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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

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Quais São As (Poucas) Certezas Que Temos Na Vida?

É preciso falar da morte sem tabus!

30.01.20 | Vera Dias Pinheiro

dia mundial da luta contra o cancro

e

No dia 4 de fevereiro assinala-se o Dia Mundial da Luta Contra o Cancro. A campanha em vigor, uma iniciativa da Liga Portuguesa Contra o Cancro – que podem ver abaixo – conta comigo e com o Vicente. E, na altura, nem há um ano atrás, nada fazia prever que hoje, ao celebrar este dia, eu conhecesse esta luta tão bem.

 

 

E com isso, a forma como eu encaro esta doença e as diferentes formas de a combater também. Se antes, lutar contra um cancro se traduzia, acima de tudo, nos tratamentos e na busca da cura. A minha experiência tem-me ensinado que, por vezes, essa luta pode ser também a de conseguir dignidade ao doente para que descanse (e parta) em paz.

 

E infelizmente, há ainda um longo caminho para percorrer neste sentido. Porque o cancro que nos arrasta para a morte fá-lo através de um processo, para uns, mais longo do que para outros, mas sempre com muito sofrimento e infelizmente com uma degradação do estado físico e psíquico do doente – bastante injusto e triste de qualquer das formas. Para os doentes que terminaram os seus tratamentos e cujo corpo deixou de conseguir combater a doença não existem muitas saídas dignas para aquele caminho que se fará a partir dali e cujo “prazo” não se pode adivinhar.

Por outro lado, e embora Portugal seja um país católico, a morte é um Tabu do qual se fala com muitas reservas, mesmo quando é essa a única esperança para que o doente deixe de sofrer.

 

Há alguns meses atrás, todos nos falavam de esperança, mesmo quando se sabia que o tempo e a esperança era conceitos que ali se falavam sobre perspectivas completamente diferentes, mas que num caso de “vida ou morta” são o suficiente para nos alimentar a alma e acreditar que podemos ser a excepção à regra. Infelizmente, isso não aconteceu connosco, ainda assim espero que consigo seja diferente!

 

Como tal, desde então, toda a gente fala da morte sem nunca se dirigir ao termo directamente. A opção é questionar se temos conhecimento da situação e da sua gravidade… portanto, lidar com uma doença destas tem também um elevado grau de loucura associado que nos leva para uma montanha russa entre os momentos maus – que vão sendo sempre cada vez piores – e os momentos bons, em que basta o sorriso de quem nos reconheceu para avivar a tal esperança que, afinal, ainda se pode tratar tudo de um grande engano.

 

Pediram-me para me preparar para a morte, sem, na verdade, mo dizerem directamente e tu tens que olhar para uma pessoa que está viva e preparar-te para a sua partida, numa espécie de esquizofrenia – e até agora, só conhecia a da maternidade, que é, diga-se, um passeio no parque comparado com tudo isto. Mas como pessoa racional e evoluída que sou, assim tenho feito, num trabalho árduo e muito meu de racionalizar este caminho. De separar o emocional, de me desprender do corpo, esse que nos prende, afinal, enquanto à vida à esperança. Contudo, é certo que fomos sempre, sempre superando os ditos prazos, ainda que numa debilidade sempre crescente, ultrapassou os três meses, ainda passou (mais) um natal connosco, entrou na nova década e ainda assistiu (?!) a mais um aniversário do Vicente. Tudo isto foram vitórias da minha mãe, mesmo que a doença se fosse apoderando cada vez mais do seu corpo e a transforme em algo que não é a nossa mãe e que nos transmite uma profunda tristeza.

 

Pelo meio, apanhei um avião desesperada porque tudo indicava que tinha chegado o dia. Aqueles dias levaram-nos ao esgotamento emocional e foi o momento em que os médicos reconheceram que tinha chegado o fim e que, a partir dali, só dependia dela.

Mas a minha mãe não se resignou ali. Voltou para casa e orgulhosamente dizia que tinha conseguido voltar a andar. E a partir dali parece que entrei numa apatia sem conseguir sentir rigorosamente nada. O racional parecia estar a ganhar, embora a razão jamais consiga acompanhar a dimensão da dor, quanto mais apaziguá-la.

 

Temos imagens romanceadas para muitas coisas na vida até para a morte, que imaginamos tranquila, suave e sem sofrimento. Porém, a imagem do dar a mão no último suspiro está agora cada vez mais longe e o telefone com o som sempre no máximo - uma coisa inédita - porque isto vai mesmo acontecer.

E nisto, o meu corpo fica dormente, fecho olhos, cerro os lábios e encolho-me como se fosse uma criança à espera que algo de muito mau aconteça e, assim, pode ser que custe menos.

 

Com a minha história, uma triste história, venho, mais uma vez, apelar aos rastreios, aos exames médicos de rotina, a estarem atentos ao vosso corpo, a terem uma vida activa e a alimentarem-se bem.

Mais, mais do que isso, venho apelar, com a minha história, a que não guardem as coisas para o “fim”, a não esperarem por fazer as pazes, por deixar coisas por dizer, por estar com as pessoas que amam. No fundo, não esperem para dar o vosso melhor enquanto seres humanos. Afinal, as coisas más não acontecem apenas aos outros e, depois, se ficar tudo para o fim, é mesmo tarde demais!  

 

Quem Decide O Que És Ou Não És Capaz De Fazer, És TU!

O "perigo" da nossa zona de conforto

27.01.20 | Vera Dias Pinheiro

os perigos da nossa zona de conforto

 

Fixem o que vos escrevo de seguida: não sabemos mesmo a força que temos e as capacidades que conseguimos desenvolver até sermos postos à prova.

 

Ou somos educados ou é apenas o instinto natural do ser humano a procura pela zona de conforto e, uma vez lá, evitar ao máximo sair. Seja pelo trabalho imenso que é voltar ao início, ter que aprender uma série de coisas novas e o pior nem é isso, o pior mesmo é o tempo que temos que andar completamente desnorteados até encontrar novamente o Norte. E isto é algo complemente limitador das nossas próprias capacidades e até dos nossos próprios sonhos. E comparo muito às crianças que agora, depois de toda a evolução que pude assistir nos meus filhos e as capacidades (diria) inatas que trazem consigo para se adaptar a tudo: língua, país, pessoas, escola, etc. É tão fácil e, ao mesmo tempo, revelador da elasticidade gigante do cérebro e das capacidades das crianças e, portanto, agora eu sou a primeira a dizer que é uma pena não expormos as crianças a estes estímulos de mudança e às coisas novas, pois a rapidez com que aprendem e assimilam nestas idades é enorme.

 

Em contrapartida, quando chegamos a adultos as coisas mudam completamente de figura. Questionamos infinitas vezes se a mudança compensa o trabalho e o stress que vamos ter; questionamos inclusivamente se realmente precisamos de mais, ou seja, deliberadamente aceitamos menos só para não ter que lidar com o imbróglio de nervos que representa mudar.

 

No meu caso, felizmente ou não, tenho enfrentado sempre as mudanças, 99% das vezes sem ter plano B caso corressem mal. No entanto, a verdade é que sempre que mudei, mesmo com o tal imbróglio de nervos, acabei por progredir sempre mais um pouco, acabei por crescer e por ganhar mais qualquer coisa. Bom, convém esclarecer que o ganhar mais não é financeiro, mas talvez seja por não viver obcecada com o valor material da vida – não fazendo isso de mim uma pessoa irresponsável, pois nunca faltou para nada, desde os bens essenciais até aos pequenos luxos, sim, vamos dar nomes às coisas sem termos pudores com isso – que, no final, acaba sempre tudo por dar certo.

 

Ainda assim, havia uma parte de mim mais conservadora, mais acomodada e que deliberadamente delegava só para não ter chatices e problemas. Portanto, tudo o que dizia respeito a burocracias, formalidades, legalidades e outras “ades” que tal, eu simplesmente deixava para o meu marido. Imaginam que mudar de país e trazer duas crianças connosco em idade escolar envolve muitas coisas deste género a tratar e a resolver e, muitas delas, mais do que uma vez pois não correm bem logo à primeira.

 

Como tal, estes últimos 13 dias em que o pai esteve ausente – regressa amanhã, finalmente – em que fui tendo filhos doentes praticamente o tempo todo, começou com o Vicente a acabou na Laura, como era de esperar – a rezar para que esta tosse e impressão na garganta não passe disso mesmo – foram um teste ao meu “comodismo”. Mais um, na verdade, porque desde que chegamos que já tive que arregaçar as mangas muitas vezes para fazer coias que, a partida, na divisão de tarefas, estariam do lado do meu marido.

 

Não havia um plano de emergência para esta situação, não tínhamos pensado em alternativas caso um filho adoeça nem para o caso de adoecerem os dois. Não estava a outra parte para esperar enquanto um vai por a escola, ou para passar na farmácia, ou para gerir tudo o resto. Efectivamente, sacrificamo-nos todos um pouco durante estes dias: o Vicente teve que sair de casa doente para conseguir levar a Laura à escola e a laura teve que ficar “fechada em casa” porque o irmão estava doente. E eu tive que fazer malabarismos para que, no meio de tudo isto, eles fossem os menos sacrificados possível. E consegui! E mais, sinto que consegui e que não me deixei ficar no meu comodismo, a tentar fazer as coisas da minha zona de conforto, a nossa casa. Afinal, a Laura podia ter faltado à escola, pois não tem ainda essa obrigatoriedade, por exemplo. Todavia, parte da segurança que eu preciso e procuro ter aqui, neste ambiente que ainda é desconhecido para muitas coisas, por exemplo, pegar num filho para ir ao médico, é claro que me sinto mais confortável se esse médico comunicar comigo em português pois só assim eu sei que não me escapou rigorosamente nada. Ora, parte dessa segurança, dizia eu, advém da minha coragem, ousadia, o que seja, em vencer esse desconhecido, em não delegar coisas no meu marido, porque eu posso precisar de ter que as fazer sozinha. E quando somos apenas nós, que se lixe, não é?! Mas quando envolve os filhos, as coisas mudam um pouco de figura.

 

E em jeito de conclusão confidencio-vos uma coisa. Não há nada que me deixa mais desconcertada do que o Vicente ou a Laura me perguntarem se eu não sei… qualquer coisa. Seja no que for, até na língua. Isso é muito desconcertante para mim, enquanto mãe, porque eles confiam em nós e esperam de nós a confiança em todos os momentos.

 

Atenção que isto é diferente de não assumir que não sei algo e que vou procurar saber ou descobrir… porque isso faço sem problema. Mas entendem, não entendem?

Porque É Que A Maioria Dos Adolescentes Tem Vergonha De Tudo?

Um Recado Para A Minha Mãe

21.01.20 | Vera Dias Pinheiro

memórias com a minha mãe as saudades doente oncológica

 

Sabemos que a adolescência é uma idade complicada e, por mais ou menos problemáticos que tenhamos sido, lembro-me perfeitamente da idade em que sentia vergonha de tudo e mais alguma coisa. E, no outro dia, em que uma amiga partilhava algo no Facebook que explicava isso tão bem – sim, existe uma explicação real para que isso aconteça – senti-me a recuar no tempo.

“Durante a adolescência a amígdala é maior e mais activa. Essa activação excessiva acaba desencadeando uma vergonha exagerada que demora a sofrer uma habituação que possibilite passar com mais conforto por situações de exposição.

Além disso, o córtex pré-frontal, envolvido na atenuação dessa resposta da amígdala ainda está imaturo.”

 

O mesmo não aconteceu com a minha memória, que se manteve bem activa, pois eu lembro-me bem dessa época. Lembro-me inclusivamente da fase da vergonha pelos pais. Quem não tentava disfarçar os passeios em família ao manter uma distância, não inferior a 200 metros, dos pais?  E este sentimento de vergonha que ia até às coisas mais surreais?

 

Mas o porquê de tudo isto agora?! Nos últimos meses, semanas e até dias, tenho sido confrontada com um constante antes e agora e com mudanças abruptas a um ritmo avassalador. É impossível ficar indiferente às diferenças físicas e não só que a minha mãe está a sofrer pelo efeito da doença. E o caminho inverso é feito agora. O sentimento de admiração que já sentia pela minha mãe, cresceu ainda mais. Já fui muitas vezes ao baú das recordações da minha adolescência, desde os diários – muito escrevia eu – das cartas trocadas entre as amigas e as que recebia no correio da escola no Dia Dos Namorados, as fotografias antigas e sempre esse sentimento de amor e de admiração por cada fase da minha vida, pelo sítio onde cresci e vivi, pela educação que recebi, pelos meus pais e por tudo o resto.

 

Na adolescência queremos sempre o mundo e quanto mais longe melhor. Achamos sempre que sabemos tudo e que esse tudo é suficiente para sermos auto-suficientes. E eu quis esse mundo, achei-me capaz de o agarrar e assim fiz. Sai de Santarém para Lisboa, viajei até Toronto e fiz Erasmus em Itália. Sai à noite com as minhas amigas e – CREDO – tantas noites que nós saímos numa semana, todas as semanas. Nessa altura tinha um único lema - “a mim cabe a responsabilidade de tirar boas notas na faculdade e, dessa forma, os meus pais não teriam a que apontar o dedo”. E assim foi.

Terminada a faculdade, arregacei as mangas e fui à procura de trabalho – um trabalho remunerado que fizesse face à minha vida auto-suficiente. E mesmo reconhecendo alguma imaturidade na altura, a verdade é que consegui sempre dar a volta. Cheguei a ter dois trabalhos e aceitei o facto de ter que me afastar das minhas ambições com o curso que tinha escolhido e que era o meu “sonho”.

 

Porém, há uma pessoa que tive sempre presente e, mais do que isso, presente na medida certa, sem me desamparar e, ao mesmo tempo, sem assustar este adulto em formação que eu era. E essa pessoa foi a minha mãe. Admiro a forma com ela geriu as alturas mais complicadas, mas sobretudo a capacidade que teve de nunca me desamparar, de saber como ajudar e de saber quando se “retirar”. Percebo hoje os desafios de educar um filho, as dúvidas e, muitas vezes, o facto de não sabermos mesmo como fazer ou como dizer.

 

E aquilo que eu quero que a minha mãe não esqueça é que eu aceito os seus defeitos, porque é humana, tal como eu - que embora tente ter a consciência das minhas atitudes, continuo a errar, pois faz parte da nossa natureza. Porque, afinal, não saímos de um livro, não há instruções nem exemplos que nos mostrem como fazer a priori. Crescer como adulto e educar uma criança, que se tornará um adulto, é uma descoberta em contínuo ao longo da vida, com fracassos, erros, mas também com vitórias e muitas alegrias.

 

Quero que a minha mãe não esqueça que, independentemente de tudo isto, pode considerar-se uma “mãe de sucesso”, pois, para mim, é o exemplo e o modelo em muitos aspectos na minha vida enquanto mãe, mas não só. Será sempre o meu exemplo da perseverança e da fé – mesmo que agora esteja um pouco desapontada com vida e com a sua fé, mas quem, no seu lugar, não estaria, não é?

 

Se o fim é iminente e se, ao mesmo tempo, sente que há tanto que vai ficar por viver, tem sido um exemplo de coragem neste caminho difícil de luta contra o cancro. E quando me perguntam como é que eu faço para lidar com tudo o que está a acontecer? É graças à minha mãe! É nela que eu vou encontrar – mais uma vez – a força e o exemplo e é isso que fará de mim uma lutadora sempre.

 

Infelizmente, é inevitável que as saudades apertem e é esquisito como as sinto com ela ainda junto de nós, mas a doença já me levou a minha mãe. Não é a imagem dela actualmente que reflecte esta pessoa que vos descrevo e que é bem real, acreditem, é esta a única mãe que eu conheço e que vou guardar para sempre. Porém, há uma coisa que ainda nos agarra a ela, a força que encontra no meio da escuridão. Ainda assim, e porque sou uma filha (ainda) bastante chata, quero que ela entenda que não é por ceder ao cansaço que deixaremos de ter esta admiração, muito pelo contrário. É preciso uma coragem de gladiador para enfrentar esta doença em todos os seus momentos. O melhor dela está salvaguardado no melhor e mais seguro lugar que cada um de nós tem: o coração.

Levamos daqui uma enorme lição de vida que, por mais dura e triste que seja, nos fez crescer e, sem modéstias, fez de nós seres humanos com uma elevação espiritual maior.

Conseguimos ver a beleza que a vida tem só por si e como isso é suficiente para sermos felizes e gratos! 

 

A Découverte De La Maman Bruxelloise || À Descoberta Da Mamã "Bruxelloise" #1

Pauline Dijon, Mon Bébé à Bruxelles

19.01.20 | Vera Dias Pinheiro

maman bruxelloise maman a  bruxelles

 

Pauline Dijon é francesa, mas vive em Bruxelas. É uma mulher com a sua profissão, como tantas outras, mas que é mãe também, de um menino com 6 anos. Entre o trabalho e as exigências da família, tenta não perder o bom humor e a boa disposição. Gosta de viajar, de conhecer sítios novos e de tirar o melhor partido da vida e faz questão de partilhar tudo isso no seu blog.

Pauline é a primeira mamã “bruxelloise” que vos dou a conhecer neste novo formato de post no blog – pequenas entrevistas - cheias de dicas que eu sei que vocês vão gostar. Preparem o bloco de notas do telemóvel antes de começarem a ler.

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Pauline Dijon est française, mais vit à Bruxelles. C'est une femme avec son métier, comme tant d'autres, mais qui est aussi la mère d'un garçon de 6 ans. Entre le travail et l’ exigences familiales, elle essaie de ne pas perdre sa bonne humeur. Elle aime voyager, visiter de nouveaux endroits et profiter au maximum de la vie et tient à partager tout cela sur son blog.

Pauline est la première maman «bruxelloise» que je vous présente dans ce nouveau format de post dans le blog - de courtes interviews - plein de conseils que je sais que vous aimerez. Préparez le bloc-notes de votre téléphone avant de commencer à lire.

 

maman bruxelloise maman a  bruxelles

 

 

Pequena Descrição || Petite Description:

  • Nome || Nom/Prénom: Dijon Pauline
  • Profissão || Profession/Travail: Directrice Innovation Énergie et Mobilité Durables
  • Número de filhos e idades || Nombre (et ages) de votre enfants: 1 (6 ans) et 1 en cours (mais shuuuut)

 

 

Perguntas || Questions:

 

  1. Como te defines enquanto mãe? || Quel genre de mère êtes-vous?

PD: Maman super active je suis três organisée pour gérer de front ma famille et mon travail. Je suis une de ces mères qui “fait au mieux” plutot que d’avoir des príncipes sur tout. La parentalité c’est une decouverte pour tout le monde. Il n’y a pas de recette miracle, mais plutot de l’instinct et son lot de surprises, de ratés et de petites victoires aussi.

 

Mãe super ativa, sou muito organizada para conseguir gerir a minha família e meu trabalho. Eu sou uma daquelas mães que "faz o melhor" ao invés de ter princípios sobre tudo. A parentalidade é uma descoberta para todos. Não existe uma receita milagrosa, mas, acima de tudo, o instinto, as surpresas, os fracassos e as pequenas vitórias.

 

  1. Como definiria a educação “belga” assim como os hábitos/princípios transmitidos às crianças desde pequenas? || Comment définiriez-vous l'éducation «belge» et les habitudes transmises aux enfants dès la petite enfance?

PD: Je suis française et j’ai grandi dans un modele educatif beaucoup plus strict que celui que j’observe en Belgique. Pour élever mon fils j’essaye de prendre le meilleur des deux: de la rigueur quando c’est necessaire mais aussi beaucoup d’autonomie et de découvertes.

 

Sou francesa e cresci num modelo educacional muito mais rigoroso do que aquele que observo na Bélgica. Para criar meu filho, tento tirar o melhor de ambos: rigor quando necessário, mas também muita autonomia e descobertas.

 

  1. Um jardim onde as crianças podem brincar livremente? || Un jardin ou une aire de jeux où les enfants peuvent jouer librement?

PD: Le Parc Josaphat a Schaerbeek bien-sûr, extra pour ses activités familiales l’été.

 

Parque Josaphat em Schaerbeek, é claro, especialmente pelas atividades para as famílias no verão.

maman bruxelloise maman a  bruxelles

 

  1. Um museu ou um programa cultural para ir com crianças? || Un musée ou un lieu culturel intéressant pour emmener les enfants?

PD: Le musée du Train (Train World), un incontournable selon moi.

 

O Musée du Train (Train World), imperdível na minha opinião.

 

  1. Um restaurante “family-friendly”? || Un restaurant pour les familles avec enfants?

PD: Chicago Café pour ne pas être originale, la Brasserie des Étangs Mellaert en été.

 

  1. Quais as marcas belgas para crianças que devemos absolutamente conhecer? || Quelles marques belges pour enfants devons-nous absolument connaître?

PD: Bonjour Maurice avec ses vêtements réversibles, Lilliputiens pour les peluches et Elysta pour les jouets et mobilier en bois.

 

Bonjour Maurice com suas roupas reversíveis, Lilliputiens para os peluches e Elysta para brinquedos e móveis de madeira.

 

  1. Que conselho daria a uma mãe que acabou de chegar a Bruxelas (para viver) com um(os) filho(s)? || Pourriez-vous donner un (ou plusieurs) conseil (s) utile (s) à la mère qui vient de s'installer à Bruxelles avec ses enfants?

PD: Je suis moi même expat et je crois qu’il faut s’entourer d’autres mamans dès notre arrivée pour socialiser et pour y trouver du support en cas de pépins. N´hésitez pas non plus a partager des activités avec vos enfants: musées, activités en plein air, etc…

 

Eu própria sou uma mãe expatriada e acredito que devemos procurar e estar com outras mães como nós, o que se transforma igualmente numa forma de apoio em caso de necessidade. Não hesite em partilhar atividades com seus filhos: idas museus, atividades ao ar livre, etc.

 

Redes Sociais onde podem conhecer um pouco mais da vida da Pauline || Enfin et si vous le souhaitez, des réseaux sociaux où nous pouvons vous suivre:

----- BLOG // INSTAGRAM // FACEBOOK ----

maman bruxelloise maman a  bruxelles

 

Muito obrigada! || Merci bien! 😊

 

E Por Falar Em Gestão De Tempo E Organização Das Tarefas…

Os Desafios De Trabalhar A Partir De Casa

16.01.20 | Vera Dias Pinheiro

gestão de tempo e organização de tarefas pessoais e familiares

 

Falar em gestão de tempo e organização, por vezes, é apenas um grande flop. Ontem à noite, contrariando a tendência de deixar tudo para fazer no próprio dia de manhã – porque eu acho que, todos os dias, estou com a mesma energia para acordar as 6 horas, ajudava deitar-me mais cedo, é verdade! – ontem deixei tudo pré-preparado para o dia seguinte: os lanches e o almoço da Laura; a cozinha arrumada, a máquina da loiça a lavar, tudo varrido e pronto para que, no dia seguinte, apenas tivesse que fechar lancheiras e despachá-los – quando estou sozinha com eles ajuda ter esta organização para evitar ter que os acordar mais cedo e evitar sairmos atrasados.

 

Pois que tudo até correu relativamente bem, acordei mais cedo que eles, despachei-me, vestiram-se e descemos para o pequeno-almoço. Mas depois, sem saber nem como nem porquê, já tinha o chão completamente cheio de arroz e de carne, como resultado de ter entornado a marmita da Laura quando me preparava para aquecer o seu almoço. O arroz que é só a coisa mais enervante de limpar. Posto isto, entre refazer tudo, varrer e lavar o chão, já não houve tempo para seguir o tal plano organizado. Saí de casa com a cozinha desarrumada, fiquei até de mau humor e o dia, tal como se seguiu, já não foi da maneira que queria.

 

Contudo, eu também que o que aconteceu comigo hoje deve-se, em parte, ao facto de haver dias em que eu simplesmente “estou cheia” desta vida mais doméstica e em que sinto muito a falta de tempo para ser mais a outra parte de mim. Talvez sinta a falta de ajuda, como tinha aí da minha mãe, que era o meu braço direito e o esquerdo, que adiantava o jantar quando era preciso, que ia buscar os miúdos à escola quando eu estava atrasada com o meu trabalho, que os entretinha quando eu precisa ter momentos extra para ser proactiva, que segurava as pontas e me incentiva a não recusar certos convites para eventos ao final do dia.

 

Tinha mais liberdade de tempo e de responsabilidade até. Agora escrevo com o relógio à minha frente para que não passe a hora de sair de casa para os ir buscar. Hoje em dia, a minha “to do list” de um dia é coisa para levar dois ou três, depende se depois há uma consulta, algo que falte do supermercado ou algum recado para fazer.

 

Entretanto, eu sempre soube – e por isso, sempre dei tanto valor a essa ajuda – que esse período intermédio entre dois períodos distintos em que vivi/vivo em Bruxelas, era como uma espécie de férias, de pausa, de oxigénio para eu não perder a minha vida própria e acrescentar/evoluir sempre mais um pouco nesse campo. Da primeira vez aqui, tinha um bebé que chegou com três meses e, portanto, fizesse o que fizesse, tinha sempre um bebé literalmente agarrado a mim. Tudo o que fizesse por minha conta era antes dele acordar e do meu marido ir trabalhar – todo o meu exercício físico era feito entre as 7 e as 8 horas da manhã ou, então, ao finalzinho da tarde, quando o meu marido estava e eram dois dias por semana que tinha “livres” para o curso de francês e era algo que me fazia tanta falta na altura, ter momentos para estar só com adultos.

 

Hoje em dia, tenho mais um filho e ambos mais crescidos e não são dependentes de mim para os cuidados básicos, mas são dependentes para praticamente tudo na vida deles. O tempo que tenho - nem gosto de pensar nisso - resume-se as poucas horas por dia. Vivo com a sensação de não me conseguir entregar a 100% a nada, pois quando estou a chegar aí… o despertador toca e lembra-me que é hora de mudar o chip para outra tarefa.

 

Talvez por esse motivo, tenha vindo a crescer a vontade de trabalhar fora de casa, digo, de ter um emprego com horário fixo, pois exigiria uma outra organização da vida de todos, em que todos cediam mais um pouco para eu ter um pouco mais tempo. É como se assim fosse “legítimo”, entendem?  O que não faz qualquer sentido, mas, na prática e para efeitos de dia-a-dia, quem tem “tempo” livre sou eu. Entendem?

 

É certo que não consigo avaliar a correria de uma mulher que vive com o struggle de ter que gerir a vida pessoal com a profissional num emprego normal. Haverão sempre vantagens e desvantagens, isso é certo. Mas também sei que, por defeito humano, tendemos a achar que o outro tem sempre a vida mais facilitada que nós. E há uma coisa importante a reter: naquele momento em que estão no vosso trabalho, o tempo é vosso, é certo e é seguro – salvo as chamadas imprevistas da escola ou as doenças repentinas das nossas crianças. Deste lado, há uma luta constante para marcar território, um território que, muitas vezes, parece que só eu é que o vejo.

 

Entretanto, fui estudando mais sobre o mindfullness, porque sentia-me perdia e com muita dificuldade em me encontrar nesta fase, e foi assim abandonei o multitasking – aquela bandeira de comportamento que queremos tanto erguer - para me concentrar em menos tarefas no dia-a-dia. Assim, fui progressivamente conquistando de novo a sensação de satisfação por conseguir concluir uma tarefa, um propósito, um objectivo. Por vezes é algo tão simples como acabar uma apresentação, outras vezes, responder aos e-mails atrasados, fosse o que fosse, estava a conseguir ter a atenção e o tempo necessários para começar e acabar algo.  E assim, progressivamente fui encontrando alguma tranquilidade nesta correria, porque eu sentia-me mais completa e suficiente, para mim e para os outros.

 

Como consequência, umas das medidas que tive que tomar foi reduzir o número de posts no blog, passando de diários para 3 vezes por semana. E mesmo assim, há semanas em que não consigo cumprir seja o número ou os dias nos quais me propus escrever – segundas; quartas e sextas-feiras - como é o caso de hoje, uma quinta-feira e, afinal, estão a ler o post de quarta-feira 😉

 

Os obstáculos pessoais (de todos nós) são reais e não uma mera fantasia da nossa parte. E é preciso ter consciência disso e agir, porque a mudança, esssa, está apenas nas nossas mãos!  

 

A Primeira Festa De Aniversário Em Bruxelas | Vicente

A Festa De Aniversário Com Os Colegas De Turma

13.01.20 | Vera Dias Pinheiro

festa de aniversário em bruxelas

 

“Começa a semana a fazer o que mais gostas!”

“Começa a semana de sorriso no rosto!”

 

Está tudo certo! Contudo, hoje, cá em casa, a segunda-feira começou com uma espécie de nuvem negra e não estou a falar do tempo cinzento de Bruxelas. Estou a falar da crise matinal do Vicente que acordou a achar que era o menino mais infeliz do mundo, sem tempo para passear com os pais e sacrificado com a hora do acordar.

Por incrível que pareça - ou não - isto acontece depois de semanas de passeios, de tempo com os primos e os amigos, as celebrações do aniversário, a grande festa, a primeira em Bruxelas, com o seu novo grupo de amigos da escola. Logo hoje, o acordar fez-se cheio de argumentos para nós queixarmos da vida! É verdade e até parecia que o Vicente tinha passado a noite a matutar nestas coisas que o preocupam, pois foi a primeira coisa que me disse logo após o “bom dia, mãe!”. Primeiro era a catequese, ao domingo de manhã, algo que não lhe permite ter dois dias de passeio. E depois, o facto de em Bruxelas, atentem, as crianças terem que acordar demasiado cedo para irem para a escola.

 

  • Ponto número 1:  O Vicente não tem ido à catequese, pois tem sido o período de férias.
  • Ponto número 2: O Vicente é sempre o primeiro a acordar, e acorda muito cedo.

 

Mas hoje, o mundo desabava tal era a sua “ressaca” pós-festa e até a minha e eu nem participei nas actividades.

 

Foram mais de 20 crianças para uma celebração a dobrar de aniversário, um espaço aberto - e vigiado - para correrem para todo o lado com o êxtase e a energia que os miúdos nestas idades têm - várias vénias aos professores em geral e ao professor João em particular que faz milagres com 29 crianças numa sala que claramente não tem a dimensão necessária para que não se sintam uns em cima dos outros. Se há algo que salta à vista é o respeito que têm e a aprendizagem que tem sido feita numa aparente normalidade.

 

Nestas idades as festas de aniversário não se querem silenciosas, sossegadas e tranquilas. É tudo uma grande confusão, a energia, a necessidade de saltar e correr de todos e todos uns contra os outros é... assustadora. E o tom das vozes que se eleva e se contagia. Por isso, nada melhor do que reunir as condições para que tudo isto aconteça em segurança.

 

E ainda que sem grande experiência no assunto por aqui e sem ter participado em muitas festas de aniversário, o Vicente adorou uma em particular, ele e o colega dele com quem aproveitamos para celebrar o aniversário em conjunto - uma excelente decisão, já agora.

 

A festa teve lugar no Fôret de Soignes Sport e teve a duração de 3 horas, com duas actividades (a caça ao tesouro e o futebol), seguiu-se o lanche que era da nossa responsabilidade. Não existem muitas fotografias, pois, lá está, não há um momento em que as crianças estejam sossegadas para o click, e não há sequer tempo.

 

E, enquanto nós, pais, ficamos com a sensação de termo saído de um furacão, eles adoraram. Divertiram-se e brincaram, ou seja, tudo aquilo que é suposto. E é isso que importa. As festas nestas idades já não são para os pais, não há necessidade para muitas frescuras com decorações, mas é preciso cumprir o protocolo:

  • Ter guloseimas
  • Ter o saquinho da oferta do aniversariante
  • Ter o bolo de aniversário – óbvio!

 

No final, deu para ver que embora sejam muitos meninos e meninas, no fundo, dão-se todos bem e é um grupo engraçado. Fico ainda mais feliz por ver como foi boa a integração do Vicente na escola e nestes novos amigos. Como há ali meninos que gostam realmente do Vicente e como parece que já se conhecem há anos.

festa de aniversário em bruxelas

 

Continuo a ter os mesmo receios e preocupações em relação à dimensão da escola, a sua sub-lotação e forma como se tenta dar a volta a isso. Ainda assim, tenho que reconhecer que foi recebido por meninos e meninas que nunca fizeram diferença com ele, que o ajudaram quando ele não entendia quando falavam com ele em francês, que vão com ele à enfermaria de todas as vezes que os incidentes no campo de futebol acontecem e pelo excelente profissional que agarrou este grupo e que em momento algum passa pressão ou stress para os pais.

Também conheci pais e mães que juntos criamos uma rede que se apoia e que também são excelentes companhias para um café e bons parceiros de conversas.

 

Ser expatriado é (também) saber abrir o nosso coração e abrir espaço para dar oportunidade ao desconhecido, aprender a pedir ajudar e a estender a mão quando as dificuldades aparecem. Porque, acreditem, mergulhamos numa aventura que, na maior parte das vezes, é uma grande montanha russa sem rede de segurança.

 

Recordar a Festa de Anivérsário do Ano Passado aqui.

 

Bruxelles En Route: 24 Horas Em Paris. O Que Visitar?

10.01.20 | Vera Dias Pinheiro

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Desta vez o destino foi Paris. O desejo do Vicente em conhecer a Torre Eiffel e o facto de passarmos em Bruxelas parte das férias de Natal, foram o pretexto ideal para pegarmos no carro em direcção à cidade do amor, Paris, e ainda a tempo de ver as decorações de natal espalhadas um pouco por todo o lado.

 

Contudo, Paris é, como sabemos, uma cidade grande, com muitas atracções, recantos, bairros, etc., para visitar e a nossa estadia era curta, cerca de 24 horas, mais ou menos, uma noite e um dia. Portanto, o desafio era mesmo aproveitar o tempo ao máximo, tendo em conta que viajamos com duas crianças pequenas. Sendo que o ponto central da nossa visita era, inevitavelmente, a Torre Eiffel.

 

Tirando a Laura – vá, e o Vicente que era muito pequenino na altura e, por isso, não se lembra de nada – não era a primeira vez tanto para mim como para o meu marido. Porém, a dimensão da cidade e sua atmosfera e vida bastante próprias, fazem com que valha sempre (mais uma) visita. E passada aquela euforia em que visitamos tudo o que é ponto turístico mais importante, conseguimos passear de forma mais calma pela cidade, percorrer outros recantos, descobrir outras vidas e outros bairros não tão turísticos, se é que ainda os há.

 

ALOJAMENTO

Ficamos alojados num hotel – como foi tudo marcado em cima da hora, procuramos pelo preço mais razoável – e porque era apenas uma noite. Em família e por estadias mais longas, a nossa aposta tem sido sempre o AIRBNB.

  • Vantagens: ficarmos com dois quartos independentes e a sua localização - 13 ème arrondissement. Arriscamos pagar o pequeno-almoço no próprio hotel, tendo em conta o que poderíamos pagar fora, mas servem somente o essencial e, ainda assim, achei muito fraquinho. É o ponto menos positivo que tenho a referir.

Com a localização na designada Paris velha/antiga, tivemos a oportunidade de descobrir melhor esta Paris menos arranjada e moderna. Com lojas de comércio local, muitos locais de restauração típicos, senti que me cruzei com muitas pessoas não turistas e isso é sempre algo que eu gosto e que me faz sentir mais próxima da cidade e ficar a gostar mais, nomeadamente a zona Le Marais, o bairro emblemático de Paris.

 

Paris era uma cidade que me dizia muito pouco. Achava-a fria, grande e impessoal, com demasiados turistas e tanta coisa pensada para essas pessoas que vêm (e vão). Todavia, à medida que vou voltando, vou gostando sempre um pouco mais. Começamos a descobrir outros locais e outras zonas., saímos da confusão e deixamos de seguir o guia, para nos aventurarmos por nós próprios.

 

ROTEIRO PARA 24 HORAS EM PARIS (A PÉ):

  1. Museu do Louvre

Aqui, por exemplo, foi a primeira vez que visitamos esta zona de noite e foi absolutamente lindo e diferente daquilo que é durante o dia.

o que visitar em paris museu do louvre

 

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  1. Torre Eiffel

o que visitar em paris torre eiffel 2ème étage

 

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Muito importante, aqui sim, ter atenção aos bilhetes e comprar atempadamente, por dois motivos: evitar as filas na hora e evitar que chegam à bilheteira e esteja tudo esgotado. Nós compramos de véspera - grande erro – só conseguimos subir até ao 2ème étage, mas o problema mais não foi esse, pois a vista é já bastante desafogada. O problema maior foi termos comprado sem elevador, a única opção possível, e termos que levar tudo connosco, incluindo o carrinho de passeio da Laura. A boa notícia é que para descer podem sempre apanhar o elevador e, óbvio que, foi isso que nós fizemos.

o que visitar em paris torre eiffel

 

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  1. Rua de L´Université – onde dizem haver o melhor ângulo para as fotografias, por via das dúvidas, já tirei lá as minhas.

 

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  1. Jardim do Trocadéro
  2. Saint Germain des Prés
  3. Esplanade des Invalides et Jardim das Tulleries

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  1. Ponte Alexandre III

o que visitar em paris ponte alexander III

 

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  1. Caminhar pela avenida Champs-Élysées
  2. Chegar ao Arco do Triunfo

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Estes dois últimos foi para “picar o ponto”, já sabemos que são das zonas mais movimentadas, mas queríamos ver as luzes e as decorações de natal e, por ali, não se olham a meios, tudo em grande e tudo em bom.

 

DE BRUXELAS A PARIS:

  • Distância: +/- 3 horas de carro (contem com mais algum tempo à entrada de Paris, que pode ser realmente caótico e isso custar-vos, à vontade, mais uma ou duas horas).

Alternativa: TGV

  • Custos: c/Portagens: 14,40€ cada trajecto + Combustível
  • Parqueamento: Paris é das cidades mais caras em tudo, incluindo o estacionamento e pronto!

O ideal é fazerem bem as contas ao que podem gastar com e sem carro. No nosso caso, face ao número de dias, ao hotel ter estacionamento; ao não termos reservado bilhetes de comboio com tempo e à greve dos transportes, compensou largamente ir de carro.

 

Aqui fica mais um roteiro de passeio e, se gostam deste tipo de conteúdo, já sabem deixem o vosso comentário. É uma forma de sentir o vosso apoio e incentivo para trazer outros conteúdos deste género.

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