Com o primeiro filho descobri as rugas e, sem que me desse conta, já se passaram quatro anos, com um segundo filho entretanto. E se dizemos que os nossos filhos crescem demasiado rápido – o que é um facto – em toda essa rapidez, o tempo passa igualmente por nós.

Sempre me considerei uma pessoa com algumas preocupações consigo mesma, que gosta de se cuidar. Porém, depois dos filhos – ou será depois dos 30? – tudo parece ser insuficiente perante a rapidez com que vejo as alterações no meu rosto. Ainda ontem era uma miúda e hoje vejo um rosto que tem vindo a amadurecer com o tempo e que me faz lembrar que, mais do que os meus cuidados diários, é preciso pensar nos cuidados certos.

A parte boa é ter ganho esta consciência e ter descoberto que o investimento (financeiro) que temos que fazer em nós não tem que ser necessariamente elevado para garantir bons resultados e que ser rigorosa na nossa rotina de beleza diária (duas vezes por dia) é essencial. A parte menos boa é que estou numa fase da minha vida em que tenho menos tempo para mim, o que me obriga a ter que pensar muito no lado prático e rápido dessa minha rotina.

Quando eu descobri Bio-Oil, precisamente ao ser mãe pela primeira vez, ouvia-se falar ainda muito pouco, mas sempre o conheci como o óleo milagroso e multifacetado. Contudo, existia algum receio (mais ainda) em usar um óleo no rosto diariamente, sobretudo se tivermos uma pele com características mais oleosas. E ainda hoje, sempre que menciono o uso de Bio-oil no rosto, é essa a pergunta que me fazem.

Eu falo muitas vezes deste produto, porque é talvez dos poucos em que realmente conseguimos comprovar todos os resultados a que se propõe. A minha primeira sensação é de conforto imediato, sinto a pele mais relaxada e com um aspecto menos cansado – e digo-vos que é um poderoso aliado da nossa pele para as noites mal dormidas.

E agora que estamos a entrar numa altura do ano em que a nossa pele vai exigir alguns cuidados extra, é bom relembrar o porquê de ser mesmo tão bom.

Na verdade, Bio-oil é um óleo especializado em cuidados de pele que ajuda a melhorar a aparência de estrias, manchas e cicatrizes e a combater o envelhecimento e a desidratação da pele. O seu grande “segredo” é o Purcellin Oil, um ingrediente revolucionário que muda a consistência geral da sua fórmula, tornando-a leve e não gordurosa, assegurando a absorção dos restantes componentes.

Assim, respondendo à vossa dúvida: não, não fico com a pele oleosa, quer no momento em que o coloco, quer com as utilizações diárias. Para além disso, vão notar que basta uma pequena quantidade, o que também leva a que um frasco vos dure imenso tempo.

A nossa pele é, mais do que o factor idade, o resultado do nosso estilo de vida, dos momentos particulares que vivemos (e dos externos também) e, às vezes, a solução mais adequada e certa é a mais simples.

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Digam-me, já mais alguém se rendeu ao uso deste óleo no rosto? Como está a correr a experiência?

 

(Este post foi escrito em parceria publicitária com a marca)

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