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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

Perder O Medo De Destralhar | 10 Regras de Ouro

10.04.17 | Vera Dias Pinheiro
Só escolhi esta fotografia, porque foi tirada pelo Vicente e porque ele consegue arrancar o meu melhor sorriso sempre!

Às vezes, pergunto-me porque é que os problemas nunca vêm sozinhos e as coisas boas, por sua vez, parecem chegar muito mais vagarosamente. Pergunto-me se, serei apenas eu, para quem a vida se passa numa autêntica montanha russa. Serei? Com a idade, sinto cada vez mais o peso de ter que ser eu a resolver uma série de problemas e para onde quer que me vire, lá estou eu no centro de tudo, a quem é exigida a tomada de decisões.


É, nestas alturas que sinto saudades da protecção de um pai e de uma mãe, que servem de escudo, protegendo-nos daquilo que nos faz mal e dos problemas. E nesses momentos que dou o importante salto de maturidade e em que sou capaz de me colocar no lugar deles e, por conseguinte, de lhes dar o devido valor. E ainda apregoam as crianças que querem ser crescidas e adultas como os pais! Deixem-se estar quietinhas e desfrutem da idade da inocência e do prazer que é não terem que se preocupar com nada, pois o pais e a mãe tratam de tudo!


Ainda assim, resta-me alguma tranquilidade lá bem no fundo por saber que, se certos problemas vêm até mim, é porque de alguma forma eu estarei preparada para eles e, sobretudo, que isso pressupõe uma lição a ser aprendida.


E é, nesta alturas, que mantemos o foco no lado positivo e que o desfecho de tudo ainda pode depender de nós. Mas é praticamente impossível não deixar que o nosso estado de espírito contamine tudo o resto, sobretudo a nossa casa. Não vos acontece? De repente, não dão com a vossa casa numa enorme confusão quase como de uma extensão do caos da vossa vida se tratasse? E tudo isto acaba por ter um lado prático: uma boa forma de arrumar a vida é começar por arrumar a casa, literalmente, tirando tudo do lugar e voltando a arrumar. A prioridade é renovar energias, respirar melhor e, se possível, encontrar algumas respostas. Volto a sentir necessidade de "destralhar" e de arejar a casa. Preciso de mais espaço para respirar e deixar que as boas energias fluam. 
Regras de ouro do destralhe:
1. Dizer NÃO às amostras grátis, sem medos, pois, na realidade, são coisas das quais nós não precisamos. Quem não tem um série de fitas porta-chaves em casa sem saber o que lhes fazer?
2. Acabar com as revistas velhas.
3. Limpezas regulares nos armários da cozinha, despensa e frigorífico. Objectivo: deitar fora tudo o que tive passado da data de validade e não estiver bom para ser consumido.
4. Perder o amor à roupa velha e não se fiar no "vou guardar para um dia que volte a precisar". Tenho roupa que vai ficando, ano após ano, guardada sem eu a volte efectivamente a vestir.
5. PAPEL: precisamos mesmo de toda a quantidade de papel que deixamos acumular em casa?
6. Sacos de plásticos: será que é apenas aqui que se tornam uma praga?
7. Acabar com tudo o que está a mais, por exemplo:
toalhas debotadas
panos velhos
utensílios a dobrar
objectos partidos
louça lascada
Cd's e DVD's
Caixas e recipientes vazios - AKA tupperwares sem tapa, rachados, que vieram como brinde do supermercado
E muito mais....

8. Bye bye cosméticos e medicamentos fora do prazo;


9. Ganhar coragem para dizer adeus aos presentes que oferecidos dos quais não gostamos, assim como, aos objectos de decoração que estão a mais;


10. Fazer uma análise da vossa conta bancária e do vosso e-mail: ver todos os serviços e newsletter que têm subscrito e CANCELAR!


Em suma, aquilo que se recomenda é tão simplesmente que tanto em vossa casa, como na vossa vida, guardem apenas o que vos trouxer FELICIDADE. 


E, posto isto, desejo-vos uma óptima boa semana.


Beijinhos


Coelhinhos da Páscoa sem açúcar | Receita

09.04.17 | Vera Dias Pinheiro
Nunca tinha tido a oportunidade de fazer uma MasterClass até ter recebido o convite da The Body Shop (TBS) para conhecer a sua nova linha a base de Leite de Amêndoas e Mel, precisamente, numa MasterClass. Por isso, ia um pouco às escuras, mas cheia de curiosidade.
 
O mote para este encontro era, como disse, a apresentação desta nova gama especialmente indicada para peles sensíveis e secas pelos seus benefícios apaziguadores; a sua textura leve e nutritiva; a fragrância hipoalergénica e a sua fórmula sem corantes. Porém, não menos importante é referir que os seus ingredientes são biológicos e provenientes do comércio justo. E é precisamente este lado de consciencialização para com o mundo que nos rodeia e a forma como efectivamente coloca isso em prática, sem descuidar a qualidade e sem comprometer os preços, que diferencia a TBS.

 


Reunido o grupo na Sociedade, situada no Príncipe Real, em Lisboa, começamos precisamente por experimentar o creme de mãos com a demonstração de uma auto-massagem de relaxamento nas mãos. E, de seguida, tivemos o privilégio de conhecer o chef Tolga von Klein, um alemão com muito sentido de humor, divertido e, sobretudo, com muita paciência para lidar com um grupo de mulheres a quem tinha que convencer a colocar as mãos na massa.
 
Seguindo a filosofia da TBS e, desta nova gama em particular, tudo o que provamos era 100% vegan, biológico e o mais natural possível. Assim, começamos por provar uma bebida vegetal de amêndoas, feita na hora; acompanhada por uns biscoitos vegan, mas o grande desafio viria só a seguir com a preparação de umas bolinhas energéticas à base de pasta de tâmaras - pegajoso na preparação, mas delicioso na hora de comer, mas tem que se ser apreciador desta iguaria, aviso!
 


Todos os produtos que fazem parte desta nova gama:


 
E, entretanto, como as bolachas vegan fizeram um enorme sucesso e são uma excelente opção também para os mais pequenos, fizemos questão que o chef Tolga von Klein partilhasse a sua receita connosco e aqui está ela:
Vegan Almond Cookies
Ingredients:
1 ¼

cups all-purpose flour
1 cup almond flour
¼teaspoon salt
1 tablespoon ground flax seed
3 tablespoons water
¾cups Coconut Fat
¾cups sugar in the raw
1 tablespoons pure Vanilla Extract
Preparation:
Preheat oven to 180 Celcius
1.       In a small bowl mix together the ground flax seed and the water. Let it thicken for about 10 Minutes as this is the vegan egg replacement in the recipe
2.       In another bowl mix together the flours and Salt.
3.       In a large mixing bowl add the softened coconut fat and sugar and with a handmixer on high speed cream them until light and fluffy around 3 minutes.
4.       Add the flax seed mixture and Vanilla to the bowl and mix
5.       Add the flour mixture and gently knead the dough either by hand or mixer until well incorporated and smooth and covered with parchment paper let it rest in the fridge for 30 minutes.
6.       Divide the dough in 4 portions and between 2 sheets of parchment paper roll it out to desired thickness. Cut the cookies with your molds of choice and handling very carefully add them to a parchment paper lined baking sheet.
7. Let them rest in the fridge for another 15 Minutes and then bake in the middle rack of the oven for about 10-12 minutes. Repeat with the rest of the scraps and dough until done.
Tolga von Klein
Podem, precisamente, aproveitar a ideia dos coelhinhos e fazer agora para esta altura da Páscoa e oferecem como alternativa saudável.
E agora, uma boa tarde a todos.
Espero que não sejamos os únicos a não ir à praia este fim-de-semana.
P.s: Logo à noite divulgo o nome do vencedor do conjunto de lençóis da marca Glopp! 
Não me esqueci, acontece que este mês de Abril está a ser muito preenchido.

Quem Muda O Meu Mundo Sou Eu!

07.04.17 | Vera Dias Pinheiro
Falamos de tudo e, ao mesmo tempo, não falamos de nada. Não temos preconceitos, mas, ao mesmo tempo, temos preconceito em relação a tudo. E se o tema forem os cuidados com a zona íntima da mulher ficamos sempre constrangidas, olhamos à volta para ver quem nos está a ouvir ou como é que irão interpretar a forma como falamos. Por isso, tentamos sempre ser o mais educadas possível, escolhemos sempre as palavras mais bonitas, em detrimento dos termos exactos e científicos para que ninguém fique chocado. Prova disso, são todos os termos alternativos e bonitos que existem; as vezes que ouvimos, dar à luz, em vez de parir; o termo mamada (do bebé) que embora seja o correcto, é sempre alvo de recriminação.
Quando na verdade, a saúde da nossa zona íntima é fulcral para o nosso bem-estar, para a nossa postura e para a nossa saúde em geral. E eu não tinha a percepção de tudo isto antes de ser mãe, como também não me lembro de ter conversas com a minha mãe sobre isto. Mas foi, sobretudo, após o parto da Laura que eu descobri a importância da saúde pélvica da mulher e foi a partir daí que ganhei consciência de que é preciso falar sobre este assunto e de colocar a mulher a dar mais atenção a esta parte do seu corpo. E a verdade é que não é preciso esperar pela chegada dos filhos, todas nós devíamos, por exemplo, fazer uma avaliação do nosso pavimento pélvico.
Portanto, é necessário falar sobre estes temas, é necessário não haver constrangimentos em simplesmente falarmos umas com as outras e, muito mais importante do que isto, partilharmos com as gerações seguintes, a das nossas filhas, essa preocupação e esses cuidados. Frequentemente, damos por nós à procura do nosso bem estar em coisas que são de fora e não entendemos que isso é algo que vem sobretudo de dentro. Tal como na alimentação, em que nós somos aquilo que comemos, também nós somos muito o reflexo da forma como cuidamos de nós (de dentro para fora).
E aqui tenho que dar o devido valor à iniciativa que a Lactacyd, uma marca que, além de possuir uma longa história, se tem posicionado de uma forma diferente ao colocar as mulheres, em conjunto com outras mulheres, a pensar sobre a sua intimidade e sobre a importância da passagem geracional dessa preocupação. Assim, e à semelhança do que aconteceu há cerca de um ano atrás, as conversas íntimas voltaram a repetir-se. Desta vez, numa partilha moderada pela blogger Ana Garcia Martins e que contou com a presença de outras mulheres de várias gerações: Ana Galvão, Adelaide de Sousa, Olívia Ortiz e Cláudia Borges.

 


 
O encontro deu-se na Suite Torreão do Palacete Chafariz D'el Rei, em Lisboa, para conversas íntimas sobre o papel da mulher. E é preciso colocar estes temas em cima da mesa, porque há mesmo uma questão de saúde aqui subjacente. E hoje em dia, numa sociedade em que vivemos tão à pressa e em que não há tempo para nada, cuidar de nós e sermos nós a ter essa preocupação é fundamental.


É importante sermos detentoras de informação, sabermos o que podemos fazer ou pelo menos, o que não podemos mesmo fazer e que pode ser prejudicial para nós, como por exemplo, lavar a nossa zona íntima com o mesmo sabonete ou gel de duche que lavamos o resto do corpo.
A própria Lactacyd tem feito uma evolução aos longo dos anos para que possa dar uma resposta exacta àquelas que são as necessidades das várias mulheres. A a prova disso é, como escrevi da última vez, a existência de diferentes produtos adaptados aos distintos estados da mulher (ao longo da sua vida) e são estes:
- Lactacyd Íntimo: para a higiene íntima diária;
- Lactacyd Sensitive: para o uso diário na adolescência/primeira menstruação;
- Lactacyd Antiséptico: para o uso diário na gravidez, pós-parto e situações de risco acrescido de infeções (ex.: prática de desporto);
- Lactacyd Hidratante: uso diário na menopausa e situações de desconforto associado a secura vaginal; 
- Lactacyd Suavizante: uso diário como coadjuvante no tratamento de infecções vaginais. 
Espelho meu, espelho meu, quem muda o meu mundo sou eu!
 
Boa noite.

O Meu Teste de Intolerâncias Alimentares! E Agora?

06.04.17 | Vera Dias Pinheiro
Sempre com um grande mal estar, idas frequentes ao hospital - e sempre com o mesmo diagnóstico: uma virose - sempre indisposta, inchada e com dores abdominais. Esta é a história da minha vida, cheguei a estar internada, pouco tempo antes de engravidar do Vicente, e com bastante gravidade, tendo acabado por sair do hospital sem saber exactamente o que tinha. 
 
No entanto, a gravidez, mais concretamente a recuperação pós-parto, foi o pretexto e a força para uma mudança dos hábitos alimentares. Uma alimentação mais equilibrada e verdadeiramente saudável ajudaram-me a perder peso e a sentir-me melhor comigo mesma, mas não a livrar-me deste mau estar, nem sempre fácil de correlacionar com um alimento/refeição em particular. Cheguei a fazer diferentes tentativas com diferentes nutricionistas, mas a resposta não estava ali. Por isso, há muito que desejava fazer um estudo mais aprofundado sobre mim e isso passava por um teste de intolerâncias alimentares, algo que sempre fui adiando - a questão do preço e o facto de não ser comparticipado pesavam. 
 
 
 
 
Porém, há poucos dias estive na clínica ICare, situada nas Twin Towers, em Lisboa, para fazer o teste de intolerâncias alimentares, com a Dra. Paula Henriques, directora da Clínica. Este teste é feito através de bioressonância. O que é que isto quer dizer? Durante 16 anos, vários alimentos foram estudados em laboratórios e a engenharia electrotécnica retirou a frequência vibracional desses alimentos. Para este exame, é usado, então, o biofeedback que vai medir a energia dispendida na absorção desses mesmos alimentos. Esta medição é feita nos dois polegares, por ser bastante prático, mas podia ser feita em qualquer outro ponto (de acupunctura) e, por isso, é não evasivo.
 
 
 
 
 
O resultados são apresentados em forma de gráfico e a interpretação dá-se da seguinte forma: todos os alimentos que aparecerem a encarnado encontram-se automaticamente na categoria daqueles a evitar. No entanto, dentro destes, há aqueles de tolerância moderada (< - 30) e aqueles que são de intolerância grande e muito grande (< - 50).
 
 
 
O custo deste exame é de 75 euros, o que não deixa de ser um investimento, mas pensar em alimentação é sinónimo de pensar em saúde e face ao preço do exame tradicional é consideravelmente mais barato. Cada vez mais, a ênfase deve estar no uso da alimentação não com o foco no emagrecimento, mas sim para a prevenção de doenças e para uma melhor qualidade de vida. mas para isso é preciso conhecermos o nosso corpo, o que lhe faz bem e o que o intoxica - porque o grande problema está no nível de "processamento" que os alimentos têm actualmente.
Quanto aos meus resultados, tive mais certezas do que surpresas e não, não saí de lá em pânico, apenas com a consciência de que as mudanças serão mais consistentes porque eu já tenho a certeza do que me faz mal, menos bem e o que é bom para mim.  Mesmo para os mais cépticos, esta é uma experiência que pode mudar positivamente o vosso bem-estar e prevenir problemas futuros.
 
 
 
A Clínica ICare é uma clínica médica e estética e, por isso, tem a nossa disposição um conjunto de serviços que promovem também um bem-estar físico - disponibilizando, desta forma, uma oferta global e adequada às necessidades específicas de cada pessoa em particular.
 
Quem é que já testou as suas intolerâncias alimentares? 
Ficaram surpresos com o resultado? 
E de que forma é que isso se reflectiu no vosso dia-a-dia?
 
Por aqui, estamos a ir aos poucos.
 
Boa noite!
 
 

Dão-se Bem Ou São Irmãos?! | Colaborações Psicóloga Tatiana Louro

05.04.17 | Vera Dias Pinheiro

Dão-se bem ou são irmãos: conhecem esta expressão?


Não há relações isentas de conflitos e com os irmãos acontece exactamente o mesmo. Nem sempre estão nos seus melhores dias e nem sempre se relacionam como nós, pais - tanto gostávamos que assim o fizessem. Na verdade, quando nasce (mais um filho) um irmão, não é apenas a vida conjugal que se altera novamente, também a dinâmica familiar volta a ganhar toda uma nova dimensão. É preciso re-organização: de todos e de cada um. 
Ao contrário do que se possa esperar, os ditos “ciúmes” podem não surgir logo quando o bebé nasce, pelo contrário, muitas vezes o filho mais velho no início desta nova jornada ainda nem se apercebeu da efectivação da nova rotina e, na sua maneira de ver o mundo que o rodeia, é apenas e só mais uma novidade. É com o tempo que os conflitos vão surgindo e aparecendo as mais diversas formas de captar a atenção por parte do “mano” mais velho… nem sempre pela positiva (pedem novamente colo, choram de forma mais frequente, as birras podem intensificar-se, podem voltar a chuchar no dedo, podem andar mais irritados e menos cooperantes). Com efeito, o nascimento de um irmão implica ter que aprender a partilhar a atenção e dividir o seu tempo e espaço com alguém – um ser pequenino - com quem ainda não se tem um vínculo afectivo e superar “a perda” das pessoas para si mais significativas: os paisOh yeah!
Assim partilho com vocês algumas dicas que podem ajudar. Lembrem-se:
1. Passem tempo com cada filhote individualmente, vão fazê-los sentirem-se especiais;
2. Programem actividades divertidas em conjunto de forma aos irmãos partilharem tempo e emoções positivas;
3. Evitem estabelecer comparações - cada miúdo tem a sua natureza e por norma um segundo filho “é bem diferente do primeiro”!;
4. Procurem que sejam os irmãos a resolver os seus próprios conflitos. Desta forma estarão a incentivar a autonomia e a negociação como forma de resolver os problemas. Aprendem pois a colocar-se em perspectiva;
5.Tenham calma, na verdade, devemos aceitar que não temos que meter a “colherada” em tudo. É importante que sejam os miúdos a chegarem lá.
 
“Dá amor ao teu filho, sobretudo quando ele parece merecer menos” (por Magda Dias, "Mum´s the Boss")

À Mesa | Sujar Mas Pouco

04.04.17 | Vera Dias Pinheiro
Temos vindo a defender as vantagens do Baby Led Weaning em particular, mas especialmente, do quão importante é, para os bebés, terem liberdade no momento da refeição. É algo que é fundamental para o seu processo de exploração e da sua própria relação com os alimentos, sem esquecer que estamos a fomentar a autonomia do próprio bebé. Porém, eu sei - por experiência própria - que, na prática, podemos também estar a contribuir deliberadamente para um caos ainda maior da nossa cozinha, permitindo que o chão esteja constantemente coberto de pedaços de comida, para além de que, nunca ficamos totalmente descontraídos quando um bebé está a comer sozinho, porque a roupa suja-se e há alimentos que deixam nódoas difíceis de tirar. E a verdade é que tudo isto acaba por ter peso nas nossas decisões, sobretudo porque no dia-a-dia há que rentabilizar o pouco tempo que por norma já temos. 

Sendo assim, eu achei por bem partilhar com vocês uma das minhas últimas descobertas e que tem sido um autêntico mom saver. Chama-se TIDY TOT: um kit tudo em um (babete e tabuleiro). Este tabuleiro tem uma medida universal e, por isso, incorpora-se a cadeira muito facilmente e o mesmo com o babete que tem fita adesiva para que fique preso no tabuleiro. Como vêm, é mesmo à prova de bebé - ou melhor, é quase, porque quando a Laura se cansa de alguma coisa, leva tudo à frente, tabulero e babete incluídos, não me perguntem como!


Encontram este TIDY TOT na Rebento, uma loja online de puericultura biológica que surgiu da vontade da vontade de criar uma alternativa mais natural, prática e amiga do ambiente para os bebés e crianças. Por isso, todos os produtos são certificados, provenientes de agricultura biológica, de comércio justo e ecológicos.





E, agora, se ficaram a ler este post até ao fim, vão descobrir que vão poder ganhar o vosso próprio TIDY TOT, bastando para isso que participem neste passatempo em parceria com a REBENTO.

Mecânica para este passatempo*:
  1. Ser seguidor(a) no Facebook d' As viagens dos Vs e Instagram @veradpinheiro;
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  3. Subscrever a newsletter (inserir o e-mail no canto inferior direito do site);
  4. Ser seguidor(a) do blogue As viagens dos Vs;
  5. Partilhar publicamente o post do passatempo (no Facebook) e identificar 3 pessoas;
  6. Preencher o formulário abaixo:






*Este passatempo tem início hoje, dia 4 de Abril, e terminará no dia 12 de Abril, às 23h59, sendo o vencedor apurado aleatoriamente via Random.org e anunciado no dia seguinte também aqui no blogue.

Participem! Partilhem! E Boa Sorte!!!


Boa noite.