Foi um domingo, para nós, sem carro com a constatação do tempo que perdemos a deslocar-nos de um lado para o outro, fins-de-semana incluídos.

Ando talvez um pouco obsecada – embora esta seja uma palavra um pouco forte, mas adiante – com o estabelecer de prioridades e, sobretudo, que os fins-de-semana sejam bem aproveitados por nós, seja individualmente seja em famíla. Daí já vos ter dito que, durante esses dois dias, o telefone e as redes sociais ficam para depois. Outras das minhas decisões foi o de apenas aceitar compromissos/ eventos que realmente nos acrescentem alguma coisa, que sejam uma experiência magnífica para os miúdos ou então, que sejam trabalho remunerado.

E a última delas e também mais recente é a necessidade que andar menos de carro, ainda por cima morando nós relativamente perto das zonas por onde temos preferência em passear. Afinal, o Outono chegou e com ele voltam alguns dos programas que mais gostamos de fazer, tal como o Brunch, um passeio no centro da cidade ou junto do rio. Ou, então, que as viagens de carro sejam aproveitadas para visitar outras cidades do nosso país, descobrir outras paisagens ou visitar amigos.

E hoje, depois do dia de ontem que nos levou precisamente a visitar uma outra cidade, foi um dia sem carro. Fomos até a baixa, mais precisamente até a Praça do Comércio, onde estava a decorrer o último dia do The Pitch Market Lisboa e depois demos a voltinha do costume até ao Chiado, para para comer qualquer coisa no Topo, situado nos Terraços do Carmo. Felizmente, estava um dia relativamente calmo e muito pouco caótico (de pessoas).

No entanto, cheguei a triste conclusão de que 90% das pessoas que nos abordam fazem-no em inglês e que andar de transportes públicos não é de todo barato e fazendo bem as contas, pode até nem compensar. Especialmente se estivermos a falar do elétrico, no qual, cada viagem, fica a 2,90 euros por pessoa. E, por fim, é raro o local que não tenha tenho de espera para uma refeição ou que nos dia que devido à afluência naquele dia, determinado prato – ou até o brunch – já terminaram.

Lisboa é uma cidade fantástica, tem uma luz como muito poucas conseguem ter e praticamente durante todo o ano, porém só não quero sentir-me “empurrada” para uma mudança de vida por sentir que se tornou demasiado turista e impessoal.

Este foi o nosso domingo. E agora com os miúdos a dormir, chegou o momento de organizar a agenda para a nova semana que aí vem.

E por aí, como correu o fim-de-semana?

Boa noite 🙂

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