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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

A minha expectativa (quando o meu marido chega de viagem)

04.06.17 | Vera Dias Pinheiro

 

Não vou mentir, eu tenho sempre a mesma expectativa de cada vez que o meu marido chega de viagem. Tenho a expectativa que ele chega e eu passo-lhe a pasta dos filhos, pelo menos, nas 24h imediatamente a seguir. É ele que dá atenção, é ele que muda as fraldas, é ele que dá banhos e é ele que adormece. É uma expectativa egoísta de quem sente a necessidade de fazer uma pausa depois de tantos dias tão exigentes.

 

Esta vontade acaba por nunca ser explícita ou declarada, porque coloco-me imediatamente no lugar de quem esteve fora. E, em ambos os casos, a exigência foi grande em diferentes perspectivas. Para quem fica, é todo o cansaço de quem teve que assumir todas as responsabilidades: a casa, os filhos, o trabalho, fora o bónus de não poder perder o controlo, porque os miúdos sentem quando um não está, ficando mais sensíveis e a precisar de mais atenção. Quem fica, chega ao fim de rastos, pois dorme menos; vai levar e vai buscar; vai ao supermercado; vai ao parque; vai às actividades extra-curriculares; dá banhos; dá jantares e põe a dormir. É quem fica que acorda de noite, caso seja necessário, que gere as birras com maior responsabilidade para tentar não perder a calma. Para quem fica, o dia da chegada tem sempre a expectativa que a outra pessoa venha cheia de energia após o interregno de tudo isto.

 

Porém, quem foi, não foi de férias. Quem foi, foi em trabalho e, regra geral, faz viagens longas e em horários impróprios, viagens que só por si já cansam. São viagens em trabalho, exigentes, embora, na minha opinião, havendo a possibilidade de dormir sem interrupções e de chegar o fim do dia sem sentir que tem um outro dia de trabalho a começar, já leva alguma vantagem e ganha alguma qualidade de vida (e de descanso).

 

Mas quem foi, chega cansado e, quem ficou, está igualmente cansado. Gerir as expectativas de ambas as partes não é fácil, pelo contrário, é um tema sensível para ambos. Quem chega, está à espera de ser recebido - com legitimidade - por quem está cheio de saudades, por quem está disponível para o deixar descansar e recuperar da viagem, ao mesmo tempo, que trata de tudo o resto: os filhos, as rotinas e a casa. Quem ficou, muitas vezes, está a contar os segundos para poder voltar a dividir as tarefas, passar as birras e até deixar descansar por cinco minutos sem filhos por perto.

 

Lido bem com estas ausências, mas é-me difícil gerir as expectativas da chegada. Esconder aquela que é a minha vontade, sabendo que do outro lado é igualmente legítimo a necessidade de descansar.  Lido bem, mas preferia que na chegada, eu pudesse exigir que a partir daquele momento "é tudo dele".

 

Entretanto, o pai chegou e o Vicente já não aguentava mais. Levei-o a dar uma volta para o distrair, passámos pela Feira do Livro e aproveitámos algumas das actividades que estavam a decorrer para crianças: plasticina no espaço da Leya, enquanto decorria o Showcooking da minha amiga Raquel, que lançou o livro Crianças Saudáveis, Famílias Felizes em conjunto com a autora do blog My Casual Brunch. Depois, descemos um pouco até ao espaço da Zippy para fazer o Workshop de Papagaio de Papel e, contrariamente ao que eu pensava, o Vicente adorou a experiência e, obviamente, gostou ainda mais quando o pai, finalmente, se juntou a nós.



Anda assim, o que importa é que foi um fim-de-semana muito bom no tempo que aproveitei com os meus filhos e na forma como desfrutei de ambos. Hoje não houve sesta, será que ganhámos um bónus na hora de dormir?

 

Como foi o vosso fim-de-semana?

 

Boa noite.

O pouco tempo que temos para os nossos filhos

03.06.17 | Vera Dias Pinheiro

Hoje tirei o dia para ser unica e exclusivamente mãe a tempo inteiro dos meus filhos. Foi um dia que lhes dediquei por completo e acho que correu tão bem porque não foi um dia programado. Não houve stress matinal para sair de casa, para comer ou até mesmo para dormir a sesta. Não ouve birras de me enlouquecer e não deixei que o receio de estar sozinha com os dois nos impedisse de aproveitar este sábado... que foi um dia em cheio!


Logo cedo,  começamos com as aulas de natação e, mesmo tendo sido a primeira vez que fui sozinha com os dois e não sendo a logística fácil, acabou por correr tudo bem (dentro e fora de água). O Vicente assumiu verdadeiramente a postura de irmão mais velho, comportou-se lindamente, ajudou a tomar conta da irmã e ainda se desenrascou sozinho no banho. No regresso a casa, o Vicente pediu-me para passar no parque, acedi e lá fomos nós. Sempre numa correria contra o tempo, tentando aproveitar tudo ao máximo, embora as manhãs sejam sempre mais curtas. A Laura tem as rotinas mais apertadas, sobretudo com a necessidade que temos em não perder a hora da única sesta que dorme durante o dia.


Depois do almoço, conseguimos fazer os três uma sesta, que tão bem faz ao Vicente e hoje particularmente a mim, pois há duas noites que ando a dever umas boas horas de sono à cama. Acordamos prontos para voltar a sair de casa, pois o dia ia terminar no piquenique do Dia da Criança da Chicco Portugal. O programa perfeito para eles e... para mim.


Uns bons metros de relva cheia de brinquedos, liberdade, imensas crianças, gelatina, pipocas e algodão doce. O que se pode pedir mais para que os miúdos tenham uma tarde em cheio? Brincou-se até o vento se levantar e nos ter lembrado que eram horas de regressar a casa e assim foi. Terminamos o dia com mais brincadeiras e abrimos uma excepção ao jantar: batatas fritas da avó! Um dia não são dias e estes dias excepcionais são importantes para todos.


As últimas semanas têm sido muito exigentes a nível profissional (e as que se seguem também), por isso eu própria tenho andado um pouco mais ausente para eles e, mesmo estando junto deles, acabo por estar a fazer outra coisa que não estar efectivamente com os meus filhos.


Por esta hora já ambos estão a descansar e eu - para não variar - preciso mesmo de trabalhar. Mas o dia encheu-me o coração, talvez até mais a mim do que a eles. E se nos queixamos quando tudo corre mal, temos o dever de elogiar quando tudo corre bem. Hoje foi um dia bom, aos poucos também começo a aperceber-me de que estou a entrar numa fase diferente, a Laura já está mais crescida e ser mãe de dois assume todo um encanto diferente e uma dinâmica familiar também diferente.


Sinto-me completa com estes dois filhos, sinto que ficamos por aqui, pois quero gozá-los ao máximo, vivê-los aos máximo em cada fase do seu crescimento. Não quero que inconscientemente esteja a distanciar-me daquela que se tornou a minha prioridade quando fui mãe pela primeira vez: ter tempo e disponibilidade para acompanhar o crescimento dos meus filhos de perto. Tenho medo de não me estar a aperceber do quão rápido o Vicente está a crescer, porque a cada dia as conversas são diferentes, já sabe contar, o seu raciocínio, a sua esperteza, o seu tamanho, o tamanho das suas vontades... a sua vontade de crescer.


O tempo dá-nos pouco tempo para viver estes primeiros anos que são tão bons, tão especiais e tão únicos. Parece-nos que foi tudo "ontem" e quando vamos a ver, já se passou um ano, dois, três... E não há nem sinal daquele bebé de colo. E mesmo não querendo mais filhos, não vou negar que vou sentir sempre saudades quando vir um bebé.


Boa noite.


Desculpem, mas por razões óbvias não houve Magazine Semanal hoje. Os meus filhos hoje foram a prioridade. <3

 

Quando estamos sozinhos os três - Parte II

02.06.17 | Vera Dias Pinheiro

É quando ficamos sozinhos os três que sei que preciso estar mais forte, com mais paciência, mais cheia de tudo o que é preciso para dar a volta aos momentos de tensão. Sei que vão haver mais chamadas de atenção e sei que é ao fim do dia que tudo se transforma... para pior. Sei também que é fundamental cumprir os horários se quero ter alguma harmonia ou tranquilidade - mas também sei que a probabilidade disso não acontecer é grande. Sei de tudo isto, de cor, de trás para a frente e de frente para trás. As viagens e as ausências fazem parte da nossa vida, aceito, porque se assim não fosse, não estaria a ser honesta.


No entanto, mesmo sabendo tudo isto, não deixam de haver os momentos em que fico tensa e em que me falta a paciência. Momentos em que gostava que os meus filhos fizessem tudo de forma automática, que as coisas básicas e essenciais do dia-a-dia, como tomar banho, comer e lavar os dentes, não fossem todos os dias motivo de stress entre nós. É quando estamos sozinhos a três que me sinto mais vulnerável e com as minhas fraquezas mais expostas, afinal, foi sempre assim. Nem estes sentimentos são novidade para mim.


Talvez, agora o que é mais difícil é saber gerir os sentimentos do Vicente que, pela idade, já sente coisas que em bebé nem se apercebia. São sentimentos que precisa exteriorizar e nem sempre sabe como. Invariavelmente, as birras, numa mistura de cansaço e saudades do pai, terminam com ele agarrado a mim a chorar e a chamar pelo pai. Um choro sentido, pobre Vicentinho, que até custa ouvir.


Dar a volta a isto exige alguma imaginação da nossa parte, encontrar até coisas diferentes para fazermos no dia-a-dia, que o distraiam da passagem do tempo e das perguntas constante de quando o pai chega. E desde a última viagem que fiz um pedido ao pai para que todos os dias enviasse um vídeo para o Vicente, como se estivesse a falar ao telefone. E não é que resulta? E não é que o pai tem jeito para esta "simulação" de conversa telefónica?


Outras dicas importantes:


  • Tentar ser o mais organizada possível;
  • Deixar as roupas preparadas de véspera;
  • Preparar as refeições e deixar a mesa posta antes de ir buscar o Vicente;
  • Garantir que o fim-do-dia é só para eles numa tentativa de contrariar as birras e as chamadas de atenção;
  • Ligar o descomplicómetro e relevar o que for acessório;
  • Ligar o nosso piloto automático também ajuda.

No dia-a-dia isto traduz em coisas tão simples como deixar que o Vicente durma na minha cama e que veja televisão depois de jantar, enquanto se adormece a Laura. Que de manhã aconteça sair de casa sem lavar dentes - mesmo que depois vá todo o caminho a ouvir o meu sermão de que os dentes vão ficar cheios de bichos feios e desate a chorar porque afinal já quer lavar os dentes - que coma mais que uma vez na semana ovo mexido com arroz, que vista o que ele bem entender, não importa se faz frio, se está a chover ou a fazer calor. Aquilo que importa é "do mal o menos", o que eu quero é chegar ao fim do dia de domingo e sentir que não perdi o controlo e que eles não sintam que estar sozinha com eles não é fácil.


A maior parte do tempo já passou, agora são só mais dois dias até o pai chegar.


Boa noite.


P.s: O magazine semanal sai amanhã.


Sugestões para celebrar o Dia da Criança

02.06.17 | Vera Dias Pinheiro

 

1.Concentra Family Play

 

Onde? Praça Central do Forum Sintra

 

Quando? Dias 3 e 4 de Junho, das 11h às 13h e das 14h às 19h

 

Revejam este post para ficarem a saber tudo sobre este espaço interactivo de diversão para a família, promovido pela Concentra.

 

2. Workshop de Personalização de Papagaios de papel Zippy

 

Onde? Recinto da Feira do Livro, Parque Eduardo VII

 

Quando? Dias 3 e 4 de Junho, entre as 11h00 e as 19h00

 

A ideia é proporcionar divertidos momentos de brincadeira ao ar livre, longe das consolas e da Televisão, reforçando o que realmente é importante: o tempo de qualidade passado em família. Com a ajuda de um instrutor, irão construir o seu próprio papagaio de papel. No recinto existirá também uma zona de lounge e de brincadeiras, onde as famílias podem fazer a sua largada de papagaios. Sem esquecer que a marca vai fazer também um passatempo e o prémio são 150€ em compras na Zippy, claro.

 

3. Oficina Criativa "Carrinhos Solares"

 

Onde? MAAT Museu

 

Quando? Dia 4 de Junho

 

Idades: > de 6 anos

 

Valor de Inscrição: 5 euros (50% de desconto na inscrição do segundo filho).

 

4. Oficinas e concertos gratuitos para as crianças

 

Onde? Fundação Oriente Museu

 

Quando? Dias 3 e 4 de Junho

 

Programa disponível para consulta aqui.


5. Feira de Livro de Lisboa

 

Onde? Parque Eduardo VII

 

Quando? De 1 a 18 de Junho

 

A Feira de Livro de Lisboa vai preencher o Parque Eduardo VII com livros, actividades gratuitas para os miúdos, histórias e poemas, concertos, workshops e muitas outras animações.

 

6. Museus Grátis no primeiro domingo do mês.

 

Quando? Dia 4 de Junho

 

Descubram quais na agenda Pumpkin e visitem o nosso Património com a vossa família.

 

7. Brincar 30 minutos em família e a nossa sugestão deste mês vai para a Fabrica de Chocolates da Science4You

 

Um programa divertido, educativo (para pais e filhos, acreditem que também vão aprender muita coisa), doce e que vos irá permitir fazer grandes descobertas em torno do delicioso mundo do chocolate. Aceitem o desafio e divirtam-se!



  

Estas são as nossas sugestões para este fim-de-semana, espero que gostem e, sobretudo, que se divirtam em família! São só dois dias, não há tempo a perder :)

 

Boa tarde!

Existem duas formas de levar a vida. Qual é a vossa?

01.06.17 | Vera Dias Pinheiro

Existem duas formas de levarmos a vida. Aquela em que efectivamente fazemos alguma coisa por nós, enfrentamos os problemas, tentamos dar a volta, caímos para levantar-mo-nos a seguir. Há aquela maneira em que "no matter what" vamos fazer com que cada dia da nossa vida valha a pena. Acordamos com os contadores a zero, tentando libertar-nos de tudo aquilo que nos posso estar a aborrecer no momento ou que nos possa estar a preocupar. Esta é a forma de viver mais bonita, mas é também aquela que nos dá mais trabalho. Porque desta forma vamos ter que deixar de ter as bengalas, isto é, vamos ter que aprender que não podemos colocar as desculpas nos outros. Vamos ter que aprender a encaixar que, às vezes, as coisas menos boas acontecem por causa de nós e que as relações à nossa volta são 99,9% do tempo reflexo de nós próprios, da forma como nos comportamos com os outros, das palavras que dizemos... muitas vezes, sem nos apercebermos. O sinal de alerta deve ser quando começamos a pensar muitas vezes: "Porque que é que isto me aconteceu?; "Porque é que estão a falar assim comigo?". Na verdade e voltando a tal segredo da felicidade, a nossa reflexão deve fazer-se numa outra perspectiva, perante a qual nos será mais fácil encontrar as respostas. "O que é que eu fiz que levou a isto?", "O que é que eu posso fazer de diferente para determinada pessoa não falar assim comigo ou para que tenha outra atitude comigo?". É difícil, eu sei, mas lembre-mo-nos que ninguém é perfeito, logo, até é capaz de fazer algum sentido que a "culpa" não esteja sempre nos outros.


E aqui chegamos à outra forma de levar a vida. Aparentemente,  mais simples, porque a culpa nunca é nossa, o mundo é que está contra nós. Portanto, nem vale a pena fazermos nada porque tudo o que fizermos vai estar mal, tudo o que dissermos vai estar errado. Posto isto ou optamos por não fazer nada ou, a fazer, fazemos a coisas só para "picar o ponto", o que de certa forma nos dará argumentos. "Ah, mas eu fiz, tu é que...."; "Isso não é verdade, porque eu pensei em dizer/fazer, mas como tu....". No fundo, andamos constantemente à procura das desculpas, dos pretextos como forma de legitimar a nossa própria falta de coragem. Na verdade, estamos crentes de que fazemos tudo bem - um bem relativo, diga-se, porque o bem de duas pessoas nunca é sinónimo daquele que é o nosso bem pessoal.


Com o passar do tempo, continuamos a bater com a cabeça nas paredes - sempre por culpa dos outros - até que desistimos. Também não temos muita vontade para conversar, mas se o fizermos, já estamos preparados para contrariar os argumentos da outra parte com um "eu não concordo com isso"; "tu também fazes/dizes isso"; "tu és igual a mim". No fundo, só temos uma forma de lidar com o confronto: criticando o o outro. Vamos apontar tudo o que o outro fez mal para nos  camuflarmos a nós próprios. Contudo, eu costumo dizer que para criticar é fácil e se estivermos focados nisso, vamos encontrar sempre inúmeras coisas que podemos apontar ao outro negativamente. O difícil é agir pela diferença, fazendo melhor e mostrando ao outro, então, que se faz mal, há uma outra maneira de fazer as coisas, mais harmoniosa e mais positiva. É caso para dizer: Se sabes fazer melhor, então mostra-me como se faz, ajuda-me?!" 


Eu acredito que, mais cedo ou mais tarde, todos nós acabamos por nos encontrar nesta encruzilhada. Chegamos a um ponto da nossa vida verdadeiramente fracturante, de mudança - e vocês vão saber exactamente qual é quando lá chegarem, se é que ainda não vos aconteceu - em que tanta coisa está mal à nossa volta, a perturbar-nos mesmo a sério, que somos forçados a escolher um destes caminhos. Durante um tempo andamos a bater muito mal, com dificuldade em encontrar um ponto de luz, o nosso norte, a saída para aquele buraco negro que se instalou nas nossas vidas. A mudança pelo amadurecimento pessoal é do caraças, mas o proveito que se tem no futuro compensa cada lágrima, cada pedrinha, cada montanha a que tivemos que dar a volta.


Já escrevi sobre relações vazias, hoje escrevo sobre objectivos pessoas e relacionais. Que tipo de pessoas queremos ter à nossa volta?; Que tipo de energias?; De que forma conseguiremos nós gerir tudo isso? Lidar com a cobrança dos outros sem que isso nos leve a tornar-nos um bichinho anti-social?


Eu, que ando sempre a aprender, tento fazê-lo nutrindo-me por dentro, com os meus momentos a sós, que me permitem fazer uma limpeza, ter um filtro e andar em equilíbrio. Torna-se mais fácil, sabendo que eu sou a minha melhor amiga e que as minhas expectativas nas relações têm que ser moderadas ou encaradas sobre uma outra perspectiva. Depois... e isto é aquilo que diariamente me custa mais - porque a exigência psíquica é enorme - guiar os outros, dar-lhes a mão e mostrar o outro lado de fazer a coisas - quase como o velho ditado "água mole em pedra dura..." - é nos pedido elevação, controlo, condescendência, mas, às vezes, pede-se demais!


Quem mais se identifica com isto? Deixem nos comentários :)


P.s: Ah! E está tudo bem por aqui (e com a vida em geral), apenas anda numa fase de mais reflexão sobre o que me rodeia e a conseguir escrever sobre isso.


Giveaway NIVEA Protecção Solar | Vencedor

01.06.17 | Vera Dias Pinheiro

Fez-se um pouco de suspense, mas já foi apurado o nome do vencedor do passatempo NIVEA Sun Protect Stop Manchas Amarelas, em parceria com a NIVEA. Como sabem, o vencedor irá receber em sua casa três protectores, dois deles já com a novidade deste ano incorporada, o Clothing Protection Complex.


S. Pedro parece que até está a ajudar e este prémio vem mesmo em boa altura, não é? Pois bem, em primeiro lugar quero agradecer a todos pelas vossas participações, no entanto, só será possível apurar um vencedor.


nivea sun protect


MUITOS PARABÉNS


Marta Berneaud


É a nossa vencedora!!!!!!


Agora ficamos a aguardar que o teste à eficácia da acção que permite acabar com as manchas amarelas na roupa seja feito. Combinado? Ficamos a aguardar o seu feedback com curiosidade.


*O seu prémio irá ser enviado para a morada que consta no formulário.


Boa tarde.


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