Desse lado, houve muito Carnaval?


Boa noite.

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