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As viagens dos Vs

Mulheres nutridas, famílias felizes

As viagens dos Vs

Meninos: Afinal, quem tirou o queijo limiano daí?

28.02.18 | Vera Dias Pinheiro

Há coisas que olhamos e pensamos automaticamente: como é que ainda ninguém tinha pensado nisto!? E foi esta a minha reação quando vi as novas embalagens de queijo Limiano fatiado. Aliás, quem nunca passou pelo drama de destruir uma embalagem ou mesmo de ter de arranjar uma alternativa para conservar este queijo? Pois bem, se havia coisa que faltava “inventar” era isto!!!


Cá em casa, tirando eu, que tenho algumas particularidades na minha alimentação, pois nem tudo é linear, o resto da família felizmente pode comer praticamente de tudo. E assim, tal como a maioria das casas de família, há de tudo um pouco e na hora do lanche e do pequeno-almoço há frequentemente muito queijinho na mesa que eles tanto gostam e que eu lá me vou permitindo, de vez quando, comer também. E o engraçado é que os miúdos gostam mesmo de comer o queijo… com queijo! Exacto, sem pão, sem tosta, sem mais nada!


Contudo, para mim, as embalagens de queijo sempre constituíram um mistério, pois a verdade é que ficavam completamente destruídas no momento em que são abertas. E o queijo Limiano não era excepção e parece que houve de facto um reconhecimento em relação às suas embalagens pouco práticas. E foi, nesse sentido, que desde o verão passado podemos contar com o Limiano Abre e Fecha. E era realmente a melhoria que faltava, já que na qualidade e no sabor do queijo nada há a apontar – pelo menos, a avaliar pelos pequenos consumidores cá de casa!


A nova embalagem “abre e fecha” facilita o dia-a-dia, porque se torna mais prática ao podermos conservar na própria embalagem as fatias sem que se perca a frescura e o sabor. E para quem tem filhos expeditos e que já se desenrascam sozinhos em muitas tarefas, com o novo sistema, toda a família pode manusear, abrir, fechar e saborear uma fatia, ou várias, de queijo limiano.
embalagem abre e fecha queijo limiano fatiasembalagem abre e fecha queijo limiano fatias

Cá em casa, não sai da lista das compras e da barriguinha destes gulosos. E, afinal, acho que havia outras pessoas a achar o mesmo que eu em relação às embalagens de queijo. Vá lá, confessem que também tinham o mesmo problema que eu! :)


  

*Este post foi escrito em colaboração com a marca.


 

Esta semana saiu-lhes a sorte grande!

28.02.18 | Vera Dias Pinheiro

Às vezes, sinto que eles, irmãos, podem não ter tempo suficiente um com o outro para se conhecerem a fundo, para estarem sem se contar o tempo até à próxima rotina. E tenho a impressão que é a Laura, especialmente, que fica sempre com um sentimento de saber a pouco. Na verdade, o mundo dela gira em torno do irmão, é o exemplo a seguir e, muitas vezes, é a ele que recorre e não aos pais.


E tirando os fins-de-semana e as férias, que actualmente são bem menos do que as que tinha na minha altura - porque as crianças passam mais tempo nas escolas - os restantes dias são a correr. Mas ainda assim, sei que temos muita sorte com o equilibro familiar que alcançamos, porque isso os protege de uma série de exigências que a vida adulta tem e que acaba por ter implicações na vida dos filhos.


Porém, o tempo que sobre para eles, é pouco. A Laura vive os dias à espera do momento para ir buscar o irmão à escola, que, por sua vez, me pede todos os dias para que a Laura o vá buscar. Depois penso que o tempo que tem só para os dois não é o suficiente. Penso que não é o suficiente para não implicarem tanto um com o outro, não terem tantos ciúmes, para se conhecerem e aprenderem a brincar um com o outro, para terem as suas conversas e até desaforos.


Sim, não pensem que estes dois são só amor, beijos e abraços! São duas pessoas pequenas, mas com a capacidade de pôr uma casa virado do avesso. Implicam e gritam um com o outro. O Vicente é mais de amuar, a Laura passa a acção e puxa cabelos, se for preciso! Às vezes lá sai uma ameaça de que os separo se não sabem brincar juntos para, a seguir, lá virem os pedidos de desculpa, o “maninha” e o não volta a acontecer. Está bem cinco minutos para depois voltarmos ao caos. Basicamente é assim! :)


Ainda assim nota-se uma cumplicidade especial entre o dois, o carinho e a ligação que têm. A Laura que claramente quer ser igual ao irmão e o irmão que tem um instinto protector apurado! E esta semana, sem saberem, saiu-lhes a sorte grande! Tiveram-se um ao outro, sem pressas. Os primeiros dias são sempre mais difíceis, a coisa custa a engrenar. Gritam muito, choram muito e reclamam muito um do outro. Mas aos poucos, vão deixando a cumplicidade falar mais alto. Já se entendem mais e refilam menos. Afinal, são irmãos :)


Gosto de os ver juntos. E gosto ainda mais que tenham tempo juntos, tempo de qualidade. E sei que para isso, também é preciso deixá-los gritar, zangar… até conseguirem resolver juntos as coisas. É preciso segurar o instinto de intervir, é preciso contar, muitas vezes, até 10, porque é preciso que tenham liberdade para se conhecer e para se dar.


Entretanto, uma das coisas boas de ser mãe de segunda viagem, é o facto de isso gerar-me menos ansiedade, de me ter tornado mais branda e, ao mesmo tempo, mais preocupada se não ando a ser branda de mais. Rio com os dois quando devia ficar séria, peço paciência quando devia ser mais rígida. Mas depois penso que só são assim agora, que só se riem como riam de coisas tão tontas agora, só nos dão mimos tão genuínos nesta fase e é quando acordo com os dois na cama que percebo o quão preenchida me sinto.


Esta semana, saiu-lhe a sorte grande, ao Vicente e à Laura. Contudo, só mais tarde é que se vão aperceber disso, quando repararem que aquilo que os une é forte e único. Que sejam amigos para a vida é o meu maior desejo.

Boa tarde!


Tornar o uso dos aparelhos mais seguro | Mom Hacks

27.02.18 | Vera Dias Pinheiro

Transformar toda a nossa vida de forma a nos protegermos de tudo o que é potencialmente perigoso e que faz parte do nosso dia-a-dia não é impossível, mas é uma árdua tarefa, temos que admitir! Aos poucos, vamos estando cada vez mais sensíveis, por exemplo, à questão da alimentação, procuramos encontrar os melhores alimentos; na cosmética também já temos mais abertura para produtos mais naturais; e estamos cada vez mais conscientes do nosso peso no meio ambiente. A questão da quantidade de plástico – e de lixo em geral – é uma preocupação crescente. E tudo isto deixamos cada vez mais pensativos relativamente a uma série de questões. Pelo menos, comigo tem sido assim. Contudo, vivemos numa sociedade altamente tecnológica. Vivemos cercados de aparelhos elétricos, somos viciados no telemóvel e procuramos estar em cima da última novidade no mercado, mesmo sabendo do perigo que as radiações eletromagnéticas representam. O telemóvel tornou-se um meio de trabalho, as redes sociais vieram criar uma maior dependência do online e do estar presente e a própria expertise dos novos telemóveis é já construída de forma a ter naquele pequeno aparelho tudo aquilo que uma pessoa precisa, qualquer pessoa. Mas, para além dos smartphones, temos toda uma parafernália de outros equipamentos. Os computadores, tablets, modems ou micro-ondas (entre muitos outros) emitem radiações que são absorvidas pelo nosso organismo.


No entanto, para mim, as maiores vítimas destas radiações eletromagnéticas são as crianças que, desde muito cedo, são expostas a este tipo de aparelhos. Criam uma dependência que vai sendo alimentada com o facto de serem excelentes entreteiners quando os adultos precisam de uma ajuda. Felizmente, acho que temos conseguido contornar esta questão. É certo que ficamos muito mais vezes com os nervos em franja, mas prefiro ao ver os meus filhos com os olhos paralisados em frente a um ecrã de telemóvel ou tablet. Mas como qualquer família, há alturas em que é preciso e se nos recusarmos a estes dois aparelhos, temos a televisão que é igualmente uma fonte de radiações, a playstation, etc.


reduzir a absorção das radiações eletromagnéticas emitidas pelos aparelhos

Portanto, acho que é o nosso papel prestar uma maior atenção também a estas questões. Acho que entramos num facilitismo que é preciso contrariar e que de certa forma vai ter o efeito positivo de melhorar as relações entre as pessoas, porque passamos a estar mais atentos ao que se passa à nossa volta.


No entanto, sem drama e sem radicalismos. Mais uma vez, o apelo faz-se ao bom senso de cada um e de cada família. Uma forma simples de começar pode ser por:


  • Reduzir progressivamente o tempo de exposição a esses aparelhos;
  • Os pais não se esquecerem de dar o exemplo e criarem rotinas, como não trazer o telemóvel para as refeições e nem para a cama e desativar as notificações de algumas aplicações;
  • Estabelecer regras. Por exemplo, cá em casa, ligamos a televisão após o banho e antes do jantar (e nem é sempre), o Vicente já sabe e mesmo que peça, sabe qual vai ser a resposta. Até lá, brinca com outras coisas. Às vezes, sou eu que o ajudo a encontrar as alternativas de brincadeiras e ele rapidamente se esquece.

E para o tempo em que efectivamente houver o tal uso e exposição, quer das crianças, quer de nós próprios, chegou até mim, um hack recente em Portugal, os Patch Life Maxx. Estes patch, no fundo, são protectores contra as radiações eletromagnéticas. Suponho que existem em diferentes tamanhos, sem que este que estou a uso é para telemóvel.


reduzir a absorção das radiações eletromagnéticas emitidas pelos aparelhos 

Este produto foi desenvolvido pela Life Maxx, uma empresa prioneira e especialista na protecção eletromagnética – também designada de Eletrosmag. E para uma informação mais técnica, o melhor é pesquisarem o site.


Ainda assim, foi-me explicado que:


são patenteados a nível nacional e internacional e que os produtos LIFE MAXX são produtos passivos, compostos por um circuito integrado, extrafino e flexível de filamentos de cobre (antenas) assentes e protegidos numa base de material isolante. Ao colocar o PATCH LIFE MAXX na parte de trás do telemóvel, as pessoas ficam protegidas contra as radiações emitidas pelo mesmo, sendo que a eficácia da comunicação ou o desempenho do aparelho não ficam comprometidos.

Atenção que isto não é um post patrocinado, simplesmente achei interessante o conceito e a inovação, que vem de encontro a uma real necessidade nos dias de hoje, da prevenção contra as radiações eletromagnéticas. Deste modo, achei pertinente partilhar nesta rúbrica do blog.


Desde que o recebi, coloquei de imediato no telemóvel e o que vos posso dizer de concreto?! Eu não sinto nada de diferente, apenas que, desde então, quero acreditar que tanto eu como quem usar o meu telefone, vai estar mais protegido :)


Fica a dica!


Entretanto e para se manterem a par, deixo os dois últimos Mo(m)nday Hacks:


Como acabar com a Humidade em casa | Mo(m)nday Hacks


Mo(m)day hacks: Um aliado nos vincos de última hora


Trabalhar em casa: do mito à realidade!

26.02.18 | Vera Dias Pinheiro

Depois de uma noite complicada com o Vicente – que, de vez em quando, tem uns episódios de febre durante a noite e, desta vez, com fortes dores de barriga - optei por deixá-lo ficar em casa. Mesmo que estivesse aparentemente bem, não tinha dormido o suficiente, estava cansado e, felizmente, o Vicente tem essa possibilidade. Seja com febre, seja por má disposição, seja por dormir pouco, seja com tosse, seja qual for o motivo que não o faça estar 100% bem ou que nos obrigue a dar medicação sem real necessidade, o Vicente tem a possibilidade de ficar em casa. Acho que é um bem que fazemos simultaneamente a ele e à escola. Afinal, é menos uma criança com vírus que lá está a contaminar os restantes coleguinhas.


No entanto, sempre que isso acontece, eu acabo por ter que dar uma volta de 360º graus ao meu dia. Perante o imprevisto, tenho que me adaptar para que tudo o resto se mantenha inalterado. Aparentemente, algo simples e fácil, porque se todos sabem que eu trabalho em casa, esse, ao contrário dos outros trabalhos, parece ser maleável, ajustável, podendo esperar! Muitas vezes, acho que ninguém sequer se dá ao trabalho de compreender sobre o que realmente está a falar, para dar a entender (a pessoas como eu), que é nos trabalhos convencionais, em que a pessoa sai de casa para ir trabalhar, que existem compromissos inadiáveis, problemas para resolver, reuniões urgentes e muita coisa que não pode esperar.


Para além disso, como foi esta a minha decisão, parece que estou proibida de expressar qualquer sentimento menos efusivo, se tenho trabalho, não me posso queixar! Não concordo, mas no limite, se eu não me posso queixar, porque é que tenho que ouvir constantemente o queixume de comuns mortais? Afinal, se é de ter (ou não) trabalho que se trata, não entendo porque o vosso lamento seja mais legítimo do que o meu?


Não gostam de ser interrompidos a meio de uma coisa urgente, pois não? Pois, eu também não!


Não gostam que estejam a falar com vocês enquanto estão a receber uma chamada de trabalho, pois não? Pois, eu também não!


Muitas vezes, ficam até mais tarde para resolver coisas inadiáveis, não é? Pois, eu também!


Eu que, durante um dia, não me abstraio de todos os outros papéis que desempenho, que não deixo de providenciar o jantar, de ir buscar o filho à escola, resolvo todas as outras urgências. Inevitavelmente, cai sobre mim a responsabilidade de acudir os recados, como tenho flexibilidade de horários. É verdade sim, mas é uma flexibilidade enganadora, é uma condição que faz com que durma três horas por noite, que ande sempre agarrada ao telemóvel e que não tenha fronteira.


E, em dias como o de hoje, em que vejo tudo virado do avesso e em que não encontro alternativa senão aceitar e encaixar, que penso que ainda temos um longo caminho a fazer na aceitação e no respeito pela liberdade individual de cada um. Claro que sou muito mais feliz hoje em dia, claro que me sinto uma pessoa mais realizada e até útil na sociedade. No entanto, em contrapartida, sinto que perdi muito o respeito por essa individualidade, sinto que expressar um tão comum “estou cansada”, "tenho muito trabalho", "preciso de silêncio", "preciso de estar sozinha", é quase olhado de lado, é mal interpretado e quase julgado.


Existe um mundo de oportunidades à nossa volta e existem tantas pessoas que vivem frustradas, presas, deprimidas, em trabalhos com os quais não se identificam, com os quais se sentem diminuídas e sem qualquer horizonte de realização. Pessoas que trazem esses sentimentos ao fim do dia para junto das famílias, que vão buscar os filhos fora de horas à escola. Pessoas que vivem esmagadas contra o tempo, sem a correr de um lado para o outro.


Acredito que estamos a caminhar para uma mudança, vejo cada vez mais mulheres empreendedoras à minha volta, cheias de garra e de sucesso, mas é preciso mudar mentalidades. É preciso respeitar quem muda, sem lhe retirar os direitos que continuam a ter, sem lhes retirar as condições que precisam para se realizarem pessoalmente.


São 21h45 e o meu dia de trabalho vai a meio! O Vicente quis que fosse eu a deitá-lo, a Laura também quis que fosse eu a mudar a fralda. Durante o dia, os dois quiserem estar comigo e eu não lhes podia fechar a porta, porque eles simplesmente não entendem. Mas agora, vou terminar aquilo que ficou por fazer ainda do dia de hoje.


Fica o desabafo! E não, não entendam como uma queixa, mas antes como um pedido para que se mudem as mentalidades!


trabalhar em casa

Pôr comida na mesa: 6 Receitas fáceis p/Pequeno-almoço

26.02.18 | Vera Dias Pinheiro

Ponto de situação: Lista de compras pronta, despensa recheada, frescos em casa. O que nos falta? Começar a cozinhar é claro, pois ninguém se alimenta só de olhar. E depois de andarmos a falar de alimentos e de ingredientes, vocês já devem estar curiosos com o que se vai fazer a partir de agora. Pois que decidimos começar pelo princípio 😊 Ou seja, pela primeira refeição do dia: o pequeno-almoço. Sabemos que ainda há muita gente que não dar a devida importância à primeira refeição do dia e sabemos que muito de nós caímos na repetição pela falta de ideias para alternativas e, muitas vezes, alternativas mais saudáveis e equilibradas.


E antes de prosseguir, não se esqueçam que as sugestões aqui apresentadas são para serem usadas na dose certa. Não vão cozinhar coisas que não gostam, nem muito menos traçarem um plano rígido que não haja espaço para um desejo do dia ou mesmo um pequeno-almoço na vossa pastelaria preferida. Cozinhar, estar na cozinha, comer, é um prazer e se assim o for tudo será mais fluído.


Vamos começar: Ideias para Pequeno-almoço!


É a primeira refeição do dia e não devemos sair de casa sem o tomar. Sim, certo! Mas não vamos entrar em loucuras de preparação. Todos temos o tempo contado e facilitadores são sempre bem-vindos. Vejam também o que melhor se adapta a vocês e à vossa família e, a partir daí, como já disso, é só deixar fluir:


  • Papas de aveia no forno com frutos vermelho.

São deliciosas e saudáveis e têm outras coisas boas: podem ser preparadas na véspera e dão para dois dias de pequeno-almoço.


Receita!


  • Semi-frio de iogurte e frutos vermelhos e nozes pecan.

E aqui já estão a poupar. O que vos sobrar da receita anterior já podem usar nesta.


Receita!


  • Sumo de laranja e cenoura. Se acrescentarem aveia, amêndoas ou outros frutos secos ficam com um pequeno-almoço completo.

É ótimo para os dias em que estamos atrasados. Faz-se rápido e bebe-se ainda mais depressa.


Receita!

  • Overnight de aveia e chia.

Deve ser um dos meus favoritos.


Receitas!


  • Ovos na caneca.

Fazem-se em 5 minutos e são uma agradável forma de começar o dia.


Receita!


  • Caranguejo de fiambre.

Simples e divertido.


Receita!


  • Pão com abacate e ovo estrelado.

Para um pequeno-almoço mais substancial que até pode ser transformado em brunch. Eu gosto deste tipo de comida ao fim-de-semana.


Receita!


  • As torradas com manteiga ou compota, o pão fresco com queijo e/ou fiambre, o requeijão, os vossos cereais preferidos fazem parte desta lista de sugestões. Leite, chá, café, iogurtes líquidos, ou outra combinação de sumos fazem com que comecemos o dia cheios de energia.

Podem ainda espreitar este vídeo no qual apresento uma solução de um pequeno-almoço feita a seis mãos: Video!


receitas para pequeno-almoço

Outras sugestões:


  • O queijo e/ou o fiambre, tal como o requeijão, o queijo creme para barrar, as compotas, o leite, os iogurtes podem ser comprados na ida ao supermercado.
  • As doses de fruta, vegetais e ervas podem também ser equacionadas para a vossa lista de compras.
  • As especiarias como a canela, a noz moscada, o gengibre, a baunilha em pó serão as preferidas para estas refeições.
  • Os frutos secos podem ser usados à vossa vontade tal como os cereais e as sementes.
  • As papas de aveia no forno, por exemplo, podem ser preparadas durante o fim-de-semana ou mesmo no dia anterior ao seu consumo.
  • As porções de frutas e vegetais para os sumos podem, também, ser preparadas com antecedência e guardadas no frigorífico (se for para o dia seguinte) ou então no congelador.

De manhã o tempo deve ser bem aproveitado. Mesmo que se fale pouco (sou uma pessoa muito pouco madrugadora e até a roçar o rabugenta) que tenhamos um bom início de dia e de semana!


Quaisquer dúvidas ou questões, não hesitem em deixar nos comentários.


E para quem só agora chegou, é importante dar uma vista de olhos nos seguinte artigos:


  1. Como Organizar as Refeições da Semana
  2. Como organizar a despensa de casa: Lista de essenciais!
  3. Guia de compras na secção dos frescos | Mafabulous Cook

Depois disso, vai tudo parecer ainda mais fácil.


Diário de uma vida doméstica: o preço da noitada!

25.02.18 | Vera Dias Pinheiro

Antes de falar da vida doméstica, começo pelo desabafo de uma mãe que decide sair à noite e desafiar as leis da maternidade. Pois, foram precisos dois dias - e estou a ser simpática - para recuperar da noite do Revenge of the 90s. Uma noite épica, é certo! Parece que o tempo não passou, mas a verdade é que temos já tantas memórias que fazem parte dos nossos anos noventa e, desde então, já muitos anos se passaram. Muitos anos desde que delirávamos com as Peta Zetas, a música dos patinhos, as Spice Girls, o programa da Ana Malhoa, Buerere, os palhaços Batatinha e o Companhia… ai tanta coisa!


E mesmo que o Vicente e a Laura não se tenham apercebido da noitada dos pais, uma vez que só saímos de casa com eles a dormir, mesmo assim, parece que eles pressentem as coisas e acordaram ainda mais cedo! Acordaram ainda com mais fome e a implicar ainda mais um com o outro.  Quem visse de fora, diria que tinham sido eles a deitar-se a altas horas da noite e a reclamar de terem que acordar cedo.


Pois que sair à noite e ter filhos à nossa espera, é saber que não podemos reclamar por ter que acordar cedo. Se não sabíamos, devíamos saber que aquela noite vai ficar perdida, porque as horas que não dormimos não vamos conseguir recuperá-las, com sorte conseguimos dormir a sesta com eles ou deitar-nos mais cedo com eles. Caso contrário, é aguentar o ritmo, a rotina e a energia de todos os outros dias, até porque criança alguma com um e cinco anos, vai entender o nosso estado!


A única alternativa será subornar os miúdos e deixá-los, por exemplo, ver mais televisão, lanchar na sala, desarrumarem o que quiserem e o que mais se lembrarem e servir para os deixar entretidos o maior tempo possível. E, confesso, que foi mais ou menos assim o nosso sábado.

Depois, há toda uma vida paralela (na nossa vida), que é a vida doméstica! Pelo menos, por aqui, por mais que tenha alguém que me ajuda com a limpeza da casa, isso é realmente apenas uma ajuda. Tudo o resto, que é ainda muito, fica por minha conta e ainda que tente ser o mais prática possível e não deixar que a vida doméstica nos atrapalhe os fins-de-semana, nem sempre é assim!


Depois de fins-de-semana mais corridos, outros fora de casa, aproveitei este para ir pondo algumas coisas em ordem! Afinal, há um certo jeito que apenas nós conseguimos dar à nossa casa e os dias sol, acabam por me inspirar a fazer estas coisas. Gosto de dar uma arrumação aos armários, mas especialmente, gosto de ir fazendo uma limpeza a tudo o que está a mais e contrariar ao máximo a tendência para acumular.


Por muito que nos esforcemos, a nossa vida tem uma série de rotinas e, por vezes, os dias são completamente preenchidos por elas. Fomos entretendo os miúdos, chamamos as avós para lhes dar uma atenção especial e tornar os dias diferentes. mas temos que assegurar determinadas coisas.


Quando mudei de vida achava que ia ter mais tempo, era essa uma das minhas premissas. Contudo rapidamente, apercebi-me que a vida adulta está organizada de forma a sermos engolidos pelas tarefas, obrigações e por tudo aquilo que se torna mais urgente na nossa vida. E por muito que vos possa ser difícil de acreditar, trabalhar em casa e ser freelancer poder ser tão ou mais exigente que um trabalho dito convencional. Quando digo mais exigente é porque uma das minhas principais dificuldades é saber gerir os horários. Quando paro para fazer uma coisa, mal olho para o relógio já estou em cima de outra coisa para fazer. E os dias passam-se comigo a saltitar de uma coisa para a outra.


Desde quinta-feira que não publiquei um post aqui. Algo praticamente inédito e que, a mim, me causa um certo desconforto. Contudo, um dos princípios que me impus para 2018 foi o de aceitar. Só assim vou conseguir não entrar nos desgaste físico e psíquico a que cheguei no final do ano passado. E porque não quero voltar ao registo de dormir apenas três horas por noite. Aceitei que há dias em que outras prioridades se impões e que, ao mesmo tempo, os meus filhos precisam sentir uma mãe presente em casa e não uma mãe que está em casa sempre com outra coisa para fazer.


Sei que os dias de sol nos puxam para sair de casa, mas os dias de sol deste fim-de-semana serviram para nos aquecer mesmo dentro de portas. Foram inspiradores para a nossa vida doméstica, para o tempo para os filhos, para descansar cada instante que foi possível e para organizar mais uma semana que aí vem… e que semana! E foram bons para simplesmente desfrutar da nossa casa, já que passo a vida a organizá-la e raramente desfruto dela! 😊


O vosso fim-de-semana foi bom?


Qual o animal de estimação preferido das crianças?

22.02.18 | Vera Dias Pinheiro

Gostava muito de vos estar a escrever sobre o nosso animal de estimação, pois afinal passei toda a minha infância rodeada de animais. Lembro-me dos nossos cães, dos gatos, dos passarinhos, incluindo as caturras e os papagaios, também tive hamsters e peixes e não me posso esquecer do Benny, o meu coelho albino. Entretanto, por questões de saúde (do meu marido), temos algumas limitações na escolha de um animal para nos fazer companhia. Mas eu ainda não desisti da ideia, portanto, quem sabe se em breve não farei uma surpresa a todos cá em casa.


Na verdade, na minha opinião o contacto com animais, mas mais do que isso, estabelecer uma relação de afinidade, traz muitos benefícios para as crianças. Como aliás, a psicóloga Tatiana Louro esclarece:


Se ter um animal de estimação permite, por um lado, desenvolver as respostas imunitárias do organismo e, no caso dos animas com pelo, diminuir por exemplo a frequência do aparecimento de alergias, por outro, ao implicar um cuidado e um contacto diário ajuda desde cedo os mais pequenos a aprenderem a lidar com as emoções, desde as positivas às negativas. Promove assim a auto-regulação emocional na medida em que as crianças têm que aprender a lidar com a frustração de o seu animal, por exemplo, não alinhar nas suas brincadeiras; ajuda-os a controlar os impulsos ao terem que aprender a acalmar-se e estimula o humor positivo e o bem-estar ao fazê-los sentirem-se tão alegres na presença deste amor incondicional.

E para quem já tinha um animal de estimação antes dos filhos nascerem, a opinião é unânime: os animais são para manter, pois são também eles um membro da família. No caso da Helena Coelho, que já tinha dois gatos (o Gin e a Vodka) quando o primeiro filho nasceu:


Os gatos nunca se aproximaram muito, nem do mais velho nem do mais novo. Confesso que do primeiro nós também não promovemos muito a aproximação; tínhamos “pancadas” com pelos e afins. Agora, que o mais velho tem 3 anos e o mais novo tem um ano, eles brincam todos bastante. Percebo que os gatos têm uma enorme paciência, especialmente com o mais novo. Raramente “sopram”. Quando o mais velho anda a correr pela casa, às vezes sai uma patinha com as unhas de fora de baixo de um móvel – eles não adoram objectos em movimento acelerado.

Já no caso da Paula Almeida que, para além de ter cães como animais de estimação, é também criadora de cães de raça labrador (Sobral Rockland), esclarece que:


 Assim que a Sofia nasceu, fizeram questão de a apresentar a todos eles e que, desde então, sempre teve contacto com todos eles. Mas enquanto criadora, adverte que tal como tudo o que se relaciona com os filhos, os animais precisam igualmente de educação, compreensão, carinho e muita atenção.

Portanto, se estão à espera de bebé e já têm um animal de estimação, não há que ter receio. Para a Patrícia Unhão António, que tem consigo o Zen e é mãe de dois meninos, o conselho é simples: “agir com naturalidade, deixar o animal cheirar o bebé, as roupinhas, para que ele perceba do que se trata. Dar muito mimo e não o deixar sem atenção para que não note muito a diferença.”  


Segundo a psicóloga Tatiana Louro,

Este envolvimento animal vs criança é potenciador da aprendizagem da relação entre comportamento e consequência na medida em que se não interagirem ou cuidarem diariamente como é suposto dos seus bichos de eleição a sua saúde física e emocional fica em risco, o que os torna mais aptos a resolverem também problemas. A par de todas estas vantagens os estudos referem ainda que desenvolve a criatividade e a imaginação tornando-os a curto / médio prazo crianças mais assertivas, empáticas e respeitadoras.

Portanto, pode ser também uma forma de estamos a passar para a criança, de forma descontraída, o sentido de responsabilidade. Para o Zé Duarte, o filho da Patrícia Unhão António, que tem cinco anos, a melhor parte são os passeios e a alimentação. Adora ir com o pai passear o Zen e é ele que pergunta se o cão já comeu, para saber se é preciso colocar comida no prato. Para o Zé Duarte, o Zen é um membro integrante da família e, como tal, desenha-o sempre que desenha os pais e o irmão. E o seu brinquedo preferido é uma bola parecida com esta!


No caso do Manuel e da Carminho, que têm cinco e três anos respectivamente, a mãe Guida esclarece que cada um é responsável por dar comida ao peixinho de estimação, o João, e também mudam a água com a ajuda dos pais. A mãe diz que é muito engraçado ver a reacção do peixe João quando chegam a casa, pois começa a nadar muito rápido e dar saltos! E se não sabiam, dizem que ter um aquário em casa atrai prosperidade e boas energias. E se querem saber qual o truque para ter peixinhos que vivam muito tempo, a Leonor Cício, mãe da Luísa e da Teresa, com seis e três anos respectivamente, partilha que o segredo é não mudar a água com demasiada frequência e não alimentar diariamente.


Já a Maria, que vai fazer cinco anos, não hesita em dizer que o que não pode faltar ao seu gato Tobias são os brinquedos (arranhadores de preferência), a comida e a caixa da areia!


E, no fundo, é um pouco por tudo isto, que os animais, ao promover uma boa auto-estima, ajudam os miúdos a serem mais responsáveis e felizes. E é isso que todos nós procuramos, não é?!


o animal de estimação preferido das crianças

Legenda:


Em cima (da esq. para a direita): A Sofia e o Vi; peixinho João; o Jimi com a Madalena


Em baixo (da esquerda para a direita): a querida Maria com a Matilde, que já vivia lá em casa quando ela nasceu : o fofo do Zen, o cão preferido do Zé Duarte e o Tobias, o gato da Maria e do mano.


Na fotografia de capa estão a Carolina e o Pedro, os peixinhos de estimação da Luísa e da Teresa.


Mas tão importante quanto o bem-estar dos nossos filhos, é assegurar também o do nosso animal de estimação. Eles vão precisar de conforto, comida, brinquedos, idas ao veterinário, entre outras coisas. Portanto, e especialmente para quem está a pensar em adquirir um, é bom ter uma noção a priori do que vos espera. E, em termos de bens essenciais, se quiserem, podem dar uma vista de olhos por este folheto do Jumbo - esta campanha estará válida até ao próximo dia 27 de Fevereiro.


E, já agora, querem deixar os vossos palpites sobre as eventuais hipóteses que temos para um animal de estimação? Querem? 😊

 

Por fim e não menos importante, é agradecer a disponibilidade e colaboração de todos neste artigo. Foram impecáveis e espero que tenham gostado do resultado final.


 

*Este conteúdo é um exclusivo para o Jumbo - Auchan.


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