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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

As memórias que guardo dos meus avós

26.07.17 | Vera Dias Pinheiro

 

Do lado da minha mãe, não cheguei a conhecer a minha avó e não guardo qualquer memória do meu avô. Portanto, é do lado do meu pai que ficam as memórias e as lembranças de outros tempos - sim, outros tempos, pois ambos já faleceram. São memórias felizes, como todas, alías, que guardo da minha infância. O crescimento e o amadurecimento permitem-nos dar o devido valor ao que já passou. O meu pai era o mais novo de três irmãos e eu a mais nova dos seis netos. Havia uma ligação muito forte a este lado da família paterna. Talvez para compensar o facto da minha mãe ser filha única.

Os meus avós viviam numa casa rodeada por um terreno, era o casal do avós! Havia espaço e camas para todos os netos, havia sempre comida pronta e havia línguas de gato (que vinham embrulhadas num canudo de papel da mercearia). Os meus avós eram pessoas bem dispostas e divertidas, riam-se das minhas piadas e tinham paciência para os seis netos. Haviam muitas fotografias espalhadas pela casa, antigas e a preto e branco. Contavam-nos histórias e como tinha sido a infância dos nossos pais.

 

Lembro-me de dormirmos todos juntos e dos mais velhos verem filmes assustadores e eu, que morriam de medo, não dava parte fraca para que ser excluída daquele programa.

Lembro-me do meu avô me deixar conduzir o seu pequeno tractor, o seu meio de transporte, e de eu ter partido o muro do vizinho, porque tinha feito marcha atrás em vez de andar para a frente. Lembro-me dos almoços tardios e de ficar tão cheia por ter comido tanto. Lembro-me da minha avó repetir carinhosamente a forma como eu a chamava quando era bebé e que apenas ela se lembrava. Lembro-me das suas rugas e da sua pela morena. Era pequenina, tinha um ar frágil, mas era ela que tomava conta de tudo e de todos. Do meu avô, nunca me irei esquecer dos seus olhos azuis, um azul que mais ninguém na família teve a "sorte" de herdar. Lembro-me da sua voz forte, sempre a chamar pela sua "Maria".

 

A casa de banho ficava fora de casa, por isso, lembro-me de ter sempre muito medo de acordar a meio da noite com vontade de ir à casa de banho. Lembro-me de ir com eles à horta, do almoços por lá com legumes e frutas acabadas de apanhar. Lembro-me que os meus avós, à despedida, nos davam sempre uma nota para "os rebuçados" que eu guardava religiosamente. Lembro-me das brincadeiras no pátio, de andarmos aos pulos em cima do feno e do meu avô nos repeender;

 

Lembro-me, acima de tudo, de afecto e de carinho. Lembro-me do cheiro, da voz e dos sorrisos.

O meu avô foi a primeira pessoa por quem eu chorei a perda de alguém próximo e o meu pai a segunda.

Deste casal já pouco ou nada resta e, com ou sem razão, eu preferi guardar apenas as boas memórias. É assim que sou feliz.

 

O amor pelos avós em nada se compara com os dos pais, são coisas distintas e que, por isso, não compentem. O amor pelos avós é uma coisa única e especial, pois existe qualquer coisa de mágico a envolver estes seres que se tornam uma espécie de pais uma segunda vez. Com a vantagem de terem a distância necessária para que a paciência seja praticamente inesgotável. O amor volta a multiplicar-se e descobre-se que o coração, afinal, ainda consegue esticar mais - os corações não rebentam de amor, isso é um mito :)

 

Recordo com saudade estes dois seres tão especiais que fizeram parte da minha vida nos tempos mais bonitos que tive em família. Sei que não eram a família perfeita, que tinham as suas turras, cada filho com o seu feitio, mas havia um respeito que se suplantava a tudo o resto e que os manteve unidos durante muito tempo. O suficiente para que estas e outras memórias sejam parte importante da pessoa que sou hoje.

 

Um beijinho especial a todos os avós que acompanham este blog.

 

Um especial às duas avós dos meus filhos, cada uma com o seu papel, cada uma com a sua presença, mas ambas com um lugar muito especial na vida dos dois.

 

Que o seja amor (pelo netos) sempre mais importante do que qualquer outra coisa e que seja em nome desse sentimento que não deixemos passar ao lado de momentos felizes que, mais tarde, serão as nossas memórias e parte importante do adulto que somos.

 

Feliz Dia dos Avós!

 

E os vossos filhos, já beberam refrigerantes?

25.07.17 | Vera Dias Pinheiro

Já tinha falado aqui de refrigerantes mas ainda não tinha falado de refrigerantes e crianças, já que sendo a minha premissa o bom senso e o equilíbrio, é preciso perceber como é que isso funciona quando o assunto são os mais pequenos.


Para mim, parte desse bom senso está na minha responsabilidade em saber o que quero para os meus filhos e o que é melhor para a sua saúde.


E no que se refere à alimentação, eu sou bastante prática e objectiva, só quero que eles sejam capazes de fazer as escolhas mais acertadas por iniciativa própria. E para isso, acho que o cuidado e atenção nos primeiros anos é fundamental. E é igualmente importante que nos seja reservado a nós – pais – a decisão de quando (e se ) são feitas as excepções à regra.

Eu sei que isto é uma evolução dos tempos e da crescente preocupação com a alimentação e da própria partilha de informação e de tudo o que se diz sobre açúcar - como também sobre o glúten e a lactose.


No entanto, quando eu era miúda, e fazendo agora uma retrospectiva, lembro-me precisamente do oposto. Uma refeição fora de casa, era sempre acompanhada de refrigerante e nunca de água - a água bebia-se em casa. E, hoje em dia, não sou obesa, não tenho problemas de saúde e sou uma pessoa que se preocupa com as questões da alimentação e a prova disso é que até o Vicente com quatro anos e meio nunca bebeu um refrigerante, nem tão pouco nos pede.


Mas e se ele quisesse? E, se no dia em que me vir a beber um refrigerante, me pedir para experimentar? Eu não vou proibir, até porque eu própria estaria a beber e eu tento educar pelo exemplo. Mas como dentro do meu equilibro e bom senso, entram as excepções conscientes à regra, a minha escolha seria Lipton Ice Tea – até porque foi sempre o meu refrigerante preferido, mais concretamente o Lipton Ice Tea Manga - E o vosso qual era?


Posto isto, e se no segmento dos ices teas, a Lipton é das marcas mais consumidas em Portugal, então, também é bom ficarmos a saber que, desde 2014, reduziu a quantidade de açúcar de 7g para 4,5g por 100ml, nos Ice Teas manga, limão e pêssego (do Lipton Chá Verde falei-vos antes). Para além disso, foi o primeiro refrigerante em Portugal a substituir uma % do açúcar por Stevia, adoçante de origem natural e é o que tem menos açúcar do que outros ‘iced teas', contendo igualmente a maior percentagem de extracto de chá.


Eu sei que este é um assunto polémico. De qualquer maneira, quem opta por não dar de todo refrigerantes aos seus filhos, não tem que mudar de opinião. No entanto, quem dá, como sabemos tão bem que acontece, pelo menos, que o faça em consciência. E se optarem pela Lipton Ice Tea sabem que estarão a fazer uma escolha acertada dentro deste segmento de bebidas. E da próxima vez que vos apetecer um refrigerante já não precisam de beber às escondidas dos vossos filhos para que eles não vejam ou vos peçam para provar.


refrigerantes

Este texto foi escrito em parceria com a marca.


5 Programas para as férias de verão alternativos à praia

25.07.17 | Vera Dias Pinheiro

Já não falta assim tanto tempo para as nossas férias - finalmente! Já estamos naquela fase em que já começamos a desejar muito e a salivar só de ver as fotografias das férias dos outros :) Temos uma condicionante que é a de só conseguirmos ter férias em Agosto, o que, hoje em dia, com uma família de quatro, limita-nos um pouco a escolha e até aquilo que podemos fazer. Os preços inflacionam bastante, como também continua a ser o mês de maior afluência de pessoas. Ainda estamos a aprender a gerir o orçamento familiar e saber planear para conseguirmos tirar o melhor partido desta altura do ano. Eu tenho recordações muito boas e felizes das férias grandes de verão e gostava que o mesmo acontecesse com os meus filhos - já agora, deixo aqui alguma dicas de como planear férias com filhos).


Este ano, coloquei uma exigência: ter mais tempo de praia. No ano passado custou-me bastante ter feito tão pouca praia e acho que este verão merecemos todos - precisamos de Vitamina D!!! Vitamina D!!! No entanto, o facto de ser um mês que leva muitas pessoas de férias para junto do mar, tem o (outro) lado fantástico de tornar os passeios na cidade muito mais agradáveis: poucas pessoas, pouco trânsito, poucas filas. Por isso, não deixa de ser bom reservar alguns dias para fazer coisas na cidade, na nossa ou noutras :)


Assim - e em jeito de sugestão também para vocês - deixo-vos alguns dos programas alternativos que gostava de fazer em família. O desafio é conjugar as idades de ambos, algo que até se está a tornar relativamente fácil, uma vez que a Laura é muito mais despachada do que o irmão era na idade dela e só não faz aquilo que o tamanho dela não lhe permita, porque a vontade, o atrevimento e a inteligência estão lá!


Então, vamos lá:


1ª Sugestão: Badoca Park


Um parque temático, situado na zona de Santiago do Cacém. Nós ainda não conhecemos, mas há muito que tenho vontade de visitar e de levar lá a família. Talvez agora seja o momento ideal para que ambos usufruam da experiência.


Segundo li e pelo feedback de amigos, vale muito a pena e a experiência é semelhante à de uma aventura de Safari.


Morada: Herdade da Badoca, Vila Nova de St. André


Horários: das 9h30h às 18h30 (Mas recomenda-se a chegada até às 12h00)


Preços: Adultos - 17,90 euros; Crianças (o-3 anos) - Gratuito; Crianças (4-10 anos) - 15,90 euros. No entanto, existe um bilhete família (2 adultos + duas crianças dos 4 aos 10 anos) - 61 euros.


2ª Sugestão: Quinta Pedagógica dos Olivais


Já conhecemos, Vicente incluído, gostamos muito, porque o ambiente é simpáticos e os animais que ali estão são os cães, os patos, as galinhas. Animais  do "dia-a-dia", digamos assim, que vivem em condições normais. É óptimo para explicar aos miúdos que os ovos não vêm do supermercado, por exemplo :)


Ainda assim, não vos sei explicar porque é que vamos lá tão poucas vezes.


Morada: Rua Cidade do Lobito, Olivais Sul, Lisboa


Horário de Verão, de Maio a Setembro (existe um horário distinto para o Inverno):


De 2a a 6a feira: 9h00 - 19h00


Sábados e Domingos: 10h00 - 19h00


Encerra às segundas-feiras


Entrada gratuita


3ª Sugestão:  Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva


Outro dos locais que ainda não conhecemos e, segundo sei, há uma parte só de actividades que é bastante divertida, mesmo se as crianças foram ainda um pouco pequeninas para a experiência do museu em si. A mim, parece-me uma excelente opção para fugir a uma daqueles dias de calor, em que mal se pode andar na rua.


Morada: Largo José Mariano Gago, Parque das Nações, Lisboa


Horário: 


De 2a a 6a feira: 10h00 - 18h00


Sábados e Domingos: 11h00 - 19h00


Entrada: Adultos - 9 euros; Crianças até dois ano - Grátis; Crianças dos 3 aos 6 anos - 5 euros


4ª Sugestão: Portugal dos Pequeninos


Muitas das minhas recordações de infância são aqui. Muitas fotografias de família foram tiradas nestas casinhas pequeninas que, na altura, nem sabia muito bem o que representavam, mas a graça de serem à nossa medida, suplantava tudo o resto. Hoje, quero muito lá voltar para que eu própria veja com outros olhos e aprenda uma pouco mais sobre a história do nosso país.


Morada: Largo do Rossio de Santa Clara, distrito de Coimbra.


Horário (entre Junho e Setembro): das 9h00 às 20h00


Entrada: Adultos - 9,50 euros; Crianças até dois anos - Grátis; Crianças dos 3 aos 13 anos - 5,95 euros.


5ª Sugestão: Aveiro


É uma das cidades que está na minha lista faz tempo e acho que o verão é altura ideal para visitar aquela que é considerada a Veneza portuguesa. Os canais, a costa nova e ainda a Fábrica da Vista Alegre e o Museu do Brincar são algumas das coisas que quero fazer quando lá for.


Leitores de Aveiro ou arredores, digam-me o que de melhor se pode fazer nesta cidade. Se tivermos um dia para visitar Aveiro, o que não podemos mesmo perder? :)


E, pronto, estas são as minhas sugestões, não quis fantasiar muito, mas sim pensar em programas que realmente podemos fazer, senão todos, pelos menos dois ou três. Veremos :)


Fico à espera das vossas opiniões, caso já conheçam alguns destes locais. E, já agora, partilhem quais as vossas sugestões alternativas à praia. Por exemplo, se eu vos perguntasse três programas em família para este verão, quais seriam eles?


Boa tarde

 

Querido, preciso mudar a casa #1

24.07.17 | Vera Dias Pinheiro

A forma como olhamos para a nossa casa é completamente diferente consoante a fase das nossas vida. Sem filhos, a viver com alguém, com um filho e com os seguintes, caso hajam, são tudo exigências e adaptações diferentes. Lembro-me bem quando comprei a minha casa, um T1 lindo e à minha medida. Quando o Bruno começou a ficar lá em casa, cheguei à conclusão que comprar um T1 é um erro. Passado cerca de um ano, já estávamos a fazer a mudança para o seu T2. Nessa altura, havia mais do que espaço. Mais tarde, quando Vicente nasceu, continuava a haver mais do que espaço. Porém, quando regressamos de Bruxelas, esse espaço tinha desaparecido. Voltamos a ter que mudar de casa e, desta vez, para um T3 bastante espaçoso. Decoramos a nossa nova casa sobretudo com tudo aquilo que já tínhamos. Tínhamos deixado (achávamos nós) espaço suficiente para um segundo filho. E, de repente, esse segundo filho nasce e não há espaço suficiente e, para além disso, a casa não me parece funcional - já para não mencionar que eu não sinto que tenha apenas mais um filho, a sensação que tenho é de são, pelo menos, mais uns três.


Neste momento, há um série de objectos de decoração que vieram connosco e que vão ter que dar lugar a outros mais funcionais, cuja finalidade seja guarda alguma coisa. Na sala, por exemplo. é preciso um aparador que sirva também de suporte quando recebemos amigos ou familiares para almoçar ou jantar. Depois, há outros objectos - três para ser mais precisa - que são herança da decoração da casa de solteiro do meu marido, mas que são tudo menos funcionais para uma família com filhos pequenos. Por exemplo, temos uma mesa de centro linda, porém é enorme, está arrumada a um canto, a ocupar mais espaço e sem cumprir qualquer tipo de finalidade que não encher - e o meu marido que não leia este post! Há também um candeeiro de pé alto que ... enfim.... e uma secretária que ocupa demasiado espaço e não tem qualquer tipo de arrumação e onde eu não trabalho porque não me sinto lá bem.


Ainda assim, tenho a consciência de que TODOS precisamos urgentemente de destralhar: roupas de criança que eles já não vestem e que estão arrumadas a ocupar espaço, os brinquedos com os quais eles já não brincam e outras coisas que se acumulam. Por exemplo, coisas tão banais como os sacos. O que é que vocês fazem com a quantidade exagerada de sacos que vamos acumulando? Alguns deles muito bons, de facto. mas ficam guardados eternamente sem que algum dia venham a ter algum uso.


E foi desde que a Laura começou a andar e a ser parte activa nesta família e nesta casa, que sinto que temos que fazer alguma coisa. E hoje, num dia particularmente de pouca inspiração e sem vontade de ir ao ginásio - vejam só como é que isto me anda a perturbar - resolvi encher-me de paciência e dar uma vista de olhos em lojas de decoração. A ideia era não ir ao Ikea, mas acabei por ter que lá passar. Contudo, comecei por seguir as sugestões que algumas leitoras deixaram no meu post do Facebook e lá andei eu pela loja Deborla e Espaço Casa. E eis aqui algumas das minhas apreciações sobre cada uma delas:


DeBorla:


A última vez que tinha entrado numa loja Deborla tinha sido há muitos anos atrás, muitos mesmo, e não tem nada a ver com o que hoje encontrei. Achei uma óptima solução para comprar objectos "funcionais", mais do que para decoração, nomeadamente utensílios de cozinha, para casa-de-banho e de arrumação. Os preços são super em conta e os saldos compensam.


O que eu comprei:


  • Uma caixa do pão;
  • Uma queijeira para guardar os queijos no frigorífico;
  • Alguns utensílios de cozinha como: uma tesoura, uma daquelas tampas que evitam os salpicos das frigideiras, um copo de silicone para a Laura
  • Uma toalha para colocar os pés na saída do banho.

Espaço Casa:


Esta já conhecia um pouco melhor. Acho uma loja mais confusa, com muita coisa e eu acabo por me sentir sempre meio perdida e sem saber muito bem para que lado me virar. Não é tão barata quanto a anterior, mas ainda assim tem preços simpáticos. Aqui a oferta de decoração é também superior. Uma coisa boa é que está praticamente tudo agrupado por cores/tons, por isso, se querem decorar a vossa cozinha com uma determinada cor, acaba por ser mais fácil encontrar coisas que se enquadrem.


O que eu comprei:


  • Um copo para as escovas de dentes e um outro igual para colocar o sabonete das mãos;
  • Comprei uns suporte para prender as cortinas da sala;
  • E.... comprei um carrinho de bebé de brincar para a Laura. Encontrou um e nunca mais o largou, teimosa como ela é, venceu-me literalmente para não ter que a ver aos gritos no meio da loja. E, porque, na verdade, os brinquedos delas são 98% do irmão e ela estava mesmo feliz com aquilo.
IKEA</p>

Dispensa apresentações, não é verdade? Confesso que acabei por ter que passar por lá, porque algumas das coisas essenciais que queria comprar hoje ainda não tinha encontrado. Por exemplo, molduras de uma tamanho em particular e caixas para arrumação (para colocar dentro dos armários da cozinha) que não fossem somente aquelas de plásticos.


E, a verdade é que, em arrumação é invencível ainda que não seja tão barato quanto se pense. Mas vale pela oferta variada e porque há sempre alguma coisa que é possível adaptar à nossa casa, mesmo que ela não seja um "modelo" IKEA.


O que comprei:


  • Molduras;
  • Caixas de arrumação para a cozinha;
  • Cestos de arrumação para a casa de banho;
  • Uma planta artificial para a casa de banho - quem acaba por trazer sempre algo de não necessita verdadeiramente?! ME!!!!
  • Plastificado para forras as caixas, sobretudo aquelas onde quero guardar o azeite e outros temperos.

Continua a faltar-me:


  • O tapete para a sala
  • Uma secretária
  • Um aparador para a sala
  • Roupa de cama de casal (preciso renovar)
  • Uma solução qualquer inteligente para arrumar sapatos

Continua a ser urgente:


  • Destralhar!

Deixo aqui algumas imagens que retirei do Pinterest. Confesso que começo a perder mais tempo a visualizar os espaços e aquilo que se pode fazer deles., antes de ir às compras. Acabo por gastar menos dinheiro e por ficar mais feliz com o resultado!



Uma alternativa para a casa-de-banho



Podia ser uma hipótese para um roupeiro que temos, mas isso implicaria arranjar alternativa para os casacos que já lá estão.



Gosto desta solução para o escritório. Mas ainda não sei se será a definitiva.


Agora preciso de uma casa funcional, em que mesmo no meio do caos que eu finjo não me importar por ser normal numa casa com crianças, eu preciso saber que, quando (e se), eu quiser arrumar, tudo tem um lugar de origem. Preciso saber que consigo recriar o ambiente perfeito para, de quando a quando, eu sentir alguma tranquilidade - aquela que eu finjo não me importar de não ter por ter dois filhos pequenos, irrequietos e desarrumados como é próprio da idade.

Obrigada por todas as vossas dicas hoje! Vou partilhando as novidades por aqui.


Boa noite.


O melhor da vida é a vida como ela é

23.07.17 | Vera Dias Pinheiro

Eu gosto de partilhar o melhor da vida, porque é essa a mensagem (de positivismo) que quero passar e porque é dessa forma que eu levo a vida. Acredito que nada acontece por acaso, acredito que até a maior desilusão da nossa vida tem um motivo. Acredito devemos sempre ver o lado bom das coisas (porque ele existe) e que coisas boas atraem coisas boas. Acredito que não existem vidas perfeitas, filhos perfeitos, casamentos perfeitos, empregos perfeitos, mas a vida é simplesmente como ela é. Acredito que não valem a pena lamentações e que nós temos sempre algum poder de mudar o ruma das coisas. Tudo depende da perspectiva que damos ou do ângulo em que nos posicionamos.


Contudo, continuam a haver momentos mais complicado e exigentes. Momentos em que colocamos tudo em causa e até momentos em que nos arrependemos das decisões que tomamos. Crescer não é fácil, lidar com a vida adulta, com toda a sua complexidade e densidade, muito menos. A maternidade a tempo inteiro, com o Vicente, mostrou-me uma Vera que eu não conhecia, tive que lidar com coisas menos boas que eu nem dava por elas se não tivesse um bebé 24 horas comigo a exigir de mim tudo e mais alguma coisa. Costumo dizer que fiz a maior e mais profunda viagem dentro do meu ser, vi coisas que não gostei, outras que descobri e das quais me orgulho, mudei a minha perspectiva sobre uma série de situações. No fundo, cresci! Cresci tanto que há momentos em que me faltam as forças para me manter no nível em que estou. Há momentos em que me sinto a falhar como mãe, mulher, profissional, amiga... sinto-me a ser a pessoa que não quero ser. Sinto que o passo que dei pode ter sido maior do que as minhas pernas.


Depois, percebo que é a minha teimosia em querer sempre estar prevenida para todas as situações e para todos à minha volta. Afinal, cresci a ser auto-suficiente e a estar sempre à altura das exigências. Estive à altura de ser mãe pela primeira vez, de dividir a vida com uma outra pessoa, de tomar a decisão de deixar o meu emprego, de mudar de país, de ser dona de casa, de tentar ser uma pessoa interessante e manter-me, mais ou menos, culta e com tema de conversa, exercitei-me (ia ao ginásio às 6h00 da manhã), planeava viagens e fins-de-semana, assegurava as malas da família, dormia pouco(sempre dormi pouco). E tudo isto sem pedir ajuda, sem dizer "eu não sou capaz" ou "eu não consigo". Mas a verdade é que nunca ninguém me obrigou a nada. Foram tudo decisões minhas.


Porém, imagino que chegamos a um momento em que ficamos realmente cansadas e é, nesse momento, que nos sentimos culpadas: !Porque é que eu não estou a conseguir?", "Se agora não é mais difícil do que antes, porque é que eu não sou capaz?"; "Porque é que me apetece pedir ajuda se ninguém está preparado para me ouvir pedir ajuda?"


Às vezes, a vida parece simplesmente um enredo demasiado denso e confuso. Não se vê luz ao fundo, não se percebe qual o rumo certo a tomar. Tudo parece demasiado pesado, as forças faltam-me e eu coloco tudo em perspectiva. As vidas não são perfeitas e que não é perfeição que eu vos gosto de transmitir. A vida é como ela é e ponto final. Há altos e baixos, mas a minha mensagem será sempre de positivismo. Acredito que cada um de nós pode fazer muito por si mesmo, que pode (e deve) escolher o seu caminho de felicidade. Nem sempre é fácil, mas, no final, acredito que a recompensa será sempre maior.


...

23.07.17 | Vera Dias Pinheiro
 

Agora seria a minha vez de lutar pelos meus sonhos, a minha vez de ser o centro das tuas atenções e em função de quem as decisões seriam tomadas. Ingenuamente, achei que seria assim, que eu estaria lá para ti e que tu estarias aqui para mim. Achei que de alguma forma, iria ser retribuída por tudo aquilo que tinha feito, a tenção, a compreensão, as decisões forçadas que tive que tomar, achei que iria sentir o teu apoio incondicional e a tua segurança. Ao invés, tem sido o vazio e a solidão a tomar conta de mim.


A minha voz que sai, mas que não é ouvida, a voz que clama por compreensão e recebe a censura, os sentimentos feridos que congelam as emoções. Senti que tudo mudou quando os papéis se inverteram e que tu não soubeste estar lá para mim, pelo menos não da forma como eu esperava que estivesses. Não com o amor que sentimos um pelo outro.


que eu estava errada, que tinha tomado as minhas decisão com base em permissas erradas, numa forma de ver o mundo e as pessoas que não corresponde á real. nesse dia, senti-me a fraquejar em toda a força que tenho e que todos os dias invento ter, nesse dia olhei para tras e sentir que tudo foi um erro, nesse dia senti a solidão e a trsiteza.


Sinto uma voz que quer gritar dentro de mim e não é ouvida e muito menos entendida. No dia em que demos a a volta e em que era eu a precisar de tu, pregaste me uma grande partida, tiras-me o chão e deixaste-me a pensar em todas as decisões que tomei.


Babybel Queijo & Crackers | Até onde iriam por um queijinho?

21.07.17 | Vera Dias Pinheiro

Eu gostava de vos falar deste assunto com fotografias decentes, mas a verdade é que tanto o Vicente, como a Laura são dois devoradores de queijo, sobretudo quando se trata dos mini Babybel. Por eles, comiam uma rede de uma só vez e foi precisamente isso que aconteceu quando recebemos cá em casa a mais recente novidade Babybel Queijo & Crackers.


A partir de agora, os snacks Babybel estão ainda mais completos e saciantes com esta nova combinação de um queijinho Mini Babybel e uma saqueta de bolachinhas crocantes - como é tudo mini, é impossível não usar os "inhos", não é? :) Este formato continua a ser bastante fácil de andar connosco para todo o lado com a vantagem de ser realmente um lanche equilibrado e saudável:


É composto por 98% de leite, sem corantes ou conservantes, naturalmente rico em cálcio e proteínas e com uma baixa percentagem de matéria gorda. Também é indicado para pessoas de regime alimentar vegetariano e não contém lactose.

Para nós, que sempre que podemos evitamos os lanches comprados fora de casa e andamos sempre com uma lancheira, ficamos super entusiasmados com esta novidade.


Por aqui, há inclusivamente quem minta, dizendo que não ainda comeu nenhum queijinho, só para ver se alguém lhe dá mais um... ou dois ou três! Acredito que se pedisse ao Vicente para, por exemplo, fazer o pino em troca de um mini Babybel, ele o faria ou, pelo menos, tentava. E é um bocadinho por causa desta "aventura" que é para se conseguir comer só mais um queijinho, que, em colaboração com a Bel Portugal, resolvi lançar-vos um desafio.


E, assim, numa espécie de passatempo, pedia a cada um de vocês que partilhasse uma imagem com o local mais insólito onde comeria o seu Babybel Queijo & Crackers. Ou seja:


A mecânica:


  • Partilha de uma imagem (Facebook ou Instagram) a indicarem qual o local onde comeriam o seu Babybel Cheese&Crackers, em que os participantes colocam as hashtags #babybelpt #levarparatodoolado;
  • Lançar o convite a um ou dois amigos (usando o Tag no nome) e perguntarem-lhe qual o sitio ideal onde comeriam o seu Babybel Cheese&Crackers;
  • Seguir o blog As viagens dos Vs aqui e aqui;
  • Seguir Mini Babybel Portugal aqui.

O prémio para a fotografia mais original será:


4 redes de 6 queijinhos de Mini Babybel + 2 embalagens Babybel Cheese&Crackers + Pack Aventura para desfrutar em vários locais parceiros de norte a sul do país.


Atenção! Muita atenção!!!! Serão apurados dois vencedores. A selecção será feita por ambas as partes, de acordo com as fotografias mais originais. Os critérios passam pela originalidade e resposta ao pedido do desafio (hashtag e tag).


Ficaram esclarecidos? Inspirados para tirarem as melhores "chapas" durante o fim-de-semana? Estou a contar com vocês! :)


Já agora, pedia-vos que preenchessem o questionário abaixo para podermos mais facilmente entrar em contacto com os dois vencedores. Muito obrigada.


O passatempo vai decorrer entre o dia 21 de Julho de 2017 e o dia 26 de Julho de 2017.


Participem! Partilhem! E boas aventuras! :)