Falar de carros aqui torna-se pertinente apenas porque o carro é, não raras vezes, uma alteração que temos que fazer a partir do momento em sabemos que vem aí mais um membro da família ou quando a família passa para a categoria de numerosa. Cá em casa, ainda assim, conseguimos adaptar a família ao carro que já tínhamos e acabo por ser eu a pessoa que mais precisa de usar diariamente o carro “de família”.

Sou eu que durante a semana tenho mais necessidade de transportar o Vicente e a Laura e que, para além disso, vou ao supermercado e… aquela parte que o meu marido gosta menos… também sou eu que gasto mais combustível com as minhas mil voltas. Ainda assim, eu gosto muito do carro que temos actualmente. No entanto, a passagem de três para quarto tornou a logística um pouco mais “apertada” a partir do momento em que começámos a usar as duas cadeiras auto. Essa é mesmo a expressão adequada – mais apertada –  porque a bagageira ficou com menos espaço quando chega a altura de ir de férias ou até mesmo quando é só para passar uns dias fora. No dia-a-dia com as bicicletas e outras coisas que ficam como “residentes” no porta bagagens, regressar do supermercado, por exemplo, implica vir com sacos nos bancos de trás.

Mas eu reforço, continuo a gostar do nosso carro e continuo a dizer ao meu marido que ainda é suficiente para nós. Porém, quando surge a oportunidade de experimentar um carro novo – numa espécie de test drive – gosto sempre da experiência mesmo não sendo uma apreciadora/entendida nata em carros. Ainda assim, posso adiantar que embora ainda me façam confusão os carros totalmente elétricos, ter podido andar com um foi fantástico, porque realmente é totalmente diferente do que estamos habituados e será, sem dúvida, o futuro (e não assim tão longínquo).

No entanto, um carro – na minha óptica enquanto utilizadora – precisa de outras coisas para além do modelo, da marca e de todas esses detalhes, aos quais francamente não ligo muito. E recentemente, durante as férias de natal, tivemos um Hyundai IONIQ no modelo híbrido – metade elétrico, metade “normal”. Admito que fiquei mais tranquila com aquela segurança de saber que eu só tinha que ir à bomba e que a gestão entre o elétrico e o combustível é feita pelo próprio carro. E na mesma com o plus de todas as vantagens que o carro elétrico tem, nomeadamente serem extremamente silenciosos e não descaírem nem um milímetro sequer e era também de mudanças automáticas, o que confere um outro conforto durante a condução.

A parte disto, uma pessoa (como eu) vai logo reparar nos extras que vai poder experimentar e que o seu carro habitual não tem. Portanto, tudo o que era automático liguei de imediato: sensor de luzes automático e sensor de para-brisas idem e, por fim, aproveitar que os dias estiveram frios para experimentar os bancos aquecidos. Claro que ter um porta bagagens que permitiu levar a bicicleta do Vicente e que ainda sobre espaço, foi o maior upgrade que sentimos ao poder experimentar o Hyundai IONIQ.

Não sei daqui a quanto tempo iremos trocar de carro, ou se iremos realmente trocar. Contudo, quando (e se) surgir essa oportunidade, é certo que vamos passar para um carro híbrido, senão elétrico, e a pensar num tipo de solução que vá ao encontro das nossas necessidades diárias.

Entretanto, quero agradecer à Hyundai, claro, o convite para fazer este ensaio (em família) do Hyundai IONIQ Híbrido. 

Quem mais gosta de ir para junto do mar no primeiro dia do ano? 🙂

Boa noite.

Comentários

comentários