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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

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13.04.17 | Vera Dias Pinheiro
1. Que alguém decida abrir um torneira quando estou a tomar banho
2. Que junte ás caixas de supermercado esteja sempre verdadeiros inicadores de uma crise entre pais e filhos, desde os chocolates, gomas e afins, há sempre um brinquedo qualquer que alicia os olhos e a vontade das crianças - os pais que desenrasquem depois;
3. Que haja uma divisão da casa
4. Voltar atrás para confirmar se realmente tranquei o carro.</p>

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13.04.17 | Vera Dias Pinheiro

Não se preocupem que isto agora não vão ser post semanais sobre a minha vida de aparelho, mas esta primeira semana foi simplesmente horrível - em todos os sentidos.


Panquecas (mais uma receita)

13.04.17 | Vera Dias Pinheiro
Acho sempre que nunca tenho a recieta de panquecas ideal, aquele que realmente me fará "babar", por isso, as receitas já aqui partilhada, surge mais uma - fruto de mais inspirações e adaptando sempre aquilo que tenho em casa. E, pronto, como hoje é domingo, este é o dia que combina na perfeição com.... panquecas. Certo?


2 ovos inteiros
1 cs de coco ralado
1 cs de farinha de arroz (era a que tinha em casa)
2 cs de flocos finos de aveia
1 c. sobremesa de canela
Leite vegetal q.b (até dar a consistência desejada)

A preparação não podia ser mais simples: colocar todos os ingredientes num recipiente e mexer muto bem com a ajuda de uma varinha mágia ou de um robot de cozinha - eu usei a bimby. De seguida, untar uma frigideira anti-adrente com óleo de coco, verter a massa no tamanho desejado sobre a mesma e deixar alourar uns minutos de um lado e do outro.
Por aqui, rendeu três panquecas médias, às quais juntei iogurte e um pouco de pasta de amêndoa.

Amway

13.04.17 | Vera Dias Pinheiro

Entre as resoluções para 2017 está, sem dúvida, o ter mais tempo para cuidar de mim de dentro para fora. 

Não sei qual é a vossa posição em relação aos suplementos nem se os incluem no vosso dia-a-dia, mas eu passei a dar-lhes alguma importância no momento em que comecei a viver o outro lado da maternidade: poucas horas de sono, cansaço extremo, irritabilidade, alterações de humor, a queda de cabelo e até as alterações da pele (sem brilho e desidratada). E também acredito que com o estilo de vida que levamos: sempre em modo acelerado, poucas horas de sono, alimentação pouco saudável ou com pouco tempo para desfrutar das refeições, o sedentarismo, a poluição, entre outras coisas, contribuem para o aceleramento do envelhecimentos, assim como acentuam as lacunas de alguns nutrientes no nosso organismo. 

Posto isto, se soubermos identificar aquilo que o nosso organismo sente mais falta e se encontrarmos suplementos devidamente credíveis e com provas de que realmente surtem os efeitos aos quais se propõem, eu sou completamente a favor da sua inclusão na nossa rotina diária. 

AMWAY

Como em qualquer outro tipo de tratamento, digamos assim, os efeitos começam a sentir-se após a toma correcta de prolongada, no mínimo três meses consecutivos. No entanto, não devemos esquecer que a toma destes ou qualquer outros suplementos deverá ser aconselhado pelo vosso médico no caso de haver algum tipo de restrição ou dúvida.

Eu, a partir do dia 1 de Janeiro, vou lançar-me no desafio e vou tomar este suplemento certinho durante um mês - de acordo com os responsáveis da marca, o mínimo para se já se notem alguns resultados. Sendo assim, no dia 1 de Fevereiro voltarei a este assunto. 

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13.04.17 | Vera Dias Pinheiro
Menos volume na barriga
Mais tonificação

Já vos falei de como me sentia fisicamente, mesmo passados três anos após a cesariana, neste post e também já vos falei que decidi cuidar de mim a sério e iniciar a minha recuperação pós-parto pelo início de tudo com uma consulta e tratamento do pavimento pélvico e da cicatriz, com a ajuda da fisioterapeuta Soraia Coelho aqui neste post. 
É verdade que, as primeiras sessões foram decisivas para que não desistisse a meio deste tratamento, pois a sensação imediata de alívio foi mesmo real e, embora possa parecer que estou a exagerar, acreditem que NÃO ESTOU! E, sim, falo efusivamente deste assunto, porque, de facto, é algo muito importante para mim. E vamos lá ver se vos consigo explicar isto de uma forma clara. 

O meu tratamento tem dois momentos, um em que a Soraia está a trabalhar a minha cicatriz e zona visceral com ajuda de uma máquina

Que máquina é?
O que faz?

E um segundo momento, onde é feito o fortalecimento pélvico.

Como é que é feito?

Nada disto causa dor ou desconforto, muito pelo contrário. Eu que nunca tinha trabalhado o pavimento pélvico, agora consigo perceber a diferença entre o momento antes e depois do tratamento. Sinto-me mais forte, isso é certo, mas também conheço melhor o meu corpo e tenho mais controlo sobre ele e isso realmente faz toda a diferença. E em relação à minha barriga, bom, está novamente viva e sinto-a como parte do meu corpo novamente, essa zona está muito mais receptiva ao meus treinos e isso, para mim, tem um efeito psicológico enorme. 

Talvez isto só acabe por fazer sentido para quem tenha tido experiências semelhantes ou que se indentifiqee com algumas das minhas queixas. mas Posso dizer-vos que iniciar a recuperação pos parto por aqui +e fundamental, seja um parto por cesariana, seja um parto via vaginal. Podem evitar muitos problemas no futuro (Quais?) e, acreditem que a vossa recuperação vai acabar por ser mais eficaz e, até mais rápida.

Nem sempre, nem nunca

13.04.17 | Vera Dias Pinheiro

Porque, o (meu) truque é "nem sempre, nem nunca", mas quando conseguimos e temos tempo para isso, o facto de nos arranjarmos um pouco mais, ajuda à nossa auto-estima. E, especialmente, nos dias em que estou mais "em baixo" tento que o exterior puxe um pouco pelo interior e acaba sempre por resultar.


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13.04.17 | Vera Dias Pinheiro
Antes de termos filhos, já somos mães em teoria, mães que ainda antes de o serem, já sabem exactamente como é que vão fazer tudo e que já leram tudo sobre a parentalidade positiva. Sabemos, por exemplo, que nunca iremos dar uma palmada; que nunca iremos dar um berro; e iremos ter sempre auto-controlo para ouvir e conversar com os nossos filhos; sabemos ainda o que fazer em todas as situações; como adormecer o bebé sem que ele chore mais do que dois segundos; iremos cozinhar 365 dias por ano sempre comida "fresca" e saudável, de preferência biológica; iremos ter a capacidade de acordar cheias de boa disposição, para começar o dia a todo o gás nas brincadeiras. E sabemos, sobretudo, olhar, para os casais que já têm filhos, e torcer o nariz ou franzir o sobrolho quando vemos alguma coisa que não está de acordo com o correcto - porque, nesse caso, os pais de certeza que estão a fazer alguma coisa de errado. 

Depois, nascem os nossos filhos e ainda tentamos ser essa mãe "perfeita" que tem sempre o auto controlo de tudo e que sabe sempre tudo. Somos fortes no conselho à outra mãe que coitadinha não está a saber muito bem dar conta do recado! Levamos um bocadinho a peito quando alguém nos diz que vai fazer as coisas de forma diferente da "convencional" ou, pior, quando mudam de ideias a meio do percurso.

O que nós ainda não sabemos é que na maternidade não se traçam planos definidos "para sempre".

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13.04.17 | Vera Dias Pinheiro
A única imagem que vale mesmo a pena partilhar deste fim-de-semana é esta. Finalmente, conseguimos começar as aulas de natação que já estavam previstas para começar a algumas semanas atrás. O melhor de tudo foi ter visto o entusiasmo do Vicente e ter ouvido ele dizer à irmã que ir à piscina é divertido! 
 vde    x
Com aulas no mesmo dia e à mesma hora e praticamente ao lado um do outro, temos o trabalho facilitado. O Vicente está super autónomo e super à vontade e a laura teve um inicio bem diferente do irmão, que é como quem diz mais pacífico. 

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13.04.17 | Vera Dias Pinheiro
empre com um grande mal estar, idas frequentes ao hospital - e sempre com o mesmo diagnóstico: uma virose - sempre indisposta, inchada e com dores abdominais. Esta é a história da minha vida, cheguei a estar internada, pouco tempo antes de engravidar do Vicente, e com bastante gravidade, tendo acabado por sair do hospital sem saber exactamente o que tinha. 

No entanto, a gravidez, mais concretamente a recuperação pós-parto, foi o pretexto e a força para uma mudança dos hábitos alimentares. Uma alimentação mais equilibrada e verdadeiramente saudável ajudaram-me a perder peso e a sentir-me melhor comigo mesma, mas não a livrar-me deste mau estar, nem sempre fácil de correlacionar com um alimento/refeição em particular. Cheguei a fazer diferentes tentativas com diferentes nutricionistas, mas a resposta não estava ali. Por isso, há muito que desejava fazer um estudo mais aprofundado sobre mim e isso passava por um teste de intolerâncias alimentares, algo que sempre fui adiando - a questão do preço e o facto de não ser comparticipado pesavam. 

Porém, há poucos dias estive na clínica ICare, situada nas Twin Towers, em Lisboa, para fazer o teste de intolerâncias alimentares, com a Dra. Paula Henriques, directora da Clínica. Este teste é feito através de bioressonância. O que é que isto quer dizer? Durante 16 anos, vários alimentos foram estudados em laboratórios e a engenharia electrotécnica retirou a frequência vibracional desses alimentos. Para este exame, é usado, então, o biofeedback que vai medir a energia dispendida na absorção desses mesmos alimentos. Esta medição é feita nos dois polegares, por ser bastante prático, mas podia ser feita em qualquer outro ponto (de acupunctura) e, por isso, é não evasivo.

O resultados são apresentados em forma de gráfico e a interpretação dá-se da seguinte forma: todos os alimentos que aparecerem a encarnado encontram-se automaticamente na categoria daqueles a evitar. No entanto, dentro destes, há aqueles de tolerância moderada (< - 30) e aqueles que são de intolerância grande e muito grande (< - 50).

O custo deste exame é de 75 euros e, obviamente, o que não deixa de ser um investimento, mas pensar em alimentação é sinónimo de pensar em saúde e face ao preço do exame tradicional é consideravelmente mais barato. Cada vez mais, a ênfase deve estar no uso da alimentação não com o foco no emagrecimento, mas sim para a prevenção de doenças e para uma melhor qualidade de vida. mas para isso é preciso conhecermos o nosso corpo, o que lhe faz bem e o que o intoxica - porque o grande problema está no nível de "processamento" que os alimentos têm actualmente.


Quanto aos meus resultados, tive mais certezas do que surpresas e não, não saí de lá em pânico, apenas com a consciência de que as mudanças serão mais consistentes porque eu já tenho a certeza do que me faz mal, menos bem e o que é bom para mim.  

Mesmo para os mais cépticos, esta é uma experiência que pode mudar positivamente o vosso bem-estar e prevenir problemas futuros.