Correndo o risco de parecer que ando sempre a falar do mesmo, hoje quero partilhar com vocês a minha experiência – nossa experiência – com a toma de suplementos de vitaminas. Há algumas semanas que todos cá em casa, ambos os filhos incluídos, andamos a tomar vitaminas.

Depois de ler um pouco sobre o assunto e de notar que, tanto eu como o meu marido, andávamos numa fase de extremo cansaço e fadiga, decidi que talvez não fosse má ideia fazermos um reforço vitamínico através de suplementos. Embora tentemos ao máximo ter um estilo de vida o mais saudável possível, a verdade é que o próprio ritmo de vida nem sempre está a nosso favor. No meu caso, sei que são as poucas horas que durmo por noite que prejudicam bastante o meu rendimento durante o dia e que, por vezes, me fazem ter o impulso de compensar a falta de energia com alimentos de que eu não preciso e claramente muito pobres em nutrientes, incluindo as vitaminas.

E mesmo existindo essa preocupação e que, de um modo geral, estejamos a viver uma fase em que se fala muito de alimentação saudável, verifica-se, ao mesmo tempo, uma perda de nutrientes cada vez maior nos alimentos, sobretudo nos processados. Ora, se juntarmos a isto o próprio ritmo frenético do dia-a-dia, a nossa tarefa quotidiana de cuidarmos de nós torna-se um grande desafio.

No caso das crianças, e sabendo que têm necessidades nutricionais especiais que devem ser asseguradas todos os dias, estas são preocupações óbvias. E existe uma vitamina em particular que é bastante importante, e que é responsável pelo seu bom desenvolvimento, e cujas fontes alimentares onde se encontram são muito poucas: a vitamina D. Claro que vivemos num país privilegiado também a este nível, pois sol – uma fonte importante desta vitamina – não é coisa que nos falte.

Por isso é que esta decisão de tomar vitaminas não deve ser tomada de ânimo leve, pois se a carência de vitaminas é prejudicial à nossa saúde, o inverso também é. Devemos analisar o nosso estilo de vida, pois, acima de tudo, as doses recomendadas variam de pessoa para pessoa e de acordo com a fase da vida em que estão: idade, gravidez, etc.

vitaminas

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No meu caso, procurava um pouco mais de energia e acho que já sinto. No caso dos miúdos, o Vicente toma Viterra Junior e adora, são umas gomas em forma de ursinhos; a Laura também não se queixa, toma Viterra Baby, que é um xarope e sabe a morango. Se eles precisam de mais energia? NÃOOOOO!!!!! 🙂 No caso deles, não é de todo isso que se pretende… ahahahah

Para os adultos, existe Viterra homem, mulher e sport. Neste momento, estou a tomar o de mulher e depois passo para o sport, penso que será bom na recuperação física, para além da energia.

E, pronto, isto é uma coisa que vamos fazer nesta fase antes do verão e quem sabe, mais tarde, no inverno, onde a carência de vitamina D, por exemplo, é maior.

No entanto, nada do que estou para aqui a dizer invalida a opinião de um profissional de saúde, como é óbvio.

Informação complementar sobre este assunto encontram no site da Viterra e, como disse acima, na opinião do vosso médico ou de um farmacêutico.

Boa noite.

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