Depois de um fim-de-semana, ao qual se juntou um feriado à segunda-feira, ficamos com três dias de pausa e o meu pensamento é sempre o mesmo: que bom que seria se todos os fins-de-semana tivessem três dias. Não estão de acordo? Que bom que seria se houvesse tempo suficiente para não andarmos a correr e em que o tempo, de alguma forma, colabora connosco e nos permite realmente tirar partido dos poucos dias que temos para descansar – ou não – da azáfama de toda a semana.

Por aqui, já tinha dito para mim mesma que estes dias seriam para dedicar maioritariamente à Laura e ao Vicente, com tempo de qualidade para fazer com eles o que lhes apetecesse. A ideia era não impor nada, sobretudo, programas de crescidos. O tempo foi generoso, contra todas as previsões, e por isso, passamos muito tempo fora de casa. E tanto assim foi que ontem a Laura cedeu ao cansaço logo após o jantar – e o Vicente também não demorou muito mais.

Nestes três dias, optamos por ficar por Lisboa e acabamos por fazer um pouco de turistas também. No sábado levamos os miúdos ao teatro – de improviso – com os Improvio Armandi, no Palácio dos Ciprestes, em Linda-a-Velha. Foi a segunda peça que vimos deles – a primeira estava eu grávida e diverti-me tanto, numa daquelas que foi das últimas saídas à noite. “Aventuras de Papelão” é assim que se chama e tem como ponto de partida a imaginação das crianças que estão a assistir, por isso, não há duas histórias iguais e podem contar sempre com bastante sentido de humor e umas gargalhadas fáceis.

Este Palácio dos Cipreste é um local fantástico para levar os miúdos, tem relva e um parque infantil espectacular. Eu não conhecia, vocês já?

A peça “Aventuras de Papelão” vai estar em cena até ao final do mês de Maio, todos os sábados às 16h00.

No domingo, adivinhem lá onde fomos? Ao brunch, claro. E onde? Ao Nicolau Lisboa que eu tanto adoro. Pensei que com o fim-de-semana grande o tempo de espera por uma mesa fosse menor, mas não. E esta é mesmo a parte menos boa de vir aqui. Dependendo do número de pessoas, pode levar até cerca de 40 minutos de espera. Porém, a parte muito boa é que, depois de sentados, é tudo tão maravilhoso que vão querer sempre voltar.

E como ainda era cedo, aproveitamos para descer até à beira rio e fizemos um longo passeio até ao Cais do Sodré. Finalmente com as obras terminadas por ali, o passeio é bastante agradável e bonito. Aquela zona da cidade está cheia de vida!

A segunda-feira foi um dia mais calmo, de recuperação e de preparação para o início da semana – um domingo, portanto. Mas com tempo para brincadeiras e mais brincadeiras no parque.

Com isto tudo, apercebi-me do quão espevitada a Laura está. Embora ainda não se tenha decido a andar sozinha mais do que um três ou quatro passos, isso não é impedimento para que, quando está no parque. faça rigorosamente tudo, como por exemplo, subir o escorrega pela parte em que se deve descer com bastante facilidade e rapidez. Reparei ainda que tem sempre uma perna preparada para trepar tudo o que se colocar à sua frente, está sempre a levantar a perna e sempre de ideias fixas naquilo que quer fazer – um autêntico perigo, portanto 🙂

palácio dos ciprestes

E, pronto, com isto, chegamos ao mês número cinco, o mês de Maio. O mês das mães, de Maria, o mês que já nos deixa a pensar nas férias de verão, um mês pelo qual tenho algum carinho e que associo a coisas coisas. Para este mês continuo a desejar que venha por bem, desejo que traga mais paz e serenidade e, sobretudo, que encha os nossos corações de amor, porque só ele é capaz de transformar tudo o que está à nossa volta.

Sê bem-vindo mês de Maio.

Boa tarde.

 

 

 

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