Na quinta-feira passada foi o aniversário da Laura. Ela sabia que era um dia diferente e especial. Também, pudera, com tantas atenções à sua volta e foram tantas as vezes que ouviu dizer “Quem é a menina dos anos?”.

Ela sabia que fazia dois anos, embora nos estendesse uma mão cheia de dedos – e olhem só a coincidência: tantos anos quanto os do irmão! 😊E mesmo tendo sido um dia tranquilo, passado entre a família mais próxima e poucos amigos, não deixou de ser uma mega dia para ela.

Para soprar as velas tínhamos o nosso (já habitual) bolo de iogurte (usamos farinha de trigo e aveia e cortamos muito no açúcar, para a cobertura, basicamente foi derreter alguns quadrados de chocolate de culinária com um pouco de bebida vegetal de amêndoa até obter a consistência desejada. O balão com o número dois não podia faltar – e que vai durar até amanhã, pelo menos, o dia em que a festa continua para a Laura, assim numa espécie de meia Páscoa-meia festa de aniversário.

bolo de iogurte para festa de aniversário
Prato do bolo Bordallo Pinheiro

Do lado dos presentes, acertamos em cheio. Dos pais recebeu uma trotinete só para ela e, desta forma, temos esperança em acabar com as discussões por causa da trotinete do Vicente. Claro que não vai para a rua sem todo o equipamento de segurança que ainda não temos, mas que vamos ter. Com o atrevimento dela, palpita-me que será mais do que necessário para evitar males maiores. Já o irmão foi bem inteligente na escolha, pois optou por um lego duplo com o qual curiosamente ele tem brincado tanto ou mais do que a irmã. E não nos vamos esquecer da primeira Barbie, um autêntico marco na vida de uma menina. Afinal, quem não adorava as suas Barbies e quem não se lembra da sua primeira? Esta em particular, foi oferecida pela tia “emprestada” Helena e obviamente que tinha que vir com uma mensagem subliminar…. de “Girl Power”!

festa de aniversário

E no final, resta a constatação óbvia! A Laura está uma menina crescida, opinativa, com presença e personalidade. Faz parte da família como se fosse uma pessoa mais velha. E, no meio de tudo isto, há um coração de mão que vive naquele misto de emoções meio maluco de quem está feliz porque ter uma filha mais crescida significa ter uma vida cada vez mais normalizada. Contudo, por outro lado, há uma grande nostalgia porque deixar de ter a minha bebé.

Enfim… mas isto não é algo que se resolva com mais um filho, na medida em que, para mim, tenhamos quantos filhos tivermos, esta saudade de ter uma bebé pequenino, a nostalgia de sentir o seu cheiro e tudo mais… é algo que nos é inato (sem que isso seja sinónimo de querermos aumentar a família). O que acham? Concordam?

Boa noite 😊

Mais algumas fotografias em slideshow:

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E se ainda tiverem paciência, podem ler também Dois anos “living with Laura”. Muitos parabéns!

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