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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

Haverá uma idade certa para começarmos a cuidar de nós?

21.07.17 | Vera Dias Pinheiro

Não acredito que exista uma idade certa; aliás, tenho a certeza que quero incutir nos meus filhos que é importante gostarmos de nós e do nosso corpo para termos saúde, energia e até alegria. E isso faz-se todos os dias com a alimentação saudável e equilibrada, a beber muita água e a praticar exercício físico. Mas, acima de tudo, é preciso que tudo isto seja algo de natural em nós, porque só assim é que se transformará numa filosofia para a vida e não apenas de uma moda ou de uma medida de SOS.


No entanto, enquanto mulher, tenho ainda outras preocupações que agora, que me aproximo dos 35 anos, depois de dois filhos e com vários outros factores de stress na minha vida, começam a ser mais reais. Sim, falo do envelhecimento e das rugas. Não posso dizer-vos que a minha herança genética é generosa, porque não o é. A minha mãe tem imensas rugas e isso assusta-me (sim, assusta!) e sinto-me, ultimamente, com um olhar muito mais clínico e crítico perante a imagem que vejo reflectida no espelho.


Desde que fui mãe pela primeira vez, o momento em que comecei a notar as primeiras alterações da minha pele - a começar logo com o melasma - que a minha preocupação com os cremes passou a ser maior. Eu uso bons cremes, aliás, eu procuro os melhores cremes (para mim) e não me importo de despender dinheiro neles. Mas a verdade é que torna-se mais fácil prevenir do que atenuar. E tem sido esse o motivo pelo qual nunca coloquei de parte recorrer a outro tipo de tratamentos que possam retardar os sinais de envelhecimento, que eu já tenho, como também prevenir que outros apareçam. E, dessa forma, conseguir que os cremes bons que já uso possam surtir o seu real efeito.


Sim, eu sei que o assunto é polémico e que traz todo o tipo de opiniões, mas hoje em dia há procedimentos com resultados super naturais, sem alteração de expressão ou do nosso traço próprio. Aliás, isso para mim, está fora de questão e, por isso, mesmo é que eu levei muito tempo até decidir avançar. Estava à espera de ter o "click" com o profissional certo, com quem eu me sentisse segura e acreditasse no seu trabalho. E foi assim quando conheci o Dr. Luís Uva, dermatologista que faz parte da equipa de profissionais da Clínica iCare. Houve algumas coisas que, na sua opinião, faziam sentido eu fazer já nesta altura, mas decidimos começar por, digamos assim, preparar a minha pele para eventuais futuros procedimentos.


Eu tenho algumas rugas de expressão já vincadas (sobretudo zona dos olhos e testa), tenho olheiras pronunciadas - dez meses sem dormir só para começo de conversa - e tenho melasma que melhora com os cremes, mas não chega a desaparecer por completo. Por isso, comecei por fazer uma sessão com um laser que é uma novidade em Portugal -aliás, é a primeira e única máquina em Portugal a fazer este tipo de tratamento. Foi completamente indolor, juro!, saí de lá e nem parecia que tinha feito o que quer que fosse. E os únicos cuidados a ter são os normais: protecção solar alta e evitar a exposição directa ao sol.


Conforme vocês irão ouvir na explicação do Dr. Luís Uva, no vídeo abaixo, não é um tipo de tratamento que tenha resultados imediatos. Só daqui a um mês, sensivelmente, é que vos poderei dar feedback mais real sobre esta experiência. Para mim, o mais importante mesmo é a correcção da pigmentação e tentar que a pele fique num só tom o mais uniforme possível. Quem sabe se, depois desta sessão, os resultados com os cremes que estou a usar não serão ainda mais potenciados. Vamos ver! Vou-vos colocando a par de tudo, sobretudo para quem sofre de melasma e que, tal como eu, tem feito de tudo para tentar acabar com ele.


Deixo-vos, então, o vídeo que fizemos durante a minha sessão. Dúvidas, perguntas, o que seja, podem deixar comigo que eu farei a ponte com o Dr. Luís Uva.


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Mais informações em Dr. Luís Uva Facebook e Site.