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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

O meu casamento, grávida de 39 semanas

30.01.18 | Vera Dias Pinheiro

 

Um grupinho de seguidoras (muito queridas) fez-me praticamente um ultimato para ver fotografias do meu casamento. E porquê? Porque ainda não sabiam que eu me casei grávida de 39 semanas, na conservatória de Lisboa e que o Vicente nasceu na madrugada seguinte.

 

E, como tal, só tenho que agradecer ao casal de amigos que nos acompanhou, pois hoje em dia já não são necessárias testemunhas. Consigo levaram a máquina fotográfica e uma garrafa de champagne, que abrimos no Parque Eduardo VII. No grande dia, não esquecemos também as alianças e eu, como qualquer outra noiva, fiz questão de levar uma coisa azul, uma coisa usada, uma nova e uma emprestada. Posso dizer-vos que a usada foi mesmo o vestido que usei, pois claramente que na minha condição e na loucura de querermos casar antes do Vicente nascer, achei que era ainda mais louca se fosse tentar arranjar algo mais “sofisticado” para dizer o sim. Quer dizer, nem sei bem qual seria a alternativa, pois sem vestido de noiva, a alternativa seria ir normal, acho eu.

 

Nunca fui daquelas miúdas que cresceu a sonhar com o casamento de princesa, mas claro que ao pensar em casamento, pensava numa cerimónia mais convencional e eu vestida de noiva. Contudo, a altura particular da nossa vida, quando engravidei do Vicente, a insegurança e instabilidade emocional de uma grávida, uma relação sempre vivida à distância, a eminência de ter que tomar decisões importantes com grande impacto na minha vida pessoal e, por fim, um pedido de casamento feito na manhã do dia 25 de dezembro, fez-nos pensar que “ou era agora ou nunca”. No meio de tanta mudança e de tanta novidade na nossa vida, o mais natural seria deixarmos adiar e adiar e adiar.

 

E sem meias medidas e sem "condições" para um casamento tradicional, decidimos contornar todas as pressões e ter um momento só nosso, de compromisso e de união para os tempos que se avizinhavam. A verdade é que depois daqueles instantes em que casamos, saímos da conservatória, abrimos a champagne no parque Eduardo VII e almoçamos, pouco mais houve para celebrar. Nessa mesma tarde estaria a dar início ao trabalho de parto e, a partir daí, a celebração passou a ser outra, o nascimento do Vicente nessa mesma madrugada.

 

Agora com os anos que se já se passaram e a distância emocional (de tudo) é outra, não acho que tenha sido precipitado. Foi o que ambos desejamos e achamos ser o mais correcto. O menos bom é que o dia do nosso casamento acaba por ficar "esmagado" entre a passagem de ano e os preparativos para o aniversário do Vicente. Ficou a faltar talvez um pouco de espaço para nós, que há-de ainda assim chegar com o tempo (digo eu).

 

Não existem alturas certas e nem vale a pena idealizar muito, pois, por vezes, a felicidade e a satisfação pessoal chega-nos quando nos permitimos viver mais o momento com aquilo que tem para nos oferecer.
Um dia, quem sabe juntamos a família, os amigos e os filhos para uma grande festa, a nossa.

 

Obrigada às seguidoras curiososas que tendo ficado a saber desta história através de um desafio no Instastories para partilhar nove curiosidades sobre mim, não hesitarem em mover quase um baixo assinado para haver partilha de fotografias do grande dia. Assim sendo, fui até ao computador velhinho, recuperei as fotografias para o novo, escolhi as mais "dignas", editei o melhor que sei e partilho agora com vocês.

 

E acreditem que não deixa de ser libertador saber que os momentos felizes da nossa vida só dependem de nós. Não são precisos grandes ornamentos ou floreados, ceder a pressões da sociedade ou do que seja. Agradeço não ter sentido a pressão em ter O casamento, O vestido, OS convidados, etc... Quero muito festejar e celebrar com todos, mas esses momentos também podem ser proporcionados por nós no dia-a-dia.

 

Sei que pode parecer meio louco, mas foi assim que tudo aconteceu! :)

 


 

Mo(m)day hacks: Um aliado nos vincos de última hora

30.01.18 | Vera Dias Pinheiro

 

Andava eu em plena azáfama de fim do ano, quando o meu ferro de engomar decide fazer curto de circuito. Entre a avalanche de coisas que tive que fazer e tratar, o dia-a-dia já por si exigente e a eminência de ter que preparar as malas para quatro para uma semana de férias em Milão, era tudo aquilo que eu mais precisava. Sim, no meio de tudo isto, arranjar um ferro passou a ser também uma preocupação de primeiro grau.

 

Em primeiro lugar, aviso que passar a roupa é das coisas que menos gosto de fazer, entre a incapacidade que sinto em deixar a roupa impecável, apodera-se de mim uma certa impaciência e ansiedade em querer ver tudo despachado. E, convenhamos, são duas coisas que não combinam com esta tarefa doméstica. Portanto, é algo que eu já decidi que só faço em último recurso, em caso de emergência ou necessidade. E, naquela altura, passar a roupa a ferro era mesmo uma necessidade.

 

Já tive ferros a caldeira, ferros tradicionais… todos escolhidos ou oferecidos pela minha mãe que, ao contrário de mim, adora passar a ferro. E dado que as minhas ultimas opções não correram bem, eu não queria comprar um ferro pressionada para não correr o risco de, daí a alguns meses, estar com o mesmo problema em braços.

 

A alternativa, então, mostrou-se ser o recurso a algo diferente e deixar a decisão da compra do ferro para depois das férias. E foi assim que o vaporizador de roupa Steam&Go 2-in1 da Philips entrou na minha/nossa vida. Não resolveu a necessidade de fundo, porém tornou-se um melhor amigo na arte do “desenrascar” do momento em que precisamos vestir a roupa e ela está toda amarrotada ou com um vinco indesejado.


Porque é precisamente esse o objectivo deste vaporizador de roupa, pois tem um formato pequeno, é leve e fácil de transportar. Por tudo isto, reúne todas as condições para poder ser encaixado na nossa mala de viagem e andar connosco para todo o lado. Passa a ferro na vertical e este modelo em particular, também na horizontal.</p>

Contudo, pelo seu reservatório – pequeno – de água, é, como disse, um complemento ao ferro de engomar tradicional. O Steam&Go é ideal para os retoques de última hora e para roupa difícil de engomar – as peças com os tais folharecos 😊.

 

Talvez seja importante de referir ainda que tem vapor contínuo automático para uma remoção fácil dos vincos e que pode ser usado inclusivamente nos tecidos mais delicados. Com o plus de não necessitar de tábua de engomar.

 


engomar com o vaporizador Steam&Go

 

Para quem ficou com curiosidade acerca do Steam&Go e que explorar um pouco mais todas as suas específicidades, o meu conselho é que leiam toda a informação disponibilizada no site da Philips. Assim, este post que é uma mera partilha da minha descoberta e experiência, não se torna demasiado técnico e com informação que eu iria buscar também ali.

 

Pois, o que eu sei mesmo é que para a minha relação com esta arte de passar a ferro, o Steam&Go resolve os meus problemas do dia-a-dia e isso é que é importante de referir.

 

Bom Dia!