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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

Chutnify: um restaurante indiano de comida muito moderma.

30.10.18 | Vera Dias Pinheiro

Chutnify, restaurante indiano

 

Um restaurante de comida indiana. Era apenas isso que esperava. Mais ou menos semelhante a outros em que já tinha estado. Aceitei o convite, uma vez que não é um tipo de cozinha que coma com regularidade, mas que gosto, sobretudo porque as especiarias típicas dão um toque diferente, bastante típico, é que contribuem para quebrar a monotonia das refeições do dia-a-dia.

 

Contudo, ia reticente com a eventualidade de não poder adaptar a minha alimentação. E que ter finalmente encontrado o equilíbrio do meu organismo faz com eu pense muito, muito mesmo, nas ocasiões em que vale a pena colocar isso em causa. Desta forma, raramente toco nos alimentemos que entram em conflito com o meu organismo e tenho seguido o plano alimentar do meu médico.

 

Mas lá fui e sabem porquê? Porque aprendi a assumir com naturalidade a minha alimentação e, como tal, pergunto e questiono muito e são raras as vezes em que não me foram dadas alternativas. Desde que façamos uma alimentação com alimentos de verdade, não é difícil comer fora de casa. Pelo menos, eu não sinto isso.

 

Ora, no Chutnify não foi diferente. O primeiro contacto com o menu deixou-nos indecisos, afinal, era a primeira vez e não estávamos familiarizados com os pratos ou com os nomes. Mas depois, conversamos com a simpática empregada e percebi que era fácil não tocar no glúten e na lactose. A excepção foi a sobremesa, mas acabou por ser fundamental para “cortar” com o picante. Afinal, o pato é só dos pratos mais picantes da carta. Mas tudo certo, porque valeu bem a experiência sensorial.

 

Mas explicando como funciona, existem dois menus distintos, um ao almoço e outro ao jantar. E, se ao jantar, podem experimentar de tudo um pouco da cozinha indiana, ao almoço existem duas opções, os Thali e os Dosa, e não ficam nada mal seja com um ou com outro, como aliás podem ver pelas fotografias.

O meu marido escolhei um Thali de frango (Fotografias em galeria):

 

 

E eu, o Masala Dosa (Fotografias em galerias):

 

 

Neste menu, pagam o valor do prato que escolherem, THALI ou DOSA, e de oferta têm a sobremesa, a bebida e o café.

 

Situado num bairro residencial, próximo da Praça das Flores, agradou-me o facto de ser tranquilo, sem o stress das reservas e da lotação esgotada, o que nos permitiu desfrutar muito melhor do almoço. E também do espaço e isso, sem dúvida, contribuiu para a minha boa primeira impressão.

 

Chutnify, restaurante indiano

 

 

A decoração do restaurante é particular, o espaço acolhedor e não demasiado grande. Fiquei com curiosidade para voltar ao jantar e ainda com mais vontade de comer novamente o pato. Uma mistura picante, bem condimentada, com o estaladiço da massa do crepe... my kind of food.

 

 

Interior do restaurante - imagens em galeria:

 

Assim, intolerantes ao glúten e à lactose podem ir e pessoas em regime idem. O meu marido substituiu o tradicional arroz pelo “arroz” de couve flor.

 

 

Espero não ter sido sorte no dia, mais calmo, mas que o Chutnify seja mesmo uma opção para escapar à confusão, comer bem e estar num ambiente acolhedor e com personalidade.

 

Fica a sugestão!

Passei do detestar ao agradecimento pela chegada da segunda-feira!

29.10.18 | Vera Dias Pinheiro

segunda-feira

 

 

 

Eu era aquela pessoa que detestava as segundas-feiras, aliás, ao domingo à tarde, eu começava a sofrer com ansiedade. E, nessa altura, é certo que eu tinha todo o tempo para mim. Tinha a minha casa própria, vivia sozinha, não tinha filhos e nem animais de estimação. Aos fins-de-semana ninguém me acordava, ninguém ditava os meus horários ou as minhas rotinas e se quisesse ficar um dia inteiro no sofá, ficava.

 

Mas não era feliz com a segunda-feira. Não era feliz na minha rotina de segunda a sexta-feira, isso era um facto. Depois, claro que anulando a causa do meu mal-estar, as semanas e os fins-de-semana passaram a ser dias mais ou menos iguais para mim. Não haviam oscilações no meu estado de espírito e isso já me deixava, sem dúvida, muito feliz.

 

De a algum tempo para cá, comecei a sentir uma espécie de agradecimento quando a semana começa e mais precisamente quando fico sozinha no carro depois de ter deixado a Laura e o Vicente na escola. É mesmo um “ufaaaa” que me sai de forma inconsciente e natural. A maternidade transforma-nos, sem dúvida e vivemos fases diferentes em relação à mesma.

 

Nesta fase em concreto, sinto que preciso eles precisam muito da minha presença e que sinto que quando os vou buscar da escola eles precisam realmente de mim. Precisam conversar sobre o dia deles, precisam de brincar com as suas coisas e precisam da minha atenção. Sinto que a vida familiar está mais envolvida nos quatro, que já é possível dividir tarefas e, no fundo, estou também a viver uma fase bastante apaixonada, por assim dizer. Sinto que, de certa forma, já recuperei do impacto do primeiro ano de um filho e que vivemos todos uma nova fase.

 

Contudo, ao mesmo tempo, toda essa intensidade faz com que, ao mesmo tempo, regressar a casa na segunda-feira com os filhos já na escola, camas feitas, casa em ordem, o meu espaço intacto (pelo menos por umas horas), o meu silêncio e a minha concentração… São coisas que eu valorizo muito e que são fundamentais. Portanto, sinto um certo agradecimento interior com a chegada deste dia, especialmente este dia!

 

E eu sou uma pessoa que gosta de estar em casa, que se entretém bem sozinha, que não sofre de solidão ou de falta de concentração por estar em casa. Para já, resulta super bem e eu consigo gerir muito melhor o meu tempo. Claro que num dia mais agitado, em que eu ando mais tempo fora de casa, no final do dia, eu pago caro. Mas daí a importância das escolhas que eu faço e colocar na balança os prós e os contras e perceber quem é que ganha mais determinada acção, se eu ou os outros.

 

Com o tempo que tenho ganho com as escolhas que tenho feito, passo grande parte dele a reflectir, sobre mim, os outros e os meus objectivos. Tenho tempo para ir fazendo pequenos ajustes na minha vida para que não me desviei das coisas que me fazem feliz e que realmente me preenchem diariamente. E eu sou uma pessoa “pacata”, considero-me de bem com a vida e acho que sou muito boa a chutar os problemas para canto, focando nas coisas boas, porque elas existem sempre! Nunca duvidem disso! Seja no momento ou mais à frente, é importante encontrar o motivo bom por detrás de coisas que nos acontecem. E aí que a vossa vida muda, quando deixam de se concentrar no problema para se focarem no “copo meio cheio”.

 

Quando tirei a minha licença sem vencimento, quando fui mãe pela primeira, quando mudei de país e, no imediato, foi como se a minha vida estivesse a dar um passo atrás, afinal, ia ficar sem nada e dependente de um marido, sem um plano B ou C ou D na manga. Neste momento, as coisas podiam não ter tido um desfecho feliz. O facto de não ter tomado as decisões com base no que viria a seguir, ter sido sempre tudo às cegas, sem nada seguro ou definido, para mim, no dia seguinte. No fundo, eu limitei-me a confiar no meu instinto e na pessoa que tenho a meu lado. E, em cinco anos, construi tanta coisa a título pessoal, tive um segundo filho e de mãe em exclusivo passei a ser mãe que agradece a segunda-feira, porque os miúdos regressam à escola e ela precisa de tempo para si, para o seu trabalho e para tudo o resto.

Se eu tivesse ficado na ideia negativa de que ia deixar de ser independente financeiramente, que, de repente, iria dedicar-me a 500% a um filho, sem qualquer horizonte ou, pior, se o meu casamento – para quem conhece a história, sabe que até à ida para Bruxelas, a minha relação foi sempre à distância e, para além disso, todos sabemos que um filho pode ser uma bomba relógio numa relação – e se o meu casamento não tivesse resultado?

 

Percebem a ideia aqui? Eu acredito veemente que o positivo atrai o positivo, como também acredito que as segundas-feiras salvam as mães de fins-de-semanas intensos e exigentes, como este nosso que passou.

 

Tenho quase a certeza que a Laura passou mais tempo a chorar do que a falar, mais tempo ao colo do que a andar, mais tempo a desarrumar o quarto do que a adormecer, se soubessem que despejou um frasco de água de limpeza deles e que se besuntou com a cera do cabelo do irmão, isto tudo às escuras no quarto... enfim… são os intensos dois anos, nada de mais, não é verdade? 😊

 

Boa noite!

Apresento-vos o casaco de outono de todas as Super-Mães!

26.10.18 | Vera Dias Pinheiro

casaco de outono C&A

 

 

Está mesmo aí chegar a frente fria, que traz consigo o ar polar. Segundo o que li e ouvi, a descida da temperatura vai ser abrupta e até é possível que neve nas zonas mais altas. E a verdade é que, ainda hoje andei em mangas de camisa, pois, por muito que deseje o outono, não há como negar que tem estado mesmo bom tempo.

 

Bom, mas dado estas notícias, parece que vou poder tirar do meu armário o meu casaco de Super-Mãe.  

 

Se as mães fossem autênticas Super-Heroínas de capa e tudo, então, na minha opinião, a capa seria este casaco que tenho o prazer de vos apresentar. São conhecidos por Puffers e comprei a um preço incrível numa loja da marca C&A.

 

Eu escolhi esta cor, assim a atirar para o branco, sem ser branco cal, mas existem várias.

 

 

 

 

 

Eu gosto de aproveitar, mais ou menos, o início das colecções para encontrar este tipo de coisas. Acho que encontro mais variedade e todos os tamanhos de todos os modelos, mais coisa, menos coisa. E, ainda que, a minha ideia de casaco de outono não fosse bem esta, todos os outros ficavam-me um pouco grandes.

 

Voltei a dar uma volta pela loja, fiz um reset mental relativamente às minhas escolhas e lembrei-me que, chegada esta altura, eu tenho alguma dificuldade em sentir-me prática, confortável e, ao mesmo tempo, quente, no virote que é o “pôr e tirar” os miúdos do carro; o carregar sacos e mochilas; o andar sempre de um lado para o outro; etc. Não tinha nenhum casaco prático o suficiente, que não fosse demasiado volumoso, estruturado, cumprido ou curto demais.

 

E o que estes Puffers têm de incrível é que, para além de serem acolchoados, são ultraleves. E vem com duas peças: o casaco e um capuz para proteger da chuva. Um plus para mim, pois o chapéu de chuva e as crianças é coisa que não combina, pelo menos, para a mãe – já que eles, garantimos que estejam sempre os mais protegidos possível. O chapéu de chuva e o dar a mão, ou o colo ou o segurar as mochilas, tudo de um e do outro, é uma complicação.

 

casaco de outono C&A

 

Estava indecisa em relação à cor, esta ou preto, e, embora já tenha tido casacos do género impermeável, nenhum era tão quente, macio e confortável quanto tenho sentido com este. É perfeito para usar para todo o lado e, se de repente ficar calor, conseguimos arrumá-lo facilmente numa mala mais espaçosa ou numa mochila.

 

Enfim, para já, não lhe vejo nenhum defeito e veio mesmo preencher uma necessidade que eu tinha. Já o tenho usado nas manhãs mais frescas, que já ficaram mais fresca, para já, apenas com uma t-shirt por baixo, mas quando arrefecer, ainda consigo vestir uma camisola ou um casaco.

 

Não sei se vocês são, ou não, consumidoras deste tipo de casaco, eu não era até ao dia em que o trouxe. E, a partir de agora, tenho a certeza que, quando este se estragar, será substituído obrigatoriamente por um novo.

 

Sinto-me leve que nem uma pena, pronta para responder a todas as solicitações, sem me sentir atrofiada, cheia de roupa ou presa dos movimentos. Para atrapalhar já basta o frio e a chuva.

 

casaco de outono C&A

 

 

Se ajudar, deixo-vos o link directo para a loja online para verem o modelo, encontram toda descrição e as cores disponíveis.

 

Boa noite!

As massas são muito mais que uma refeição, são uma experiência!

25.10.18 | Vera Dias Pinheiro

Dia Mundial das Massas

 

Esparguete, fettuccine, penne, tagliatelle, fusilli, gnocchi, massa recheada, massa com letras ou massas com vegetais. Roma, Florença, Veneza, Verona, Bari ou Nápoles. Tanta massa e aposto que ainda me esqueci de alguma. Tantas cidades diferentes e sempre a mesma vontade de ir,  conhecer e experimentar a gastronomia. Pela sua variedade e pela multiplicidade de formas que existem para a comer, tenho a certeza que dificilmente haverá alguém que não encontre uma massa à sua medida.

 

Dia Mundial das Massas

 

Mas não se trata apenas de Itália – há quem adore o país sem nunca ter lá ido - pode ser a nossa casa, pode ser aquele restaurante mesmo bom que descobrimos numa viagem a um outro destino, pode ser a receita que quisemos experimentar depois de ter visto num programa de televisão ou simplesmente um desenrasca de última hora por ser tão rápido e fácil de preparar. No fundo, pasta pode ser aquilo que nós quisermos.

 

Com vinte e um anos fui para a cidade de Trieste, em Itália, para fazer o meu Erasmus e por lá fiquei cerca de nove meses.  Assim que fiz a minha primeira refeição num restaurante veramente italiano, rapidamente apercebi-me que eu não sabia nada de nada a respeito das massas. E, talvez por isso, a pizza estava no topo das minhas preferências. Agora, fico complemente rendida quando me apresentam um prato de pasta a sério. Confeccionada da forma certa, al dente, com os ingredientes e os temperos certos, é de comer e repetir!

Depois dessa experiência, já perdi a conta ao número de vezes que viajei para Itália, primeiro sozinha e depois em família. E diria que não foi difícil convencer os meus filhos a experimentar as massas. Especialmente quando podem escolher o tipo de massas que querem e os ingredientes, como se estivessem a construir o seu próprio super-herói. Tudo funciona nesta perspectiva e, cá em casa, já se sabe que um dos alimentos responsáveis por dar energia são as massas.

 

viajar em família em itália

 

Todavia e, voltando a Trieste, a nossa senhoria, uma senhora já de alguma idade, fazia gosto em nos ensinar algumas coisas. Uma delas foi a preparação da massa fresca para a lasanha. Até aí, eu ainda não sabia a diferença entre a massa tradicional, que compramos no supermercado, e a fresca… E, de seguida, que a massa não é apenas o esparguete.

 

Mas as crianças são talvez os “clientes” mais difíceis de agradar. Em determinadas idades, são mesmo os mais esquisitinhos no que toca às refeições e são aqueles que mais contribuem para o exercício da nossa criatividade. Ufa! Que não pode haver um legume mais estranho no prato, que já não comem, mesmo que comam na sopa. Às vezes, o segredo é mesmo tornar uma refeição divertida, por exemplo, brincar com a apresentação do prato, fazer carinhas, desenhos, etc.

 

As massas de legumes, massas com formas divertidas e de cores diferentes, nomeadamente, ajudam-nos a convencer uma criança quase a partir do impossível.

 

alimentação infantil

 

Dia Mundial das Massas

 

A comida tem alma e nutre o nosso corpo, por isso valorizo tanto que não haja stress à mesa. Quero que eles cresçam com uma boa relação com a comida, pois isso irá permitir-lhes absorver o melhor que os sabores e a gastronomia têm para nos oferecer. Meras memórias de umas férias, de um jantar entre amigos, um momento especial ou uma viagem incrível.

 

Por tudo isto, como não celebrar o Dia Mundial das Massas?! Claro que faz todo o sentido! É uma forma de celebrar um imaginário rico e variado, para o qual as massas, os aromas, os sabores, nos transporta. Neste aspeto, as massas são muito mais que uma refeição, são uma experiência e uma constante descoberta!

 

Dia Mundial das Massas

 

 

 

*Este conteúdo contou com o apoio da marca Milaneza.

Dois dias em Barcelona, uma pausa e a primeira viagem sozinha.

24.10.18 | Vera Dias Pinheiro

hotel h10 art gallery barcelona

 

 

Têm-me dito, algumas vezes, nos últimos tempos, que estou mais bonita. E, sem querer parecer convencida ou algo do género, eu concordo. Eu sinto-me mais bonita neste momento do que qualquer outro momento da minha vida. Será estranho dizer isto?

 

Sinto-me bem comigo e estou numa boa fase a nível pessoal, de mim para mim. Gosto de mim e talvez, a segurança da idade me faça perder “a vergonha” de o dizer. Eu admiro as mulheres que cuidam de si, que gostam de si e que transmitem isso de forma natural a quem as rodeia. Cruzo-me diariamente com mulheres muito mais velhas do que eu, no ginásio, e a verdade é que as admiro muito mais do que a qualquer miúda mais jovem.

 

E centrando-me na parte prática da coisa, por assim dizer, eu sempre gostei dos cremes e tenha muita curiosidade com os “antes e depois” dos tratamentos estéticos. E o motivo era, e é, apenas um: a possibilidade que nos oferecem em melhorar ou corrigir algo em nós. Porém, eu não tinha o nível de informação que possuo neste momento e isto muda tudo. Muda especialmente a minha perceção deste universo onde praticamente tudo é possível. Ter a oportunidade de conhecer o lado de lá de certas marcas traz-me uma enorme confiança, por um lado, mas, por outro, é decisivo para sabermos onde devemos apostar para os resultados que queremos alcançar. Mas falar destes temas parece sempre causar alguma sensibilidade.

 

Quem se cuida, parece mal e é sempre olhado de lado. Regra geral, a ideia é achar que aquela pessoa tem uma mina de ouro em casa. Quem assumidamente tem o seu momento para se cuidar, é visto como sendo uma privilegiada.

 

Quando, no fundo, é corrijam-me se estou errada, eu acho que todas gostávamos de ter as mesmas oportunidades e de conseguir cuidar a sério de si com resultados realmente visíveis. E, às vezes, em vez de procurarmos as informações, limitamo-nos a criar este tipo de estereótipos em relação aos outros.

 

Claro que existem certos tratamentos que são direccionados para pessoas com um certo poder económico. Mas também estão ao alcance de quem gere a sua liquidez financeira tendo o “auto-cuidado” como uma parte importante da sua vida.  Ainda assim, importa referir que, tal como não começamos a construir a casa pelo telhado, nesta matéria, a oferta é tão grande e tão variada que será certamente suficiente para muitas de nós. Na minha opinião, aquilo que é importante é não nos acomodarmos ou darmos como adquirido as coisas que nos incomodam ou que herdamos com as experiências da vida ao longo do tempo, desde uma cicatriz, uma estria, às rugas ou à gordura localizada.

 

Não criticamos quem vai ao cabeleireiro, pois não? Onde, se não estivermos atentos, gastamos uma pipa de massa, portanto, quando se fala de estética e cosmética o meu raciocínio é um pouco idêntico. Tão idêntico quanto o facto de uma pessoa adaptar esses mimos às suas possibilidades económico-financeiras.

 

No caso, eu gosto de falar destes assuntos. Aliás, gosto cada vez mais à medida que vou tendo mais conhecimento nesta área da cosmética farmacêutica.  E a minha ida a Barcelona teve como propósito precisamente conhecer in loco os laboratórios da marca de cosmética farmacêutica, Mesoestetic. Uma marca de referência ao nível das marcas que eu mais aprecicio no que toca aos cuidados que tenho com o rosto.

 

A Mesoestetic é expert e pioneira na área dos despigmentantes, mas com um know how elevadíssimo nos produtos de cosmética, nos medicamentos e nos injectáveis. Dei de caras com uma linha de produção rigorosíssima e com procedimentos bastante apertados quanto às normas e à segurança. E isto, sem dúvida, só me trouxe ainda mais segurança enquanto consumidora.

 

  • Visita à fábrica (imagens em Galeria):

 

 

Numa visita de dois dias, o segundo dia teve um momento para usufruir de um tratamento ao rosto com produtos exclusivos da marca. O tratamento teve dois momentos, um mecânico (com o aparelho ex libris Genesis) e outro manual, e os resultados foram imediatos: pele revitalizada, oxigenada, mais firme e muito mais luminosa.

 

mesoestetic barcelona

mesoestetic barcelona

 

 

 

E é assim que vale a pena. Quando investimos o nosso tempo e o nosso dinheiro e quando tomamos a decisão de passar ao nível seguinte, o dos tratamentos, queremos: conseguir algo que, em casa apenas com os cosméticos não conseguimos; e, acima de tudo, resultados na hora que, de certa forma, validem esta nossa decisão!

 

  • Por Barcelona (imagens em Galeria):

 

 

Talvez por estar a entrar na “fase oficial” de pensar a sério na prevenção do envelhecimento, talvez por sentir-me “despachada” da maternidade, tendo a Laura já dois anos e meio, eu penso que agora é o meu momento. Isso e o up-grade que a maturidade e a idade nos traz. Eu vou cuidar de mim sem preconceitos e vou gostar de mim.

 

E, já agora, passar um ou duas noites, de tempos a tempos, sem filhos, só para recuperar do desgaste diário do modo “abóbora-mãe” 😊

 

Boa noite.

 

 

 

*Um agradecimento especial à Mesoestetic pela experiência que me proporcionou. 

Halloween assustadoramente delicioso | Pão de Abobóra com Especiarias

22.10.18 | Vera Dias Pinheiro

diy festa de halloween

 

O Halloween é actualmente uma festa e, quer se goste mais ou menos, a verdade é que também já faz parte das nossas “tradições”. E, por isso, pode ser muita coisa e festejado de várias maneiras diferentes. Cá em casa, embora não seja uma tradição que levemos muito a sério, acabamos por entrar no espírito porque sabemos que logo a seguir chega o Dia de Todos os Santos. E aqui sim, sentimo-nos em casa ou não fossem as broas da avó Zélia um sucesso garantido e muito desejadas o ano inteiro – falaremos disso daqui a alguns dias!

 

Mas mesmo para os mais cépticos em relação ao Dia das Bruxas, a verdade é que faz parte da história, é uma tradição bastante antiga, que, na sua origem, até nem tinha nada a ver com bruxas ou abóboras. Isso, e juntando o Doce ou Travessura, são tudo adaptações que foram sendo feitas ao longo do tempo e que foram tornando esta festa algo mais social e de convívio. Nós tivemos a oportunidade de estar em Londres nesta altura do ano e foi muito engraçado. De facto, havia toda uma magia pela forma como crianças e adultos levavam a sério a tradição. Muitos mascarados, seres vindos da profundezas e outros bem fofos em busca do seu doce e preparados para uma travessura caso tal não acontecesse.

 

Para mim, com crianças, tudo tem mais graça e até dá mais vontade de fazer. Portanto, de uma forma ou de outra, seja ou não o nosso forte, assinalamos este dia. Eles entusiasmam-se com os preparativos e eu entusiasmo-me com eles. Fácil, não é?

halloween

 

No ano passado, fiz com eles decoração de abóboras e foi muito divertido. Há um vídeo que registou o momento, este aqui! Este ano, optei por ir com eles para a cozinha, estão mais crescidos e eu gosto cada vez mais de os envolver nas tarefas de casa, em todas!!! Mas sendo o Halloween conhecido pelas abóboras, decidi preparar uma receita de pão/bolo com esse ingrediente como principal. Talvez, ainda entusiasmada com a pesquisa que fiz para este post.  

 

  • Passo-a-passo da receita (passem a galeria para ver todas as imagens):

 

  • Resultado Final:

 

bolo de abóbora saudável

Bolo de Abóbora com Especiarias

 

Ingredientes:

250gr de abóbora cozida e reduzida a puré

3 ovos

100gr de miolo de nozes moído

200gr de farinha para bolos s/gluten

1 c. de chá de fermente em pó (s/gluten)

1 dl de óleo de coco derretido

100gr de açúcar de coco

1 c. de café de canela em pó

1 c.de café de gengibre em pó

 1 c. de café erva doce

Forma formato de bolo inglês 

 

Preparação:

Ligar o forno a 180º;

Numa tigela, misturar a farinha, o fermento, o açúcar e as especiarias;

Juntar os ovos e misturar;

Depois adicionar o puré de abóbora, o óleo de coco e o miolo de nozes. Mexer muito bem;

Por fim, coloque a massa na forma e leve ao forno durante 45 minutos.

Deixar arrefecer e servir decorado a gosto. 

 

 

E se as receitas com abóbora foram o mote para a celebração do Halloween deste ano, a última ida ao Jumbo contribuiu com o resto. Surpreendida com uma vasta e interessante oferta de artigos, roupas e de tudo mais, acabei por decidir fazer todo um lanche temático. Entre viagens dos pais e com o tempo a passar à velocidade da luz, decidimos abrandar e passar tempo de qualidade a quatro. Para além disso, o Vicente farta-se de perguntar quantos dias faltam para o Halloween e faz-me imensas perguntas sobre esse dia. E se eles não se assustam com nada disto, divertem-se muito e isso é mesmo o mais importante!

 

  • Imagens da decoração em galeria, passem para direita para ver:

 

 

diy festa de halloween

 

Os dias também começam a pedir mais momentos destes, passados em casa, mas isso não significa que tenhamos de nos divertir menos ou de passar menos tempo com as pessoas de quem gostamos. Muito pelo contrário, trazê-los para junto de nós e os convívios caseiros são do melhor que há. São mais intensos e com mais proximidade do que quando vamos para um local barulhento em que as conversas se dispersam e o tempo passa com a sensação de não ter sido bem aproveitado.

 

Eu sou suspeita, pois adoro esta altura do ano e tudo serve de pretexto para proporcionar mais momentos destes. Mas isso também já não é novidade nenhuma para quem me segue por aqui. Verdade?

 

Ah! Estão a espera do veredicto do bolo, bom, foi uma estreia absoluta, foi uma mistura e adaptação de várias receitas, aproveitando tudo o que tínhamos em casa e… ficou de-li-ci-o-so!!!

 

 

Regresso à nossa infância: as marcas do antigamente!

19.10.18 | Vera Dias Pinheiro

marcas de antigamente.png

 

 

Esta semana fiz uma pergunta no instastories - e, por falar nisso, se ainda não me seguem por lá, façam-no, sim? Estou por lá com o meu nome @vera_d_pinheiro - que foi saber "quais as marcas da infância mais marcantes". O que acabou por se tornar um momento muito giro, mas igualmente nostálgico. 

 

Foi tão bom que dei por mim à procura das embalagens do nosso tempo na internet. E, daí, a querer partilhar com vocês o resultado aqui no blog e até saber que outras marcas icónicas, porque devem existir, ficaram por mencionar.

 

No meu tempo, haviam sumos ao lanche, iogurtes que levavam açúcar e bolachas partidas aos bocadinhos. Comi Chocapic e bebi muito Nesquick e o pai da minha melhor amiga da escola primária trabalhava na mítica Panrico, imaginem só... Mas também andava muito de bicicleta, tive o privilegio de brincar muito na rua, de pular, saltar e correr. Acho que não existiam crianças sedentárias e a televisão servia apenas para nos entreter no lanche, pois aquilo que nós queríamos mesmo era ir para a rua brincar. 

 

Comia sempre sugos e línguas de gato, que vinham num canudo de cartão, de cada vez que visitava os meus avós. E a minha querida avó fazia umas roscas com as sobras da massa do pão que não resistiam para contar história após a nossa chegada. Haviam batatas fritas, das caseiras, pois, na altura, tudo o que comíamos vinha da terra e, por isso, acho que mesmo com tudo isto que comíamos de pouco saudável, não fez de nós crianças menos saudáveis e equilibradas. No nosso tempo não se falavam nos perigos do açúcar e nem se sabia o que eram os produtos biológicos. 

 

Eramos felizes à mesma e há marcas que marcaram a nossa infância sem dúvida alguma. Marcas que, algumas delas, se mantiveram até hoje, que se reinventarem e algumas, comentamos já nada ter a ver com o saber da nossa altura. E ainda bem que assim é, porque quando temos a oportunidade de juntar na mesa ou numa roupa que vestimos essa memória que nos ficou de quando eramos da idade dos nossos filhos, é uma alegria. É uma partilha e uma história que se conta. É ou não é verdade? 

 

 

Sendo assim, aqui fica o best of das marcas do antigamente.

 

 

Nesquik.jpgsunquick.jpg

 

umbongo.jpg

regina.jpg

playmobil.jpg

pequeno ponei.JPGcapri sonne.jpg

 

nestum.jpg

tulicreme.jpgmimosa.jpg

milaneza.jpg

lego.jpg

Cerelac.jpg

Cenoura.jpg

 

 

Se, se lembrarem de outras para acrescentar à lista, deixem nos comentários e eu faço um segundo post.

 

Boa noite!

 

 

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