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As viagens dos Vs

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Colar de Âmbar | Sim ou Não?

07.03.17 | Vera Dias Pinheiro
Confesso que eu nunca tinha pensado muito a sério neste assunto até ter conhecido a Fátima Albuquerque, uma seguidora, que vive aventuras da maternidade muito semelhantes às minhas, pois ambas fomos mães (pela segunda vez) apenas com um mês de diferença.

Desde os quatro meses que os seus dois filhos usam este tipo de colares e, no seu caso, notou imensos resultados no alívio daqueles que são os principais sintomas no aparecimentos dos primeiros dentes. O seu filho mais velho, actualmente com cinco anos, ainda usa o colar, pois com o tempo acabou por fazer parte da sua "imagem de marca". 

Foi a partir desta sua experiência que decidiu representar em Portugal uma marca chamada Âmbar, cujos produtos beneficiam o desenvolvimento das crianças, sendo um deles precisamente estes colares. E vai daí, disponibilizou-se em oferecer um à Laura, para que eu própria pudesse tirar as minhas conclusões.

colar de âmbar

We love Ambar é o nome da página de Facebook da Fátima, onde encontram à venda estes colares, em vários modelos e cores, mas todos eles certificados e verdadeiros. 

Aproveitei a ocasião para ler um pouco mais sobre o assunto e percebi que embora não reúna consenso, quem usa e gosta, gosta mesmo e não abdica. Por isso, daquilo que li, é importante que o colar seja usado em contacto directo com a pele do bebé, por dentro da roupa; o bebé não o consegue abrir sozinho; as pedras têm um formato arredondado, são leves e o bebé não o sente. Para além disso e para uma maior segurança, as pedras do colar são atadas com nós separados para, no caso de se quebrar, se soltar apenas uma pedra e não todas; as pedras são pequenas demais para apresentar risco de asfixia, sendo também um colar curto de cumprimento.

colar de âmbar
Nesta fotografia, o colar está por fora da roupa propositadamente, para que ficasse mais visível na fotografia.

Quem não o defende, aponta como principal fundamento o facto de não haverem estudos científicos que comprovem os seus efeitos terapêuticos, alertando igualmente para o perigo de ser partirem e do bebé poder levar à boca uma das pedras e se engasgar. 

Para mim, a principal preocupação era relativamente à segurança no uso de um colar, seja ele qual for, nestas idades. E, assim, nas primeiras vezes que o coloquei foi mais para ver a reacção da Laura, retirando na hora de dormir. Mas a verdade é que ela nunca insistiu para o tirar e nem se lembra que o tem. São ainda poucos dias para poder falar na sua eficácia, no entanto, gostava de ouvir a vossa opinião sobre este tema.

Colar de âmbar: sim ou não?


Boa  Tarde.