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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

Obrigada (praia da) Dona Ana. Que manhã feliz!

07.08.17 | Vera Dias Pinheiro

 

Os esquisitinhos da praia.

 

Era assim que este post se iria chamar e era nele que eu iria carpir toda a minha frustração em relação ao facto do Vicente detestar praia. De sentir como, para ele, é mesmo um sacríficio e, como tal, o grande objectivo dele é encontrar planos alternativos e formas de me convencer de que a piscina é, sem dúvida, muito melhor do que a praia.

 

Acontece que, depois da manhã de hoje, acho que tenho boas razões para achar que não somos os esquisitinhos da praia. Aceitando as vossas sugestões, decidimos ir até à  praia da Dona Ana, em Lagos, o Vicente lá ia a contra gosto e eu já ia frustrada por não saber mais o que fazer. Pois se, nem o facto de ir para a praia com os amigos, o fez mudar de ideias e se nem a irmã o incentiva... sinto que também não o posso forçar.

 

Mas a praia da Dona Ana, durante a manhã, faz duas "piscinas" que vão desaparecendo até a maré encher. Sentei os dois a brincar junto de mim, na areia molhada, mar com poucas ondas e uma das "piscinas" ali ao nosso lado. Não foi preciso pedir muito para que fosse ele próprio buscar água, não foi preciso de todo pedir-lhe para chapinhar na água e para se molhar. Ele próprio foi ganhando confiança e os meus olhos brilhavam com a sua felicidade ali, sozinho, a brincar na água. Nunca o tinha visto com os calções molhados na praia, quanto mais o cabelo. E hoje saiu de lá completamente encharcado. Brincou até mais não e pediu para ir à  água.

 

Hoje não fomos os esquisitinhos da praia. Brincamos os quatro, molhamo-nos uns aos outros, corremos, fizemos um enorme buraco na areia (que o Vicente fez questão de encher sozinho de água). Hoje fomos a famà­lia dita normal que vai à  praia e que se diverte.


Eu adoro praia, acho que é essencial e que nos faz bem. Ter filhos que não gostassem de praia seria para mim uma grande tristeza, confesso. E Na verdade, chega a uma altura que eu própria sinto que não posso forçar ou obrigar só porque as outras crianças gostam ou só porque eu gostaria que ele se sentisse bem naquele ambiente. Ainda assim, sentir-me-ia triste por não poder desfrutar de algo, que eu tanto gosto, com eles, por não haver tantos momentos de brincadeiras e por ser, quase sempre, um programa que envolve alguma tensão ao fim de um certo tempo.

 

No entanto, hoje percebi que pode ser apenas o medo do mar e das ondas. Talvez tenhamos que procurar outras praias, diferentes das que habitualmente vamos. Praia, cujo mar é mais calmo, se possà­vel com poucas ondas e com esta particularidade de formar autênticas "piscinas".

 

Sei também que é importante que eu aceite os meus filhos como eles são e que, da mesma forma que não o obrigo a aproximar-se de cães, só porque são "o melhor amigo do homem", também acabo por me sentir mal por lhe estar a impà´r uma coisa que ele não aprecia. No entanto, pode ser apenas medo, pode ser que com pequenos ajustes e mais uma dose de paciência, as coisas continuem a melhorar. Afinal, ele não precisa adorar a praia, simplesmente gostava que fosse um programa divertido em famà­lia - é que passamos um ano inteiro à  espera do verão, do calor e... da praia!

 

Hoje já ia mentalizada para sermos os esquisitinhos da praia, mas vou-me lembrar durante muito tempo da forma - cautelosa - como observei a forma como o Vicente ia ganhando confiança e a felicidade estampada no seu rosto! Só por isto, a praia da Dona Ana, em Lagos, vai ser sempre especial para nós a partir de hoje.

 

Obrigada a todas vós pelas valiosas sugestões. Temos estado a segui-las. Prometo, no final das férias, um post sobre estes dias e a minha impressão sobre os locais onde estivemos.

 

Boa noite.

Novo Vídeo | Bio-Oil: para diferentes mulheres, um mesmo produto

06.08.17 | Vera Dias Pinheiro

Falar de Bio-Oil aqui no blog é estar a referir-me a um produto que faz parte da minha vida e da minha rotina há quarto anos. Descobri-o numa fase de pós-parto e como resultado da minha procura por algo que pudesse atenuar a cicatriz da cesariana. Daí, a usá-lo no rosto não foi preciso muito - que é onde utilizo mais, alías - e, agora, nesta altura do ano, uso como reforço de hidratação no corpo.


As valências deste produto são realmente muitas, o que faz dele um aliado perfeito para a mulher em qualquer fase da sua vida - não apenas a da gravidez ou do pós-parto, essa foi somente a minha feliz coincidência - respondendo às mais variadas necessidades da pele. Bio-Oil está recomendado para ajudar a melhorar a aparência da cicatrizes, acne, estrias, tom da pele, pele desidratada e melhorar os sinais de envelhecimento da pele.


Para mim, Bio-Oil é muito mais do que um simples produto, é algo que me tem acompanhado nas fases mais importantes da minha vida.


Espero que gostem deste vídeo:


  

Um beijinho.


Boa noite.


As primeiras férias em Lagos. Sugestões?

05.08.17 | Vera Dias Pinheiro

 

Chegamos, finalmente! Chegou a nossa vez de gozar as tão aguardadas férias de verão e com elas, o "descanso", a praia e o sol. Digamos que tudo isto de forma muito comedida, na verdade: a praia e o sol, só em horários baby-friendly; o descanso apenas quando eles dormem (sendo que um já não dorme e a outra mexe-se por vinte). Mas acredito verdadeiramente que mudar as quatro paredes e a paisagem que nos rodeia, já é o suficiente para se fazer tudo - mesmo que sendo as mesmas tarefas de sempre - com um outro ânimo e uma outra forma de estar. Porém, é preciso que o nosso estado de espírito acompanhe o ritmo e entre no espírito. Ir de férias com filhos a achar que vai ser a mesma coisa do que sem filhos, é meio caminho andado para que as coisas corram menos bem.

 

E efectivamente, organizar férias em família é um esforço muito grande sobretudo quando se tem filhos em idades ainda bastante exigentes e com rotinas e "obrigações" mais rígidas. E o certo é que para estarmos aqui hoje, nesta sufosta tranquilidade de férias, foi preciso planear e antecipar uma série de coisas básicas, mas essencais. Organizar umas férias em família está muito para além do esforço de pensar e organizar as malas com aquilo que iremos necessitar.

 

Passar férias com filhos pequenos, obriga-nos a pensar um pouco mais além (e para além das malas). Obriga-nos a pensar qual o melhor horário para se fazer a viagem, a que horas vamos chegar  e a que fase do seu dia corresponde. Obriga-nos a pensar que é preciso não esquecer de levar um necessaire e uma lancheira junto de nós. Obriga-nos a pensar na chegada ao destino, se for uma casa é preciso garantir que não haja necessidade de ir logo a correr para um supermercaod e ter que levar as crianças atrás. Obriga-nos a pensar exactamente o que é necessário e essencial levar na lancheira maior. Obriga-nos a pensar em alternativas para o jantar, já que não vamos cozinhar no primeiro dia. Mas é alternativa que foi ponderada antes, evitando andar às voltas à procura de um restaurante em condições com os miúdos a berrar com fome.

 

E. embora todo este planeamento possa ser bastante cansativo, ao mesmo tempo, dá-nos alguma tranquilidade à chegada.

 

Estamos em Lagos, pela primeira vez, não conheço nada, Portanto, todas as sugestões são bem-vindas: restaurantes, praias, parques giros para levar os miúdos, tudo o que se lembrarem. Dizem que, nesta zona, faz mais frio e que as praias são mais ventosas, espero que se torne uma coisa boa, uma vez que as temperaturas estão tão altas.


Bom fim-de-semana e boas férias a quem estiver de férias, pois claro :)

 

Boa noite.

Férias à porta: Malas para quatro

04.08.17 | Vera Dias Pinheiro

Fazer malas tem que ser sinónimo de simplificar! Esta a palavra de ordem ou apanhamos uma crise de nervos e ainda nem saímos de casa. Um exercício de concentração para nos focarmos no que é realmente essencial e, na verdade, acabam por não ser assim tantas as coisas que precisamos. Com o tempo, fui aprendendo a ser mais concisa e objectiva, mas já pertenci ao "clube" das que dizia que levava para poder ter opções ou para não correr o risco de lhe apetecer vestir algo e não ter.


Hoje, com dois filhos, o cenário mudou e eu acabo por ser a pessoa - dos quatro - a levar menos quantidade de roupa - e, a verdade é que, levo o essencial, porque nunca me faz falta aquilo que não levei. Com filhos, as nossas férias são muito descontraídas; não são completamente desprendidas de horários, porque não dá; acabam por não ter muitos programas à noite e, por isso, é durante o dia, que tentamos tirar o maior partido das férias.


Com efeito, roupa com o propósito de sair e saltos altos nem chegam a sair do armário, uma muda de roupa para cada dia da semana, acaba por ser excessivo, tendo em conta que não saímos todos os dias para jantar fora e que, durante o dia, é roupa de praia e chinelos. Ao fim do dia, dispenso do tempo, que habitualmente dispendo para me arranjar, para que consiga sair com eles o mais rápido e aproveitar o tempo que ainda estão bem-dispostos, antes que o cansaço e o sono dos dias longos de verão se abatam sobre eles. Portanto, é mesmo tudo muito tranquilo. Aproveito para fazer um detox de pele: não uso maquiagem - há que tirar partido do bronze, quando ele está a fazer efeito - e deixo os secadores e as pranchas de cabelo de parte.


No que diz respeito a eles, sinto-me igualmente mais descontraída e, ontem, quando uma leitora dizia que era, a partir do segundo, que as coisas se complicavam. Eu dei por mim a pensar que: concordo e não concordo. Vamos lá ver se vos consigo explicar o porquê (com base na minha experiência, obviamente).


Com o primeiro filho, tenho a sensação que andava com muito mais coisas atrás, fosse no dia-a-dia, fosse nestes momentos de férias ou fins-de-semana fora. Não é que sejamos mais ou menos responsáveis, simplesmente, acho que, com o primeiro filho, queremos estar 100% seguras que temos tudo aquilo que precisamos - e que não precisamos, mas podemos vir a precisar - connosco. E, assim, acabamos por levar na mala tudo em excesso:


  • roupa para o caso de estar frio e para o caso de estar demasiado calor;
  • os brinquedos, que ele brinca e que não brinca, mas como está de férias pode ser giro tentar fazer com ele;
  • as comidas (e respectivos acessórios), os produtos de higiente, o kit generoso de primeiros socorros (precavido para todo o tipo de ocorrências);
  • a parafernália de coisas que levamos para a praia;
  • Etc, etc, etc...

Quando chega o segundo, já temos mais ou menos noção do que é ou não essencial. Como tal, instintivamente também nos adaptamos. Pelo menos, foi esta a minha experiência. Claro que, quando chega a altura de fazer as malas, há mais coisas, mais roupa, especialmente, mas muito do resto é partilhado pelos dois, daí que não sinta que as malas tenham duplicado. Se calhar, porque a Laura também me influencia nisso, não usa chucha, nunca quis um biberão, não tem "ó-ó". Nem sei explicar bem, mas noto uma diferença imensa entre os dois.


Agora, aquilo que para mim é o mais complicado, é fazer uma mala de menina. Não me perguntem porquê, mas passo horas de volta das gavetas, indecisa, a sentir que é preciso levar muito mais roupa do que para um menino. Nem tudo fica bem com tudo, as peças não são tão versáteis, não sei... Aquilo que sei é que nunca me corre assim tão bem e até acabo por preferir começar pela parte do irmão.


Boa tarde!


P.s: Up Date: praticamente tudo pronto. Sendo assim, vou permitir-me.... ir tratar de burocracias!!! YEAH #not :)


Cuidados especiais para o cabelo com a Johnson’s

03.08.17 | Vera Dias Pinheiro

A atenção que tenho com os cuidados com os meus filhos é uma preocupação que não se resume apenas aos primeiros meses de vida.  O uso de produtos adequados e específicos que cuidem, protejam e preservem a sua pele delicada é uma preocupação que começa com eles ainda na barriga e que instintivamente se vai mantendo – lá chegaremos à fase em que eles se recusam a tomar banho, a usar cremes ou perfumes!


A escolha de marca é decisiva e, claro, que perguntamos às amigas, aos profissionais, mas também recorremos às nossas referências de infância. E este é um barómetro importante. Há 34 anos atrás não havia a oferta que existe hoje, nem tão pouco o marketing ou o apelo ao consumo. Com efeito, uma das marcas que sempre valorizei foi a Johnson’s. Não me canso de repetir que é uma marca com presença no mercado há 125 anos e com o seu foco principal nos bebés e nas crianças. Os melhoramentos das fórmulas resultam de estudo, testes e de uma preocupação constante com as características muito especificas da pele do bebé, mas também com a sua segurança.


Entre toda a gama de produtos que usamos habitualmente, há um em particular que começa a assumir um certo protagonismo: o champô. O Vicente tem imenso cabelo que, embora seja fino, é bastante denso e forte. E hoje uma altura em que ficava sempre áspero após o banho. Com os remoinhos que os caracterizam, não havia dia em que não acordasse com o cabelo espetado. A Laura, por sua vez, tem o cabelo (ainda) muito fino e que, por ser menina, confesso, estou a dar-me ao “luxo” de não lho cortar para já.


Por estes motivos, foi preciso pensar num produto de cuidado especifico. Para além disso, e ainda que se sabe sempre em primeiro lugar da pele do recém-nascido e do bebé, a verdade é que o seu cabelo é igualmente bastante delicado. É muito mais fino e mais escasso (o de alguns pelo menos J) do que o de um adulto; tem maior probabilidade de quebrar ou em fazer “nós”. Sabem aqueles nozinhos que fica na nunca? O Vicente fazia imensos e, às vezes, tinha mesmo que os cortar.


O Johnson’s Baby Champô Suave tem sido realmente o nosso melhor amigo. A sua fórmula “No more tears” foi testada por oftalmologistas e torna-o um produto muito mais gentil com os olhos. O cheiro continua a ser o de sempre. Foi preciso somente voltar a usá-lo a primeira vez para me relembrar do cheirinho tão característico que fica no cabelo, deixando-o com um toque macio e suave.


cuidados para o cabelo com a Johnson's

Sou uma pessoa que rotinas, por isso sei que este vai ser o nosso champô durante muito e bom tempo!


Boa noite.


É preciso acontecer o pior, para darmos valor?

03.08.17 | Vera Dias Pinheiro

Uma avioneta caiu ontem, durante uma aterragem de emergência, numa praia em S. João da Caparica. Uma avioneta que levou duas vidas, um homem de 58 anos e uma criança de apenas 8 anos, e que colocou muitas outras a temer o pior naquele que seria um dia normal de praia. Li o relato da Maria Ana Ferro - que estava lá sozinha com os seus três filhos - e tremi da cabeça aos pés, primeiro, incrédula e, depois, angústiada por tudo o que ela deve ter sentido naquele momento.


O terceiro pensamento foi o de gratidão, à vida e à sorte - se assim o quisermos e porque acho que é preciso cada vez mais sorte, para não sermos nós a estar no sítio errado à hora errada. Se não o fosse estaria apenas a ser egoísta. Penso sempre nessa "sorte" tamanha, mas que, ao mesmo tempo, passamos os dias a deitar pela janela. Desperdicamos a sorte que temos com as discussões egoístas, com os momentos que passamos aborrecidos, com passeios que não aproveitamos e aqueles que deixamos de fazer porque nos falta a emoção e a vontade para os marcar, as férias e os fins-de-semana marcados pelas discussões parvas e pela falta de paciência. Deixamos que o tempo passe, que nos leve os momentos (preciosos da nossa vida) sem que deles se façam memórias felizes.


Os dias passam e eu apercebo-me que tudo o que tenho é tão valioso de tão efémero que pode ser. Uma avioneta caiu na praia, um fogo tornou-se indomável, um combio descarrilou, um avião caiu, fora os fanáticos que matam em nome da sua religião e tantos outros acidentes estúpidos. E nós? Nós a discutir pelas coisas mais insignificantes que existem. Não entendo o ser humano, mas continuo a esforçar-me todos os dias para o tentar entender e por ser uma pessoa melhor. Sei que sou desprendida, que consigo desligar com facilidade das más energias e das pessoas, sei que não forço relações que não fluem naturalmente, que procuro evitar ao máximo as conversas de circunstância, que falo de menos para a minha condição de "ser mulher", e, no fim de contas, apercebo-me que há um instinto qualquer no comum dos mortais que precisa do confronto, de fazer ouvir o seu ponto de vista, que precisa provar que tem razão ou, pelo menos, que precisa apontar os defeitos do outro para o fragilizar.


Uma avioneta aterra na praia e centenas de pessoas viveram o pânico das suas vidas, sentiram que tudo se podia perder ali e nós? O que fazemos nós, que temos uma sorte imensa por estarmos vivos e em segurança todos os dias? Desperdiçamos tudo o que temos por conta do nosso umbigo?


Será que somos assim tão egoístas ao ponto de, no dia em que uma tragédia destas acontece, sejamos incapazes de esquecer tudo o resto e simplesmente abraçar aqueles que amamos, sussurando-lhes ao ouvido que temos a sorte grande?!
 

Boa tarde!


Passatempo Férias de Verão | Tejo Air Radical Dolce Vita Tejo

02.08.17 | Vera Dias Pinheiro

Miúdos e graúdos - miúdos com mais de 3 anos e graúdos com menos de 60 anos - estão convidados a visitar o espaço Tejo Air Radical, situado na Praça Central do Dolce Vita Tejo, onde a diversão é a palavra de ordem. Afinal, as férias de verão não têm que ser apenas sinónimo de praia, podem ser também sinónimo de actividades radicais. Porque não? :)


Até ao dia 10 de Setembro, todos aqueles que visitarem o Tejo Air Radical, vão poder contar com as seguintes actividades:


  • Air Bungee
  • Torre Multiatividades*
  • Piscina com barquinhos
  • Playground
  • Mesa de Air Hockey

*a Torre Multiatividades estará disponível até dia 24 de agosto.


De 2a a 6a feira, está aberto entre as 13h00 e as 21h00, Sábados e Domingos entre as 11h e as 22h00. As crianças com menos de 12 anos deverão estar acompanhadas por um adulto.


Os preços das actividades variam entre os 2€ e os 3€, existindo a possibilidade de comprar um passe que inclui a participação em tudo por 8€.


E, numa parceria com o Dolce Vita Tejo, As viagens dos Vs tem para vos oferecer 3 Bilhetes Duplos para o Tejo Air Radical. Para se habilitarem a ser um dos vencedores, basta que seguirem as seguintes indicações:


  1. Seguirem a página de Facebook e o perfil de Instagram d' As viagens dos Vs;
  2. Seguirem a página de Facebook do Centro Comercial Dolce Vita Tejo;
  3. Serem criativos e escreverem uma frase que inclua as seguintes palavras: Tejo Air Radical - Férias - Verão
  4. Partilharem o post do passatempo publicamente, identificando duas amigas/os que gostassem de passar uma tarde divertida no Tejo Air Radical;
  5. Enviarem o formulário abaixo devidamente preenchido:

Este passatempo que tem agora início, termina na próxima segunda-feira, dia 7 de Agosto, às 23h59. Na terça-feira seguinte, os três vencedores serão contactados, sendo necessário que cada um deles me indique o seu número de Cartão de Cidadão.


 

Participem! Partilhem! E boa sorte!


Boa noite