Falamos de tudo e, ao mesmo tempo, não falamos de nada. Não temos preconceitos, mas, ao mesmo tempo, temos preconceito em relação a tudo. E se o tema forem os cuidados com a zona íntima da mulher ficamos sempre constrangidas, olhamos à volta para ver quem nos está a ouvir ou como é que irão interpretar a forma como falamos. Por isso, tentamos sempre ser o mais educadas possível, escolhemos sempre as palavras mais bonitas, em detrimento dos termos exactos e científicos para que ninguém fique chocado. Prova disso, são todos os termos alternativos e bonitos que existem; as vezes que ouvimos, dar à luz, em vez de parir; o termo mamada (do bebé) que embora seja o correcto, é sempre alvo de recriminação.
Quando na verdade, a saúde da nossa zona íntima é fulcral para o nosso bem-estar, para a nossa postura e para a nossa saúde em geral. E eu não tinha a percepção de tudo isto antes de ser mãe, como também não me lembro de ter conversas com a minha mãe sobre isto. Mas foi, sobretudo, após o parto da Laura que eu descobri a importância da saúde pélvica da mulher e foi a partir daí que ganhei consciência de que é preciso falar sobre este assunto e de colocar a mulher a dar mais atenção a esta parte do seu corpo. E a verdade é que não é preciso esperar pela chegada dos filhos, todas nós devíamos, por exemplo, fazer uma avaliação do nosso pavimento pélvico.
Portanto, é necessário falar sobre estes temas, é necessário não haver constrangimentos em simplesmente falarmos umas com as outras e, muito mais importante do que isto, partilharmos com as gerações seguintes, a das nossas filhas, essa preocupação e esses cuidados. Frequentemente, damos por nós à procura do nosso bem estar em coisas que são de fora e não entendemos que isso é algo que vem sobretudo de dentro. Tal como na alimentação, em que nós somos aquilo que comemos, também nós somos muito o reflexo da forma como cuidamos de nós (de dentro para fora).
E aqui tenho que dar o devido valor à iniciativa que a Lactacyd, uma marca que, além de possuir uma longa história, se tem posicionado de uma forma diferente ao colocar as mulheres, em conjunto com outras mulheres, a pensar sobre a sua intimidade e sobre a importância da passagem geracional dessa preocupação. Assim, e à semelhança do que aconteceu há cerca de um ano atrás, as conversas íntimas voltaram a repetir-se. Desta vez, numa partilha moderada pela blogger Ana Garcia Martins e que contou com a presença de outras mulheres de várias gerações: Ana Galvão, Adelaide de Sousa, Olívia Ortiz e Cláudia Borges.

 

 
O encontro deu-se na Suite Torreão do Palacete Chafariz D’el Rei, em Lisboa, para conversas íntimas sobre o papel da mulher. E é preciso colocar estes temas em cima da mesa, porque há mesmo uma questão de saúde aqui subjacente. E hoje em dia, numa sociedade em que vivemos tão à pressa e em que não há tempo para nada, cuidar de nós e sermos nós a ter essa preocupação é fundamental.

É importante sermos detentoras de informação, sabermos o que podemos fazer ou pelo menos, o que não podemos mesmo fazer e que pode ser prejudicial para nós, como por exemplo, lavar a nossa zona íntima com o mesmo sabonete ou gel de duche que lavamos o resto do corpo.
A própria Lactacyd tem feito uma evolução aos longo dos anos para que possa dar uma resposta exacta àquelas que são as necessidades das várias mulheres. A a prova disso é, como escrevi da última vez, a existência de diferentes produtos adaptados aos distintos estados da mulher (ao longo da sua vida) e são estes:

– Lactacyd Íntimo: para a higiene íntima diária;
– Lactacyd Sensitive: para o uso diário na adolescência/primeira menstruação;
– Lactacyd Antiséptico: para o uso diário na gravidez, pós-parto e situações de risco acrescido de infeções (ex.: prática de desporto);
– Lactacyd Hidratante: uso diário na menopausa e situações de desconforto associado a secura vaginal; 
– Lactacyd Suavizante: uso diário como coadjuvante no tratamento de infecções vaginais. 
Espelho meu, espelho meu, quem muda o meu mundo sou eu!
 
Boa noite.

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