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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

Equinócio de Primavera | As mudanças...

20.03.18 | Vera Dias Pinheiro

A partir de hoje, os dias serão maiores, haverá mais sol, as temperaturas vão subir e o nosso estado de espírito irá alinhar-se com o Equinócio de Primavera. Se Deus quiser! E sem sequer me ter lembrado disso, esta foi a semana em que decidi (mais uma vez) empenhar-me em mudar as minhas próprias rotinas.


Para quem está de fora, é muito bonito ser freelancer. É espectacular ter flexibilidade de horários e toda uma disponibilidade para, no fundo, fazer o triplo das coisas que fazia antes. E antes que o nervoso miudinho de algumas pessoas dê sinal, peço-vos leiam este post até ao fim. 😊


Estamos em março e foi precisamente há um ano que me iniciei como trabalhadora por conta própria. Foi, sem dúvida, um ano muito importante para perceber se estava apenas a ser sonhadora ou se, de facto, esse sonho teria pernas para andar e se esse caminho me levaria até onde quero chegar (profissionalmente). Foi um ano em que dei tudo o que tinha e não tinha, em que arranjei tempo para tudo e para todos, em que batalhei para não deixar a família para trás, mas também estava fora de questão fazer as coisas pela metade.


Consequentemente, foi também o ano em que deixei de ter rotinas, em que perdi a minha organização com todos os impactos que isso tem nos mais variados campos. O cansaço levou-me a ter muito menos paciência, o grau de exigência com o nível do meu trabalho fez com passasse pela cama, muitas vezes, apenas por um par de horas, e o facto de querer fazer tudo, fez-me perder a noção dos horários. Por exemplo, a única refeição certa do dia era o pequeno-almoço, a partir daí, era conforme os dias, o trabalho, a família, as urgências e tudo o resto.


No final do ano (de 2017), atingi o meu limite ou, pelo menos um deles. E, desde então, tenho tentado arduamente que os meus dias, mesmo com todas as suas particularidades, tivessem alguma normalidade de horários, uma rotina, alguma tranquilidade para deixar de fazer as coisas em cima do joelho e sempre no meio do caos. Mas admito que não tem sido fácil - pelo menos, tem sido mais complicado do que eu pensava.


Contudo, quando o Vicente e a Laura adoecerem agora recentemente, sinto que voltei a atingir mais um limite, aquele em que o nosso corpo começa a disparar sinais para todo o lado.  Os mesmos sinais que fomos ignorando e que agora nos obriga a parar e a pensar como iremos fazer as coisas daqui para a frente.


Foi aí que percebi que, em primeiro lugar, preciso estar mais atenta à minha saúde, processo esse que só agora começou. Em segundo, adoro o que faço e que essa misão tem de ter a constância e a exigência de qualquer outro trabalho. Portanto, é preciso ganhar ritmos de trabalho que já não se coadunam com o ir aproveitando os bocadinhos de tempo aqui e ali, e para o qual que preciso estar descansada e com energia. Em terceiro, não consigo estar constantemente a andar de um lado para o outro, porque, no fundo, a maioria das vezes, eu não tenho retorno algum a não ser acumular mais trabalho, mais cansaço e menos tempo para a família. Em quarto, é urgente regressar aos bons hábitos de sono, porque isso é algo que realmente começa a preocupar-me um pouco devido a todos os malefícios que dormir pouco tem para a nossa saúde, quer física quer mental. Em quinto e por último, preciso alimentar-me bem e isso tem a ver especialmente com os horários e a quantidade de água que (não) bebo. Mas para isso também é preciso tempo, tempo para a minha cozinha.


Portanto, depois de um ano de grandes conquistas e de provas dadas, está na altura de organizar toda esta confusão à minha volta e na qual eu própria me deixei envolver. Esta segunda-feira voltei a programar o despertador para pelo menos dormir 7h por noite. De manhã, em vez de pedirmos ao Vicente para dormir mais um pouco, somos nós que nos levantamos mais cedo. O Vicente sai com o pai, eu conto com a ajuda da minha mãe para tomar conta da Laura e retomei o meu hábito de ir ao ginásio de manhã, o que torna os meus dias mais cumpridos e produtivos. Estou mais selectiva nos compromissos que tenho fora de casa, racionalizo muito mais o custo-benefício das coisas e estou mais consciente do tempo que não quero abdicar da família. E, no fundo, tudo isso envolve uma maior capacidade de fazer escolhas.


No entanto, hoje, que é também o dia da felicidade, não posso deixar de sorrir porque há um ano atrás, independentemente da certeza que eu tinha dentro de mim, tinha pela frente um caminho cheio de incertezas. Havia o medo, sim; porém, nunca foi megalómana, nunca me preocupei com aquilo que os outros têm ou fazem. Eu fui fazendo o meu caminho, usei a minha intuição e, acima de tudo, olhei para além do óbvio e do que tenho a minha volta. E é para lá que me estou a dirigir, aos poucos e sem pressa. 


E subjacente a tudo isto está uma gratidão enorme por cada conquista, por cada trabalho, por cada voto de confiança, por cada elogio, por cada incentivo e naturalmente por ter acreditado sempre que vou ser capaz e nunca ter baixado os braços!


O que tenho actualmente (e que não se mede nas coisas tangíveis e materiais) é muito melhor do que aquilo que eu alguma vez tive, isso sem dúvida. Agora, só me resta aprender a gerir esta casa sem me esquecer de mim! Certo? Certo!!!!! 😊

Boa noite.



Fotografia tirada na maravilhosa Quinta de La Rosa, no Pinhão (Douro)


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Especial Dia Do Pai: Os Lugares Da Sua Infância

19.03.18 | Vera Dias Pinheiro

 

Quando nasce um filho, nasce também um Pai (e uma Mãe) e quando nasce o segundo, o seu amor também se multiplica. Contudo, o tempo e a maturidade fazem-me entender o quão difícil se pode tornar o seu papel, encontrar o seu lugar e até encontrar a sua forma de agir. E no dia de hoje - Dia do Pai - nunca é demais falar sobre este assunto.

 

E, por vezes, o mais fácil pode ser tornar-se o amigo, o companheiro de brincadeiras, mas o seu papel deve ser acima de tudo o de ser Pai. E a partir daí, pode ser o Pai-amigo, o Pai-companheiro, o Pai-cuidador, etc… Porque os filhos precisam sentir a segurança, a confiança e a autoridade do Pai. E sim, eu sei que no início, as mães podem tentar (inconscientemente) manipular tudo, tentar controlar todas as variáveis e todas as situações, que deixam mil recados e, no final, o pai pode sentir-se confuso e com uma pressão enorme para não falhar.

 

Porém, se há coisa que aprendi é que somos melhores Mães e Pais quando tentamos, falhamos e voltamos a tentar até acertar. E que o trabalho de equipa é muito melhor e mais eficaz do que o trabalho de um só. E que dividir as tristezas e o cansaço permite gozar as alegrias com maior satisfação e entusiamo.

 

E como se isto não bastasse, há coisas que só os Pais sabem fazer. E no que toca aos filhos não existem papéis principais e papéis secundários. Os Pais podem não se dar conta, mas o tal brilho de que falam quando os filhos olham para as mães, ele também existe quando o pai chega a casa, quando o pai os agarra ao colo, quando cuida deles, quando está presente nos eventos da escola, quando chega a casa a tempo de dar banho… O brilho existe quando o Pai está presente e é Pai, porque o seu lugar é único e insubstituível.

 

O Pai dos meus filhos teve uma Super-Mãe que foi Mãe e Pai praticamente toda a sua vida. Acredito que estas situações possam causar alguma insegurança quando, mais tarde, o filho se torna Pai. Acredito que se caia na tentação de procurar um modelo que não se teve e que a alternativa seja talvez, delegar com medo de errar. Mas a parte boa é que…

 

quando nasce um filho nasce também um Pai e pode nascer um Pai totalmente do zero, sem referências ou padrões. E que isso poderá até ser muito bom! Nasce um pai que pode ser o que ele quiser para os seus filhos e que, acima de tudo, confie que ele é capaz.

 

E foi um pouco por tudo isto que neste dia do Pai, eu lhe propus um desafio. Pedi-lhe que mostrasse ao Vicente e à Laura alguns dos locais mais marcantes da sua infância. E, no fundo, dar mais um pretexto para que juntos, os três, fortalecessem ainda mais a sua cumplicidade e que o regresso às origens junto dos filhos contribuísse para reforçar a sua auto-confiança. Até porque os pais não se querem perfeitos! 😊

 

E com um Pai alfacinha, a verdade é que não foi preciso ir para muito longe. Com um domingo generoso de sol – vá lá – andamos entre o Lumiar, o Calvário e Belém. E mesmo com as melhorias que tem havido de infra-estruturas, os locais mantém-se intactos, abertos e com o mesmo nome. Quer dizer, à exceção de um…

 

A pastelaria Trenó, junto ao centro comercial do Lumiar, marca uma parte muito importante da infância e adolescência do Pai. Sendo esta zona um ponto de paragem obrigatória no caminho para casa, muitas vezes após longos dias de trabalho da Mãe e tratando-se o Trenó do Lumiar do sítio com os croissants mais apetitosos, é um local que traz muitas e boas (e deliciosas) memórias.


Até aos 6 anos, o Pai andou na creche do Hospital Egas Moniz, na rua da Junqueira. Tratando-se de um edifício belíssimo adaptado a creche (hoje, porém, desactivada), tinha um imenso espaço para brincar ao ar livre, um lago e foi onde Pai recordou ao Vicente e à Laura que também fazia umas birrinhas de manhã….


Antes de chegar à creche, sempre pelas 8h da manhã (hora a que a Mãe entrava ao trabalho), havia sempre tempo para um pequeno-almoço na zona do Calvário, que antes de ter o Lx Factory como hoje o conhecemos, já nos anos 80 era conhecida pelas suas famosas e acolhedoras pastelarias, como o Galão ou a Lorena. Hoje em dia, e graças ao trabalho da JF de Alcântara, foi possível recuperar e embelezar a zona, mantendo o charme (e os locais de referência) habitual…e por isso passámos um pouco da tarde a brincar ali.


Finalmente, poderíamos ter escolhido outras zonas, mas o jardim de Belém é aquele que marca decisivamente a infância do Pai. Se, por um lado, foi onde mais vezes brincou e aprendeu a dar os primeiros chutos na bola, por outro, é dos pouquíssimos locais onde também teve a companhia do seu Pai, o que acaba por permitir explicar ao Vicente e à Laura esse lado da vida do Pai Bruno.

 


dia do pai

Na verdade, este passeio especial do Dia do Pai teve início na Budget Rent a Car, uma empresa de aluguer de viaturas especializada precisamente em proporcionar momentos de lazer, bem-estar e de turismo a preços bastante económicos. A Budget disponibilizou-nos uma das suas viaturas durante 24 horas, com duas cadeiras-auto, todo o conforto e comodidade para que o pai tivesse um dia do Pai inesquecível. Obrigada, pois foram os parceiros perfeitos para esta aventura.

 

Feliz Dia do Pai a todos eles, com todas as formas e feitios :)

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Os 10 Livros Ideais para Oferecer no Dia do Pai

18.03.18 | Vera Dias Pinheiro

 

Amanhã celebra-se o Dia do Pai e se ainda não têm ideia de como surpreender o pai, eu dou uma ajuda de última hora. Depois de ter partilhado estas sugestões com vocês, fui procurar os 10 livros ideais para oferecer ao pai, pois, pelo menos por aqui, os livros são sempre uma boa opção não só porque todos gostam de livros, como estamos a contribuir para um momento de cumplicidade entre pai e filhos. Afinal, a ideia - ao oferecer um destes livros - é que o pai acabe a lê-lo em conjunto com os seus filhos.

 

Sendo assim, esta é a minha lista, contudo se tiverem outras sugestões a acrescentar, façam o favor de partilhar nos comentários. Combinado? 😊



  1. Com a tua pata na minha - PVP 12,20€
  2. Eu adoro o meu Pai - PVP 10,99€
  3. Papá, tu és o máximo - PVP 12,69€
  4. Darth Veder e Filho - PVP 11,45€
  5. Foi o Pai que me disse - PVP 9,95€
  6. Pê de Pai - PVP 10,71€
  7. O Pai Galinha e o seu Pintainho - PVP 11,00€
  8. O Meu Pai - PVP 12,50€
  9. O Meu Pai Adora-Me - PVP 7,95€
  10. O Meu Pai é o Melhor do Mundo - PVP 10,95€

 

Obs: A maioria dos livros está com desconto (pelo menos online).

 

〈Imagens em slideshow. Carreguem na galeria para ver as capas de todos os livros〉

 

 

Entretanto, e uma vez que amanhã será um dia normal por aqui de regresso à rotina, aproveitamos o dia de hoje para fazer um programa especial de Pai e Filhos e o mote deste passeio não podia ter sido mais apropriado… o pai contou e mostrou alguns momentos da sua infância. Mas amanhã mostro tudo!

 

Estamos felizes e muito gratos por este domingo de sol e até de temperaturas mais amenas. Saímos à rua almoçamos fora e até saltamos a sesta (da Laura). Estou confiante que chegou ao fim esta fase de maleitas e que amanhã voltamos a ter alguma normalidade nos nossos dias (finalmente!).

 


livros ideais para oferecer no dia do pai

 

Espero que tenha sido um bom fim-de-semana para vocês.

 

Boa noite.

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(Começou) a Caça aos ovos de Páscoa

16.03.18 | Vera Dias Pinheiro

 

Acho importante assinalar estes dias, especialmente se, à medida que as crianças forem crescendo, partilharmos com elas o seu significado. E mais, as tradições de família são importantes, pois, na minha opinião, é aquilo que confere simbologia aos nossos dias e que nos dá background. E a minha única regra é não deixar que o mundo imaginário das crianças seja destruído. Desejo muito que eles vivam ao máximo a magia que de certa forma estes dias ganharam, para além do seu significado religioso.

 

Posto isto, antes de espalhar ovos de Páscoa pela casa ou de ceder aos pedidos insistentes do Vicente e da Laura para comer só um pedacinho de chocolate – que, por eles, será sempre precedido de mais um – revolvi eu própria perceber de onde vinha, afinal, a tradição da Caça aos ovos de Páscoa ou mesmo do próprio coelho da Páscoa para além dos corredores dos super e hipermercados! 😊

 

E, de acordo com as minhas pesquisas, a figura do coelho está simbolicamente relacionada à Páscoa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho reproduz-se rapidamente e em grandes quantidades. Mas o que é que a reprodução tem a ver com o significado religioso da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. A figura do coelho da Páscoa foi trazída para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII. Já os ovos de Páscoa também estão neste contexto da fertilidade e da existência da vida, na medida em que o ovo simboliza o nascimento.

 

Ao longo dos tempos, um pouco por todo o mundo, os vários povos foram criando as suas próprias tradições em torno destes elementos que simbolizam a Páscoa. E foi assim que surgiu a Caça aos Ovos de Páscoa, que acaba por ser um costume transversal aos quatro cantos do mundo. Dentro de casa ou na rua, em comunidade ou em família, com ovos cozidos, de chocolate ou decorativos, todos os pretextos são bons para começar o domingo de Páscoa com uma divertida Caça aos Ovos de Páscoa.

 

No entanto, até uma boa caçada de ovos de Páscoa, necessita de algum planeamento e organização, portanto deixo-vos abaixo algumas dicas sobre as quais pode ir já pensando. Preparados?

 

  1. O Convite: devem avisar os vossos filhos de que vai haver uma Caça aos Ovos de Páscoa. E podem fazê-lo simplesmente deixando um cartão em forma de ovo num lugar estratégico, como por exemplo, no seu lugar na mesa ou em cima da sua almofada.
  2. A Decoração dos Ovos: podem optar pelos ovos cozidos, pelos ovos de plástico (que podem levar brindes lá dentro) e ainda por alguns dos tradicionais ovos de chocolate. Para além disso, convém prepararem as pistas para chegarem ao esconderijo do ovo seguinte. No caso dos mais pequenos, essas pistas podem ser apenas setas que orientem a procura.
  3. Os cestos: não se podem esquecer dos cestos nos quais as crianças vão guardando os ovos de Páscoa que forem encontrando. Podem colocar uma fita de cor diferente para cada criança, mas o melhor é serem cestos iguais. Vão por mim! 😊
  4. Esconder os ovos de Páscoa: será sempre mais divertido se conseguirem organizar a caça aos ovos da Páscoa ao ar livre. Se estiver bom tempo, o seu sucesso será garantido. Mas é sempre bom ter uma segunda opção, pois pode acontecer terem que o fazer em vossa casa. Nesse caso, é bom limitar a caça, escolhendo apenas a divisões onde as crianças possam andar à vontade, em segurança e sem o risco de partir algo. À medida que vão escondendo os ovos de Páscoa, anotem todos os esconderijos numa lista para que nenhum ovo fique esquecido!
  5. 1, 2,3… Partida! Arranjem um ponto de partida, de onde todas as crianças vão sair para a caça aos ovos de Páscoa e decorem-na com fitas, balões, etc. Podem igualmente afixar setas ou sinais com pequenas dicas sobre o esconderijo dos ovos, porque é sempre bom dar uma ajuda para que esta actividade não passe de divertida a aborrecida!
  6. Os tesouros encontrados: depois de encontrados todos os ovos de Páscoa, é altura de registar o momento com muitas fotografias de cada criança com o seu tesouro (entenda-se, com o cesto de ovos) e vá deixá-los provar um ou dois dos “tesouros” encontrados!

 

 

Ou podem ainda fazer como nós, que terminamos a nossa Caça aos ovos de Páscoa a ler uma história alusiva ao tema. E, assim, podemos conversar e interagir ainda mais sobre o significado que está subjacente a toda esta comemoração.

 


caça aos ovos de páscoa

 

Obviamente que abri uma excepção e, por isso, aproveitei o folheto da Páscoa do Jumbo, trazendo para a nossa caçada aos ovos alguns elementos mais “adocicados”. E aqueles que mais cativaram a minha atenção, por achar que o Vicente e a Laura iriam achar mais graça foram:

 

 

 

  • Ovo (grande) Surpresa My Little Poney

 

 

 

Das novidades, e a pensar mim (admito!!!), trouxe para experimentar as amêndoas com cobertura de chocolate sem açucar e ainda, e esta sim, a grande novidade para esta Páscoa, as amêndoas de caramelo & flôr de Sal.

 

O folheto Páscoa Feliz vai estar em campanha entre o dia 14 de março e o dia 1 de abril.

 

Posto isto, será que já é altura de desejar um Páscoa Feliz?!

 


 

*Este conteúdo é um exclusivo para o Jumbo – Auchan.

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Não te esqueças (nunca) de ti...

14.03.18 | Vera Dias Pinheiro

 

Voltando às minhas histórias... Quando engravidei a primeira vez, de imediato começei a ouvir (de outras mulheres) que, a partir de agora, ia ser muito mais difícil ter tempo para mim. Sobretudo nos primeiros tempos e enquanto os filhos exigirem mais cuidado e atenção.

 

Portanto, a falta de tempo e o acréscimo de trabalho com os filhos, iriam ditar praticamente o "fim" do tempo para mim e quase pensei que iria deixar de cuidar de mim. Confesso que fiquei um pouco apreensiva, pois pelo menos nos dois anos seguintes ao Vicente nascer, eu iria ficar com ele em casa. Nesse tempo, ia ser dona de casa, mãe em exclusivo e, pensava eu, que podia continuar a ser eu mesma. E, na verdade, continuei a sê-lo. Mesmo estando sozinha com um filho, não deixei de ter os cuidados que tinha antes e preocupei-me com a minha recuperação pós-parto assim que tive luz verde para o fazer. E, sim, fiz tudo isso com o Vicente atrás de mim. Na altura, acho que só pensava no beneficio e, por isso, se tivesse que subir lances de escadas com o carrinho de bebé, paciência! Se não pudesse descansar na sua sesta, porque era a oportunidade ideal para tomar banho, que fosse, e se ir ao ginásio significava ter que acordar as 6h30 da manhã, não gostava, mas era certo que me sentia bem melhor a seguir.

 

E, a verdade é que, perguntavam-me muitas vezes como consiga ter tempo para mim e estar "sempre bem" (entenda-se arranjada) com uma criança pequena em casa. Acontece que eu não ponderei uma alternativa, mas percebo o quão difícil pode ser e, acima de tudo, o quão exigente é para nós. E entendo ainda mais agora que tenho dois filhos e que a Laura tem sido, desde sempre, uma criança que nos suga toda a nossa energia e que nos obriga a ter atenção mais do que redobrada. Para além disso, com dois, o esforço não duplica, pois parece ser de 20 e realmente há momentos em que pondero mesmo abdicar do "meu tempo" para conseguir descansar.

 

Mas, em contrapartida, de cada vez que cedo a esse estado de espírito, isso não me faz bem e acaba por ter um efeito ainda mais depressivo sobre mim. E, nestas últimas semanas - três para ser mais precisa - com crianças muito doentes em casa, sempre que desmarquei, sempre que deixei de fazer, sempre que me resignei, chego ao fim do dia ainda com menos motivação e, por vezes, com alguma frustração. Como se me deixasse entrar no ciclo vicioso do que rodeia e ficasse eu também doente.

 

Eu sei e defendo que não temos de ser as supermulheres que nos fazem diariamente acreditar que temos que ser. Acho que temos que aprender a dizer mais vezes não, a delegar ou exigirmos tempo para simplesmente não fazermos nada. Contudo, sinto que, para mim e para a pessoa que eu sou, é importante não me esquecer do meu tempo. É importante, olhar no espelho e sentir-me bem e o ir ao ginásio é sinónimo de equilíbrio e de sanidade mental. E como se tudo isto fosse o meu antídote contra a depressão e a estados de maior tristeza com os quais nos vamos debatendo. É um bocado como aquele slogan “se eu não gostar de mim, quem gostará?”.

 

E esta parte da aparência física não tem que ser olhada como algo fútil ou supérfluo. Gostar do nosso corpo é importante, termos prazer em colocar, por exemplo, um rímel também. Estar em casa um dia inteiro, tomar um banho e vestir uma roupa como se fossemos sair, é saudável.

 

Se é exigente? É demasiado! Tentar fazer tudo é utópico, mas de cada vez que nos esforçamos, conseguimos um pouco mais, habituamo-nos e criamos rotinas e, no final, ficamos a ganhar nós e quem nos rodeia.

 

E só em jeito de partilha para quem possa ter curiosidade ou interesse, estes são os produtos que estou a usar no bocadinho de tempo para mim. Alguns deles entraram mais recentemente na minha rotina, como por exemplo, o creme de rosto anti-rugas da Apitiva, uma novidade em Portugal, a água micelar e o serum de ácido hialurónico, ambos da NOVexpert e, por fim, a Eau de Beauté da Caudalie que já está no fim e que vou voltar a comprar. Estas três marcas acabam por ser o reflexo de todo um novo conceito que estou, aos poucos, a deixar entrar. Estou a falar de produtos mais naturais. Mas isto é um tema para explorar num outro post. Depois, temos a Martiderm, que eu adoro e vocês sabem, a Eucerin (e já vos expliquei o porquê), a Skinceuticals, da qual eu só tenho um serum hidratante também com ácido hialurónico, que é maravilhoso. E não podemos esquecer o corpo, naturalmente, e a Nuxe lançou um novo produto de hidratação de corpo que combate os sinais de envelhecimento. Estou a gostar muito, especialmente da sua textura mais densa e que deixa a pele realmente hidratada. Alterno com outro, porque não quero que acabe tão cedo! 😊

 

〈Imagens em Slideshow〉

 

 

E vocês, querem partilhar quais os vossos produtos favoritos e que entram neste "tempo para mim"?

 

Boa noite.

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Prendas Infalíveis para o Dia do Pai

14.03.18 | Vera Dias Pinheiro

 

Pois é, nós andamos aqui completamente absorvidos pelas febres, pelos xaropes, pelas tosses, pelas dores de barriga, pelos ranhos e tudo o mais que completa este quadro idílico de quem tem filhos doentos. Mas a verdade é que não nos podemos esquecer que o Dia do Pai está quase aí à porta.

 

Como habitualmente, no dia 19 de março, é altura de mimar ainda mais todos os pais mais especiais do mundo. E cada criança terá o seu, verdade? Ou, pelo menos, assim o deveria ser! E mesmo que todos nós saibamos que o valor não está no lado material, mas sim nos sentimentos e na relação que se vai criando dia-a-dia, foi-se, porém, associando a estes momentos, como o Dia do Pai, a oferta de uma lembrança.

 

Com efeito, eu aceitei o desafio do Centro Comercial Alegro e tirei uma tarde para visitar o de Alfragide em busca de ideias para possíveis prendas para o Dia do Pai. E isto porque eu não quero que vos faltem as ideias naturalmente.

 

Ainda assim, a minha principal preocupação foi encontrar soluções versáteis e úteis para os pais. Algo que, uma vez que vamos despender algum dinheiro, agrade realmente ao pai, que dê uso e que não seja para ficar esquecido num canto de casa ou do escritório.

 

Curiosos? Convido-vos a seguirem o link para descobrirem as minhas 7 Prendas Infalíveis para oferecer ao Pai.

 

〈Passem a galeria para ver todas as fotografias〉

 

  

Obviamente, é muito importante que não se esqueçam de juntar a qualquer que seja a vossa prenda, um postal ou um desenho feito pelas mãos dos pequenos grandes artistas aí de casa. É isso que vai tornar qualquer prenda do dia do pai inesquecível. 

 

Boa tarde!

 

E há um ano atrás o tema era o mesmo: Dia do Pai | Ideias de último minuto :)

 


 

*Este conteúdo foi produzido em exclusivo para Centro Comercial Alegro.
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Passatempo Sodastream Portugal

13.03.18 | Vera Dias Pinheiro

 

Já tinha ouvido falar muito das máquinas de gaseificação Sodastream e dos seus "poderes" mágicos que permitem transformar água potável da torneira em água com gás. E, desta forma, ir ao encontro de um dos grandes prazeres de muitos de nós: as bebidas com gás.

 


água gaseificada sodastream

 

Digam-me nos comentários se isto é uma completa novidade para vocês ou se também já tinham ouvido falar.

 

No meu caso, depois da oportunidade de experimentar uma destas máquinas, percebi que o seu potencial vai muito para além de transformar água normal em água gaseificada. Permite, por exemplo, em poucos segundos e sem necessidade de mais nada, colocar na mesa para receber amigos, uma bebida diferente. E estamos a falar de algo saudável e que acaba por ser versátil, pois se não são fãs das águas aromatizadas não sabem o que perdem. E aqui entra tudo aquilo que vocês quiserem: desde as frutas, ao pau de canela, ao gengibre, às ervas e o que mais a vossa imaginação quiser e o vosso apetite desejar!

 

No entanto, é importante referir os valores ambientais que estão subjacentes a este conceito, uma vez que, com as máquinas de gaseificação Sodastream, estamos a contribuir para a redução da água engarrafada e, consequentemente, estamos a contribuir para a diminuição do desperdício de plástico. E, para além disso, existe também um lado prático, pois com Sodastream podemos reutilizar a garrafa de plástico da marca até 3 anos, não tendo de carregar com garrafas de água do supermercado ou contribuir para encher o nosso balde da reciclagem com embalagens vazias. Podemos fazer água com gás simples ou com sabor, sempre que quisermos, quando quisermos, as quantidades que quisermos, utilizando apenas água da torneira.

 

No fundo, o objetivo de Sodastream é permitir que cada pessoa possa fazer a sua própria bebida de uma forma simples e criativa, permitindo escolher o que beber em vez de optar por apenas aquilo que existe no mercado e, com isso, ter uma atitude ecológica consciente: banindo o plástico e criando bebidas ao seu gosto, de acordo com a sua personalidade, sempre e quando quiser.

 

Convencidos? :)

 

É que se gostarem destas máquinas de gaseificação Sodrastream, eu sou capaz de ter uma boa notícia para vos dar. Em conjunto com a marca, tenho para oferecer uma Sodastream Play (PVP: 99,99€) – como a que vêm na imagem -  já a pensar nos dias mais quentes e com mais sol em que é necessário cuidado redobrado com a hidratação, bebendo muita água ao longo do dia. Parece-vos bem?

 

 

Assim sendo, aquilo que terão que fazer é muito simples. Estejam atentos à mecânica do passatempo:

 

 

  • Seguir a página da Sodastream Portugal no Facebook;

 

  • Partilhar publicamente o post do passatempo no Facebook e marcar três amigos apreciadores de bebidas gaseificadas;

 

  • Responder ao questionário abaixo com os respectivos dados para podermos entrar em contacto com o vencedor:

 

 

Este passatempo tem agora início e vai decorrer até ao dia 19 de março. O vencedor é apurado através de random.org e anunciado no dia seguinte.

 

Participem! Partilhem! E Boa Sorte!!!

 

Boa noite :)

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