Falar de rotinas parece ser uma coisa simples e fácil. E é sobretudo se atendermos à definição do termo que vem no dicionário de língua portuguesa:

Rotinas é um nome feminino no plural que significa: 1. caminho já sabido ou habitualmente trilhado; 2. hábito de fazer alguma coisa sempre da mesma maneira; 3. prática constante; 4. aversão às inovações.

Com efeito, estamos a falar de algo que, pela sua consistência e previsibilidade, deixa de causar qualquer estranheza. Cria-nos o hábito, a rotina e, ao fim de um certo tempo, já nem questionamos o porquê de ser assim ou assado.

Com as crianças passa-se exactamente o mesmo. Desde que nascem, há um conjunto de rotinas que vão fazendo parte do seu dia-a-dia e do seu crescimento e que, quer gostem ou não, têm que ser feitas! E muitas dessas rotinas são coisas essenciais ao dia-a-dia, pois dizem respeito à higiene, como lavar os dentes ou tomar banho; a necessidades básicas, como comer ou dormir; e outras prendem-se também com a sua saúde e segurança, como não saltar de sítio perigosos ou não brincar com objectos perigosos.

Bom, isto tudo misturado e baralhado, são coisas que ficam impregnadas nas crianças desde o dia zero. Com o seu crescimento vão-se acrescentando outras, mas a base é sempre a mesma: são rotinas do dia-a-dia, que não mudam e que se processam sempre, mais ou menos, da mesma forma e com a mesma sequência.

No entanto, na vida real, como se costuma dizer, há fases – gostamos tanto de justificar estas coisas da maternidade, dizendo sempre que são “fases”, não é verdade? – em que parece que se desaprende aquilo que se já se aprendeu, em que se deixa de gosta daquilo que já se aprendeu a gostar ou que se questiona aquilo que já foi assimilado como tendo que ser assim. E quando achamos que temos os nossos dias controlados, somos surpreendidos com birras e birras porque não se quer, porque não se gosta. E nós pensamos quando é que deixaste de gostar de lavar os dentes? Ou, pelo menos, porque é que ontem não te importavas e hoje, sabendo que os dentes se lavam sempre a seguir às refeições, estás a reclamar?

  • Quantas e quantas vezes, arranjamos mil maneiras dos bebés se habituarem ao banho, depois quando já está tudo certo, começam a tomar banho de pé e regredimos tudo, porque afinal não se gosta de lavar o cabelo ou de ter água nos olhos.
  • E o soro no nariz? E a sopa? E os legumes que se comem na sopa, mas que no prato já não se come? E a fruta quando deixa de ser passada? O vestir? O calçar?
  • E quando isto tudo fica finalmente oleado no dia-a-dia e acontece não quererem tirar a roupa, cerrar a boca para não lavar os dentes, recusar a vestir a bata da escola?!

Quantas e quantas vezes as rotinas, tão facilitadoras do dia-a-dia, não se tornam verdadeiras torturas para os pais, especialmente quando nós mais precisamos que elas resultem? Quantas vezes dou por mim, sentada, só a observar com a esperança de que findo o espetáculo, se retome a normalidade! Quem nunca? Para mim, é a única forma de me manter o mais serena possível.

Ainda assim, de todas as rotinas, as duas mais controversas são: lavar o cabelo/cabeça, por causa da água nos olhos e o lavar os dentes! Ui! Que guerras que são feitas. Ainda assim e como em tudo o que envolve a maternidade, há sempre uma certa bipolaridade, há dias santos e outros de fugir. Ok! Mas será difícil pedir um meio termo? Saiam todos a ganhar, não concordam?

rotinas lavar os dentes

Entretanto, aproveito para vos dar a conhecer uma nova marca de dentifricos e pastas de dentos. De referir que não se trata de um post patrocinado. No entanto, como eu própria ando sempre à procura de coisas novas e de marcas diferentes, recebemos em casa produtos da marca Glister para experimentar.

A Glister Kids é uma marca da conhecida Amway especifica para os cuidados de higiene oral a partir dos dois anos. A comprar, como todos os produtos da Amway, pode ser feita de duas formas: através de revendedores ou em amway.pt.

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