Um ano após a Laura nascer, acho que volta a ser oportuno falar-vos de cabelo – dos meus, em particular, embora considere que este seja um assunto que toca a todas nós, até mesmo a quem não tenha filhos.
Fui-vos falando delas quando escrevi sobre:
O maior drama do pós-parto
Começou a loucura
Ora, há um ano atrás haviam algumas coisas a preocupar-me:
– Para começar, tinha cortado o cabelo radicalmente e muito mais curto do que eu estaria a espera, mas o pior foi mesmo foi nunca me ter-me sentido bem com aquele corte de cabelo. Foi preciso mais de um ano para que, em termos de comprimento, o meu cabelo pudesse estar do meu agrado.
Há muito que não fazia uma “loucura” destas e é certo que irei voltar a ficar sem o fazer ainda mais tempo.
O cabelo é só cabelo, no entanto, é uma parte importante do nosso bem-estar.
– Ao novo look, juntou-se a terrível queda de cabelo do pós-parto que, para mim, foi bem mais séria do que da primeira vez – pelo menos, eu não me lembro de ter tido “peladas” como agora aconteceu. A própria textura alterou-se um pouco: mais oleoso nas raízes e mais seco nas pontas. Era difícil mantê-lo com um aspecto bonito após as lavagens.
– Obviamente que, associado à queda de cabelo, está o crescimento dos novos cabelos. Foram muitos meses com vários cabelos, de vários tamanhos, e que nos dias em que só apetece um simples e fácil rabo de cavalo… o resultado demovia-nos logo, devido ao tal degradé de tamanhos.
Felizmente, nesta fase, tudo o que escrevi acima está mais ou menos resolvido, à excepção do último ponto, que está a levar o seu tempo. E a verdade é que, até aqui, não tinha feito nada de especial, a não ser ter a paciência sábia que só nós, mulheres, sabemos ter quando é estritamente necessário. Noto, ainda assim, que o meu cabelo cansa-se mais rapidamente dos produtos e, por isso, sou obrigada a mudar mais vezes e a experimentar vários. Também tinha adiado qualquer tipo de tratamento para o fortalecimento e crescimento por estar a amamentar.
Porém, finda essa parte, voltei a esse assunto até porque já tinha falado aqui no blog do tratamento da Viviscal um pouco por alto, e que agora decidi fazer mesmo a sério. Vão ser três meses a fazer este tratamento que envolve: comprimidos, shampoo e condicionador, sérum.
Após este período, partilho os resultados, se gostei (ou não), etc…

 

 

Entretanto, uma marca de champos com a qual me tenho dado muito bem, tem sido a Schwarzkopf . Em SOS uso a gama profissional BC Bonacure e que é mesmo muito boa. Mais tarde, por coincidência a mesma marca enviou-me alguns produtos da gama Pro Fiber Force, da gama que encontramos nos supermercados e que também tem resultado muito bem no meu cabelo e, por isso, vou alternando, até por uma questão de preço. O meu cabelo ficou muito mais “equilibrado”, com um aspecto mais brilhante e lavado, porque atenuou as diferenças entre as raízes e as pontas.
No entanto, tenho uma questão séria para resolver e para a qual tenho tido alguma resistência: os cabelos brancos! De repente, multiplicaram-se, são vários e falo apenas da pequenina parte do meu cabelo que consigo ver ao espelho – falta t-u-d-o o resto! E agora: é suposto pintar o cabelo todo?
De todas as loucuras que já possa ter feito no cabelo, nunca o pintei todo e, neste momento ainda tenho alguma resistência em fazê-lo e até vos vou dizer porquê: receio! Receio que, ao começar a fazê-lo, um dia me aperceba que tenho todos os meus cabelos brancos, que eles perderam a sua cor natural e que eu me aperceba que…. a p/&%?# da idade não perdoa.Sim, confesso, que a minha relação com o aparecimento dos cabelos brancos não está a ser assim a coisa mais espectacular de sempre ?

Março de 2016
 

Julho de 2016

 

 

 

Abril de 2017
 
 
Boa noite.
 
 

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