Ainda a propósito do fim de semana que passou, faltou-me falar da tão conhecida festa da cerveja, a Belgian Beer Weekend, que este ano celebrou a sua 15ª edição. Bom, não tão conhecida para mim, pois se há bebida que não aprecio é esta. Não vai lá com 7 up, nem com gorselha, nada!!! Mas a avaliar pela afluência de pessoas à Grand Place, arriscaria a dizer que devo ser das únicas.
Os entendidos na matéria afirmam que esta festa, juntamente com a Oktoberfest em Munique, na Alemanha, são os eventos mais importantes, na Europa. É aqui que se dão a conhecer as várias marcas de cervejas (são mais de 50 participantes).
Eu digo-vos que isto deve ser mesmo giro. Óbvio que, com o Vicente, demos uma volta pela praça, sem entrar no recinto e, ainda nem eram 18h, já se viam filas intermináveis de pessoas para chegar às bilheteiras. Dentro do recinto não se usa dinheiro, apenas umas simples fichas (como as que se utilizam nos parques de diversão).

Para saber mais sobre este evento: http://www.belgianbrewers.be/en/home/

Na Bélgica, a cerveja é algo que faz parte da cultura e, por isso, não se trata apenas de uma simples bebida. Há uma preocupação na sua produção, nos copos em que são servidas e na forma com são servidas. Tradicionalmente, a sua produção era feita nos mosteiros, pelos monges, designado-se as cervejas produzidas deste modo de trapista.
É também no centro de Bruxelas que se situa um bar que tem o seu nome escrito no livro dos records do Guiness. O Delirium cafe (http://deliriumcafe.be/), junto à Grand Place, tem cerca de 2.491 marcas de cervejas, das quais 1.416 são belgas. Um bar discreto, que tem como imagem um elefante rosa, símbolo da cerveja que lhe dá nome. 
Vou tentar convencer o senhor meu marido a passar, por aqui, e falar-vos um pouco mais sobre este assunto. 

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