A consciência de que é importante pensarmos naquilo que comemos veio verdadeiramente quando o Vicente começou a introdução alimentar complementar. Mesmo que eu já estivesse a dar os primeiros passos na alimentação saudável, ou seja, já tinha aberto o caminho a novos produtos e novos alimentos que, no conjunto, ajudaram-me a reaprender a comer com qualidade. Ficaram de fora, por exemplo, tudo o que tem a designação de light, assim como os diatéticos e também muitos processados mascarados de saudáveis. A porta estava a aberta para o que viria a seguir e a ideia é comer comida de verdade sempre!

Com o Vicente, a alimentação complementar chegou muito cedo e, mesmo assim, foi graças à pediatra belga que atrasei um pouco mais – já que, pela vontade da pediatra em Portugal, assim que deixei de conseguir amamentar, passaríamos imediatamente para as papas e sopas, ou seja, logo pelos quatro meses e pouco. Na minha cabeça, confesso-vos, que me parece manifestamente cedo e, hoje em dia, depois da experiência com a Laura, tenho a perfeita noção que realmente foi demasiado cedo para o Vicente – como o é para a maioria dos bebés, talvez.

Depois, houve um grande choque ao perceber que a alimentação com rótulo de infantil é uma fonte de açúcares e que a ideia que se tenta passar aos pais é a de que devemos adoçar a comida para o bebé comer melhor. Portanto, é nesta base que vamos educando os nossos filhos a comer. Sem nos lembrarmos que um bebé é uma tábua rasa, é permeável a tudo e que não existe doce ou amargo, ele aprende a comer e são precisas muitas tentativas (mesmo) até podermos dizer que um bebé não gosta verdadeiramente de alguma coisa. Aquilo que é necessário é a paciência, porque este é um processo que leva o seu tempo e que cada bebé tem o seu ritmo – e tem igualmente a sua própria vontade.

Foi este sentimento de liberdade e de tranquilidade face à esta fase que alcancei com a Laura. Talvez, porque na nossa casa o mais importante já tinha sido feito: as grandes alterações nos hábitos alimentares. Cá em casa é indiferente se cozinhamos para um adulto, uma criança ou um bebé! Fugimos sempre que possível das comidas típicas dos bebés, sobretudo das papas e outros snacks (bolachas, iogurtes, entre outros).

Se bem se recordam, neste vídeo, a Enfª Carmen Ferreira mostra-nos de que forma os açucares se escondem nos rótulos das papas e que o açúcar refinado é praticamente um dado adquirido. Verdade? No meu caso, combato isso com as farinhas que compro para fazer as papas caseira, reservando as papas de compra para as excepções – porque são práticas e porque não sou fundamentalista.

E era precisamente aqui que quero chegar, porque há no mercado novidades das boas vindas de uma marca 100% portuguesa, a Iswari. Uma marca que já deve ser vossa conhecida, pelo menos, para quem já fez a sua incursão na alimentação saudável, conhece de certeza alguns dos seus produtos.

Porém, o que eu não sabia é que a Iswari é uma marca familiar, isto é, partiu da preocupação de uma família, com filhos, como tantas outras, com estas questões da alimentação. E depois de uma série de produtos já no mercado, de suplementos, sementes, etc… e de muito estudo – porque no que toca a crianças os cuidados são redobrados – a marca aparece no mercado com três novos produtos direccionados para os mais pequenos e a pensar naquela que é a refeição mais importante do dia, o pequeno-almoço.

  • Pequeno Buda Banana-Maçã
  • Pequeno Buda Mirtilo Mágico

pequeno almoço pequeno buda

  • Pequeno Buda Alfarroba

pequeno almoço pequeno buda

Este pequeno-almoço Pequeno Buda é vegano, cru, biológico, sem glúten e instantâneo. E eu acrescento que: dá para toda a família. Pode ser usado para a confecção de papas, com água ou leite (vegetal). Mas também pode ser usado nos iogurtes ou no preparado das panquecas, por exemplo. É usar a imaginação! 🙂

Todos eles já estão a venda e podem ser encontrados, por exemplo, nas áreas biológicas das grandes superfícies e nos supermercados biológicos (no Celeiro sei que encontram de certeza).

O evento de apresentação decorreu na Casa Verdes Anos, uma escola que segue pedagogia Waldorf, por isso já imaginam a experiência ao ar livre que proporcionou às crianças ali presentes.

O catering esteve a cargo da Martilicious Food e era tudo delicioso e saudável, imaginem só 🙂

Querem sugestões de receitas para o pequeno-almoço com o Pequeno Buda? 🙂

Boa tarde e boa semana.

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